sexta-feira, junho 08, 2007

Obras do MST e ( In ) Segurança

Em...Almada, um dos "calcanhares de Aquiles" da obra deste comboio designado MST, prende-se com as condições de Segurança para os cidadãos, com que as mesmas decorrem.
As Normas de Segurança, não são minimamente respeitadas, conforme já aqui revelámos, até com fotos de uma cidade de França, onde se mostra a diferença que existe "entre lá e cá ".
Por alguma razão a Presidente da Câmara não quis formar a Comissão de Acompanhamento Local para o MST, conforme as recomendações da Declaração de Impacte Ambiental. Essa Comissão integraria residentes, isto é cidadãos e a CMA têm muito medo que os cidadãos exerçam cidadania. diremos mesmo que não tolera.
É claro que poderá tolerar, desde que esses cidadãos estejam ao serviço da câmara e dos interesses de quem a dirige.
Quem diz que faz tudo bem feito alguma vez aceitará reparos, críticas ou opiniões diferentes?
(clique sobre a imagem para aumentar)
Já ocorreram alguns acidentes durante as obras e em consequência das mesmas, quer em Almada, quer no Laranjeiro, quando aí decorreram, com um caso mortal.
Divulgamos hoje a informação que nos chegou de uma residente da Av. 25 de Abril, em Cacilhas:
"Ocorreu-me há algumas semanas um aspecto que julgo pertinente: irmos registando um levantamento das ocorrências de acidentes com cidadãos, relacionados com as obras do MST na travessia do centro da cidade. Pelo meu lado, aí vão as de residentes da Av. 25 de Abril, que já foram vítimas das ditas obras e das quais tive conhecimento: - no nº 3 – Um octagenário - sofreu uma queda, embora afortunado, porque ao espalhar-se na avenida devido a um tropeção em consequência das obras , nada lhe aconteceu. Os astros protegeram-no desta. - no nº 5 – Um homem de 50 e poucos anos foi parar ao Hospital Garcia de Orta com um braço traumatizado; para reparar a mota gastou 2000 e tal euros (vi a factura); um bom casaco de pele ficou num frangalho. Isto tudo porque a vedação lhe caiu em cima. - no nº 57 – Um septuagenário, diabético, teve uma ruptura muscular numa perna, ao tropeçar. Alguns dias depois enfiou a dita num buraco, “reforçando” o que já havia sofrido. - uma professora, caiu junto ao Café Sambinha, devido a um buraco no solo e magou-se bastante no rosto. Quem vai pagar todo o tipo de danos? Alguém terá de pagar. Não acham que temos todos de ver como? E... adeus até ao meu regresso..... Almerinda Teixeira

17 comentários:

Rui disse...

Giro giro era as pessoas atravessarem nas passadeiras destinadas e não o "belo" exemplo que se vê nas fotos não acha??..Se for atropelada por atravessar fora da passadeira também é a Câmara que tem que pagar??? Não seria melhor sensibilizar as pessoas quanto a sua prória segurança, apesar de nem elas se preocuparem muito com isso pelo que se vê na foto..Dá a impressão que "querem" ser atropeladas para receber uma indemnização como vem sendo terrível hábito neste pais..Pense antes de criticar por tudo e por nada..

João Hipolito45 disse...

já não é a 1ª vez que vejo na avenida onde decorrem as obras do Metro as pessoas passarem fora das passadeiras e muitas vezes andarem do lado de dentro da estrada tendo um passeio junto aos prédios, embora diminuto mas sempre é mais seguro que andar no meio da estrada. Já me acontecer ter de abrandar para não atropelar quem vinha a circular na estrada e chamei a atenção. Claro fui logo insultado..Pelos vistos a tentavia de suicidio é grande em Almada. Nem todos os peõs que circula na avenida são coitadinhos, muitos andam a vontade e os carros que parem..Parem de comentar noticias sem averiguarem o que demais se passa..É conforme vos dá jeito não é?..Passem bem..

