sexta-feira, dezembro 05, 2008

Um Miminho de Requalificação Urbana

Em...Almada, a inteligência municipal utilizada com esmerado rigor e engenho na requalificação urbana da cidade tem proporcionado a todos observar aberrações. que certamente não passariam pela cabeça de seres humanos comuns.
Só mentes excepcionais têm o privilégio de conceber projectos paisagísticos incomuns para serem aprovados e mandados executar por gente de valor técnico e saber muito superior.
Estes bancos para lazer da população encontram-se no passeio direito ascendente da que foi avenida Bento Gonçalves: "o passeio da cobra ou do ziguezague":
clique nas fotos para aumentar
Vulgares cidadãos têm muitas dificuldades (por défice) para perceber a razão da colocação dos bancos alternadamente num lado e outro deste caminho, a distância tão curta entre si, não se sabendo se assim foram implantados para dificultar a mobilidade dos transeuntes com ou sem pessoas sentadas, ou se têm por objectivo a realização de alguma prova de obstáculos, no âmbito dos projectos de animação cultural da presidente da Câmara para atrair gente à cidade e animar o Almada Centro Shopping e Lazer.
Temos de reconhecer que a presidente da Câmara foi genial ao aprovar a primorosa requalificação urbana com colocação dos bancos de modo que os almadenses escolham a paisagem quando decidirem sentar-se.
-Quem gosta do comboio senta-se nos bancos da direita e poderá aí ficar em acção de graças contemplativa a ver os comboios passarem.
-Quem não gostar do comboio senta-se nos bancos da esquerda, de costas para a via férrea e em lamentação contra os prédios, observando as varandas, as janelas e os locatários.
Quem disse que a senhora é ditadora?
A poluição autárquica está a destruir Almada.
É urgente uma acção de descontaminação para as próximas eleições.

31 comentários:

Anónimo disse...

Em qualquer lugar, rua, avenida ou cantinho do concelho de Almada encontram-se situações infelizes que caracterizam indesmentivelmente a obra de degradação que a autarquia tem realizado.
De autarcas mal preparados, incompetentes e desqualificados para as funções, não podemos esperar milagres. Não fazer o que é razoável é grave porque prejudica os cidadãos e desperdiçam recursos financeiros.

Anónimo disse...

Isto e como tudo. E tudo serve. Para o Em Almada (quem é que já disse que é uma questão patológica?), tudo serve para dizer mal.

Se há bancos, é porque há bancos. Se não houvesse bancos, seria porque não havia bancos. Dizer mal é o que importa, seja lá por que razão for!

Dor de corno, diz o povo, é a pior dor de todas as dores. É isso que o Em Almada e os outros que com ele afinam, sentem! Só, e apenas, dor de corno!

Anónimo disse...

A segunda imagem é quanto a mim a mais significativa: agora percebo a razão de passeios tão largos que impuseram a diminuição da via, é que, assim, cabem os veículos estacionados e ainda sobra espaço para devolver Almada aos peões.

Anónimo disse...

A segunda imagem é quanto a mim a mais significativa: agora percebo a razão de passeios tão largos que impuseram a diminuição da via, é que, assim, cabem os veículos estacionados e ainda sobra espaço para devolver Almada aos peões.
Peço desculpa pela repetição, é que em cima esqueci-me de assinar.
Oliveira

Anónimo disse...

Se faz é porque fez, se não faz, é porque devia fazer.

Já que metem tantos defeitos na obra, será que não há nada bem feito?

Vá, podem dizer, mais um a favor da madrinha e tal.

Enfim: Politiquisses !

Boas festas !

Fernando Antolin disse...

O controleiro de serviço(08.45) hoje acordou cêdo!! Ainda bem,alegra o blog e não desmerece a confiança da madrinha.Continue que está a agradar !!

Anónimo disse...

Os deficientes visuais agradecem este manancial de obstáculos ao longo da via pedonal...
Haja Deus!
E tem ela um departamento dedicado à deficiência comandado pela mui inteligente e esclarecida E. P. que por acaso, sendo assistente social dos quadros da autarquia beneficia de viver numa casinha da Câmara...daquelas atribuídas aos desvalidos...
Ai estas coisas que eu sei!
A PONTA DO VÉU

Anónimo disse...

Anónimo das 08.45 AM

Gostaria V. Exa. de ser uma pessoa com um QI acima da média.
Gostaria.
Mas você demonstra em cada intervenção que quando a inteligência foi distribuída faltou à aula.

Bom senso. Claramente não tem. Paciência. Seria mais uma coisa que gostaria de ter. Mas não é para todos.

Saiba entretanto V. Exa. que no local que frequenta o denunciaram.
Disseram quem é. Quem é o anormal (termo utilizado pelos seus camaradas) que aqui vem vomitar.

Não se deixam, os nossos amigos de blogue, impressionar pelos seus desvarios opinativos.
Além de que vozes de burro não passam das paredes do edifício da vergonha.

Agora que confirmei quem V. Exa. é vai ter-me à perna.
Isto não é uma ameaça. Até porque é de pessoas como você que precisamos para nos divertir e para entendermos quanto por baixo andam as lições a que noutros tempos se chamavam pidescas.

Tenha um bom fim de semana.
Já agora, vá para dentro, agasalhe-se e não esqueça a medicação.

Cumprimentos

Anónimo disse...

É preciso tirar a ponta do véu...
Os verdadeiros almadenses precisam de saber quem são as muitas E. P. que estão "asiladas" à sua custa...
Será para estes asilados (nas casas, na câmara, nos clubes, e outras organizações congéneres) que o "mui ilustre presidente da assembleia municipal de Almada" se propõe comprar os andares dos moradores que foram espoliados das condições de vida que tinham com o traçado selvagem do comboio regional?
A estes moradores, tão ilustre figura, propõe sempre a compra a preço de saldo, obviamente...
Já fez esta miserável e vergonhosa proposta a vários moradores...
É preciso ter pouca vergonha...
A isto chama-se gozar com as pessoas.

Anónimo disse...

Para o anónimo de Sábado, Dezembro 06, 2008 12:12:00 PM,

A intmidação nunca me afastou do que penso, e, apenas durante o fascismo, me coíbi em público de o expressar - por razões óbvias, aliás.

Parece que agora alguns anónimos querem regressar ao fascismo. Mas não passarão! Vou ter este anónimo à perna! Que medo! Estou absolutamente aterrado! Já não vou dormir só de pensar que volto a ter esbirros do fascismo atrás de mim!

Felizmente, aquilo que este anónimo pretende, aconteceu durante quase meio século, mas jamais voltará a acontecer no nosso país. O 25 de Abril fez-se precisamente contra estes aprendizes de feiticieiro (de ditadores, neste caso), que insultam e ameaçam, mas que não passam disso mesmo: nada! São uns nada, que nada valem.

Este anónimo serve-se da liberdade conquistada com muita luta e sofrimento, para vir aqui tentar condicionar, através da reles ameaça que aqui deixou, essa mesma liberdade. Só que está muito enganado. Não me calará, por muito que isso o faça vomitar - ele sim, vomita - neste espaço.

Esbirros do fascismo nunca me assustaram. Lutei contra eles. E venci-os!

PS: não é a primeira vez que este energúmeno vem com este discurso para tentar condicionar-me a mim, e a outros que pensam como eu. Pelos vistos, é melhor ir vomitar para casa dele, sempre deixa este espaço um pouco mais arejado ...

Anónimo disse...

Até ver os blogs são um espaço onde se confrontam opiniões e maneiras de ver a sociedade e a nossa cidade.
Caso contrário podíamos continuar a ler , e só, os jornais dos partidos.

Anónimo disse...

Ao anónimo 8:45 AM:

O preclaro é caso patológico grave a precisar de acompanhamento clínico sério para evitar maiores danos morais na sociedade.
Vejo que não compreendeu o aconselhamento do doutor.
Tome os medicamentos a intervalos regulares durante o período do tratamento.
Siga à risca o conselho médico.
O Mnistério da Saúde adverte:
"Pela sua saúde não saia de casa antes de tempo da cura".

Boa noite e as melhoras.

Anónimo disse...

Vejo que o anónimo que se armou em fascista moderou a linguagem. Já não é mau.

No entanto, continua a olhar-se ao espelho quando escreve ao computador. Mas enfim, pelo menos foi mais "polido" ...

E sabe que mais? Não lhe desejo boa noite. Nem as melhoras...

Anónimo disse...

Caro anónimo que escreveu no Sábado, Dezembro 06, 2008 9:39:00 AM,

Explique-me lá o seu raciocínio. É que esperava de si a condenação dos proprietários dos automóveis que surgem na foto, por flagrantíssima e grosseira violação das regras de boa convivência na cidade (para não falar das leis, é claro).

Mas não, de si não li uma única palavra de crítica a esses abusadores. Ao contrário, li e percebi a sua "crítica" à obra de requalificação do espaço em causa. Porque será? Será que os proprietários daqueles automóveis estão bem, quem está mal é quem promoveu a obra? Será isso, caro anónimo?

Anónimo disse...

Corrijo, e substituo o caro anónimo por Oliveira, mas repito o meu comentário (como fez o Oliveira)

Caro Oliveira, que escreveu no Sábado, Dezembro 06, 2008 9:39:00 AM,

Explique-me lá o seu raciocínio. É que esperava de si a condenação dos proprietários dos automóveis que surgem na foto, por flagrantíssima e grosseira violação das regras de boa convivência na cidade (para não falar das leis, é claro).