EMALMADA disse...

Independentemente da opinião que cada um possa ter sobre as ocorrências com peões, envolvendo ou não veículos é lamentável que as condições e medidas de segurança preconizadas para este tipo de obra não sejam integralmente respeitadas por quem executa a obra e quem tem a responsabilidade de fiscalizar, não fiscalize.
Nestas situações não há meias Normas de Segurança. Só existem NORMAS DE SEGURANÇA.
Os cidadãos ficam indignados com a situação e quem entende que os cidadãos são os culpados dos acidentes também fica indignado.
O melhor seria que as Normas de Segurança fossem implantadas no terreno por quem tem obrigação de o fazer. Ao não fazê-lo poupa na despesa,( o que lhe interessa) coloca os cidadãos em perigo, ofende a comunidade e dá uma má imagem da empresa.
É que há gente que sabe que as Normas devem ser implantadas !
Mas neste caso a estratégia é a todo o vapor levar a obra ao fim porque "é para benefício de todos" (?).
Pensando assim acham-se com pleno direito de atropelarem tudo e todos e não respeitarem ninguém.

Anónimo disse...

Agora só faltava a ex-comunista, ex-socialista, ex-tudo e mais alguma coisa...
Quem não conhece a Almerinda Teixeira, uma oportunista que andava à procura de tacho quando das comissões de moradores, em especial na de Cacilhas.
Agora vem para este blog preocupada com as condições de segurança para os cidadãos.
No ensino e na política são bem conhecidas as suas nagativas intervenções. Uma burguesa virada a esquerdista...

observador disse...

Os peões devem utilizar as passadeiras, onde as haja. Caso o não façam, transgridem e colocam em perigo a sua integridade física.
Parece nada mais haver a acrescentar a isto.
Quanto a outros perigos, têm que ser devidamente assinalados. Só assim os peões e, eventualmente, automobilistas, têm a possibilidade de tomar as devidas precauções.
Mais um ponto assente.
Num local de obras, há que haver cuidado. Principalmente por parte de quem executa as mesmas.
Mas nada invalida que todos nós tenhamos "dois olhos" para ver o mal que por vezes espreita sem se ver.

Não politizem tudo, por tudo e por nada. Não avancemos para campos já de si minados.
Tenhamos bom senso. Estejamos do lado certo (?) ou não.

Saudações.

morador da 25 de abril disse...

Ó Hipólito deixe de ser palhaço!

Se mal cabem dois carros entre o gradeamento, como é que as pessoas circulam por aí?

Há comentários que são uma autêntica vergonha. Há quem queira defender o indefensável. É claro que não há condições mínimas para as pessoas, os passeios estão todos esburacados o acesso às passadeiras, idem, idem, aspas aspas. Circular à noite nas Avenidas 25 de Abril e Afonso Henriques é um perigo!

O resto é conversa de chacha.

EMALMADA disse...

É a realidade o que este morador escreve. Só quem tem o pensamnto bloqueado ou é incondicional apoiante desta autarquia é que não vê as asneiras que estão sendo feitas e o quanto os moradores e transeuntes são prejudicados.
Estamos a assistir a uma incompreensível falta de respeito dos autarcas e empreiteiros para com os cidadãos, isto para não falar da insensatez deste projecto MST pelo centro de Almada.

EMALMADA disse...

Temos de deixar de assacar sempre culpas ao cidadão quando as entidades autárquicas ou outras não cumprem os seus deveres.

Pedro Filipino disse...

O morador da 25 de abril deve andar com os olhos bem fechadinhos ou então nem lá mora..
A senhora Almerinda, a parasita burguesaque quer tacho seja onde for agora defende os pobrezinhos dos cidadãos ahahaha..

Farol de Cacilhas disse...

A esquerdista e falhada professora Almerinda Teixeira deveria era ir lavar a cara.
Toda a gente sabe bem o que ela tem feito em prol do povo de Cacilhas, localidade onde vive num luxuoso apartamento na Avenida 25 de Abril.
A burguesia agora ao lado do povo.
Dá vontade de rir, ainda me lembro quando ela surgiu na Comissão de Moradores de Cacilhas a defender o Poder Popular.
Enquanto falava em habitação como direito popular,juntamente com o seu companheiro Claudio Teixeira, outro falhado esquerdista,este curioso casal cacilhense depois da suas intervenções políticas, comia e bebia do bom e do melhor. De facto é preciso não ter vergonha...

Leal disse...

As pessoas adoram misturar alhos com bogalhos.

O que é que o facto da doutora Almerinda ser uma oportunista tem a ver com a situação de insegurança (em praticamente todos os passeios e estradas) e de falta de higiene (esgotos a céu aberto na praça gil vicente), que se vive, desde que começaram as obras do metro?

Há mesmo quem precise de ir "comer uma sopa" à multiópticas.

EMALMADA disse...

Não é novidade para quem vive em Almada e assistiu aos "Forum tipo MST" as agressões e insultos verbais que partiam de alguns apoiantes camarários em direcção a quem tinha opinião diferente dos autarcas eleitos da CDU. Esses insultos eram poferidos sem que a presidente da Câmara, presente na MESA, tivesse alguma vez pestanejado para pôr na ordem as suas tropas. Pelo contrário aprovou pelo silêncio, publicamente, a verborreia dos seus correligionários.
Os resultados estamos a vê-los. A arrogãmcia, o autismo político, a intolerância a opiniões diferentes, e o comportamento incorrecto de alguns manifesta-se nas mais variadas circunstâncias, não tendo sequer vergonha de comprometer aqueles outros militantes que não alinham nesses desvarios mentais e aceitam a critica como fundamental à construção de uma sociedade livre, condescendente, tolerante, mas também responsável.
Se se dizem democratas, demonstrem-no na prática do dia a dia.
Se não gostam, opinem, critiquem também, mas não permitam que a tampa lhes salte para fora do encaixe e resvalem para o insulto. Controlem-se. Sejam minimamente correctos e vejam quanto a população de Almada está sofrendo com estas desnecessárias obras se a Sra Presidente da Cãmara tivesse sabido escolher um traçado e inserção do MST para o Concelho de Almada em sintonia com as opiniões de muitos almadenses.

observador disse...

Não tarda está a D. Almerinda Teixeira a ser acusada da implementação do MST e do seu traçado...

Anónimo disse...

parabens Almerinda Teixeira pela sua coragem de denunciar o que vai mal nesta querida almada saudações de joabrara

Anónimo disse...

Nunca pensei que numa cidade tão junto da capital pudesse haver tanto provincianismo!
Quer dizer, pensei e já o constatei. Agora, ter o desplante de o publicar ainda que a coberto de pomposos anonimatos - sintomas de grande cobardia, própria de parolos a armar ao pingarelho - isso é que eu pensava que não chegava a tanto. É pena, pois Almada devia ser mais arejada e moderna, ver-se livre de uma vez por todas de todos e todas as bacocas 'sumidades' que ainda têm tribuna e falam de alto e têm auditórios e cobertura mediática.
Como natural deste Concelho e como amigo pessoal da Dra. Almerinda repugna-me coabitar com esta gentinha que se julga iluminada e se auto-intitula como "farol", só pode ser gralha: não é "farol" é PAROLO de Cacilhas.
Fernando Rebelo

Armando Rocheteau disse...

Trabalho, vai para 17/18 anos, em Almada.
Quero aqui manisfestar a minha solidariedade a Almerinda Teixeira, a Fernando Rebelo e ao autor do blogue.
Abraços

EMALMADA disse...

Obrigado a Fernando Rebelo e armando rocheteau.
Pela nossa parte tudo faremos para procurar dignificar Almada, dando o nosso contributo enquanto cidadão e morador desta triste e degradada cidade.