Mas não, de si não li uma única palavra de crítica a esses abusadores. Ao contrário, li e percebi a sua "crítica" à obra de requalificação do espaço em causa. Porque será? Será que os proprietários daqueles automóveis estão bem, quem está mal é quem promoveu a obra? Será isso, caro anónimo?

Anónimo disse...

O culpado não é quem fez a obra...
O culpado(a) é quem impôs o traçado, armando-se em dono da obra...
E este culpado(a) tem um nome: M.E.S.
Impô-lo de uma forma ditatorial, situação que, em alguns casos, nem no tempo do tio António da calçada se verificou.
Foi isto que aprenderam nas lutas que travaram contra o fascismo?
Com facilidade se transformaram em ditadores...

Fernando Sim-Sim disse...

Obra de requalificação urbana?
Que descaramento e falta de consciência designar por requalificação urbana a destruição da cidade.

Anónimo disse...

A ignorância é uma coisa muito triste. E mais triste ainda é quando se é ignorante, mas mesmo assim se pretende falar de cátedra. Esta é para o anónimo que fala de "culpados", que não passa de um ignorante puro ...

Para o Fernando Sim-Sim, descaramento é o dele. Então a Cidade foi destruída? Porquê? O que é que foi destruído? Alguma coisa foi destruída? Não dei por nada ...

Anónimo disse...

O homem ou mulher confessa-se, diz:
"Não dei por nada".

É de ter pena.

Está mesmo mal.

Anónimo disse...

Foi você que pediu um metro para estragar Almada?
Agora vai pagá-las (nas eleições, claro)...
Lá se vai a maioria da minoria...

Anónimo disse...

Anónimo de Sábado, Dezembro 06, 2008 8:22:00 PM
Quem é que ameaça? Você que passa a vida a dizer que alguns outros que não são da sua laia são casos patológicos e de polícia.
Poderá isso não ser propriamente uma ameaça mas é nitidamente uma ofensa.
Mas como você é democrata (deixa-me rir) pensa por si e permite-se pensar pelos outros.
A grande questão é que você não pensa. Isso é um sintoma de seguidismo cego.
Os outros, os verdadeiros democratas, continuam a perder tempo consigo. Como eu.
Mas você é uma triste figura e por vezes as tristes figuras que fazem figuras tristes dão-me vontade de rir.
Coitado deste anónimo. Tenho dó de si.
Você mete nojo. Isto sim é uma ofensa. Feita com consciência. Tanta que repito: você mete nojo.
E continua a esquecer-se da medicação.
Infelizmente o seu apoio, esse sim um caso de manicómio, está a acabar.
Depois, bem depois estou a vê-lo, a si, a virar a casaca.
Só que nessa altura você não conseguirá respirar o ar puro que então vamos conseguir.
Porque os que como você metem nojo estão na recta final do poder.

Anónimo disse...

Lá voltou a escorregar para a ordinaice, este anónimo fascista! Picou-se com o que eu escrevi sobre ele e sobre a sua atitude de esbirro de outros tempos, e lá vem outra vez com o insulto. Oh homem, ainda não percebeu que não vai a lado nenhum com isso? Lá que perde tempo, perde, mas não é comigo, é consigo próprio.

Eu nem sequer chego a ter dó de si. E você nem sequer consegue chegar a fazer-me rir. Está a ver como as coisas são?

Ah, é verdade, explique-me lá como é que diz que perde tempo comigo quando, não muito lá para trás afirmava com toda a persporrência fascista que o caracteriza que "agora que me tinha identificado" (grande mentiroso que você saiu, hein?) o ia "ter à perna"? Não será incoerente, anónimo fascista?

Finalmente, só digo - e continuo a dizer - que é um caso patológico e de polícia o autor deste blog. Mais ninguém. E ele é isso mesmo. Quem insulta a torto e direito, quem mente com quantos dentes tem na boca, quem revela um desmedido ódio a tudo quanto é feito em Almada em prol dos Almadenses, é o Em Almada, ele próprio. Agora até as declarações a um jornal do Presidente da Assembleia Municipal - das quais ele não gostou, obviamente - servem. Isto não é patológico? Não é doentio? Se não é, é o quê, oh anónimo fascista?

pedro disse...

Aproveito o espaço do blog, para transcrever uma reclamação sem resposta que fiz aos serviços do metro,

Venho por este meio reclamar do serviço prestado por vossas excelências, visto que no dia 3 de Dezembro 2008, por volta do 12h30 a 12h45 fiquei mais de dez minutos parado na última rotunda antes de chegar a Cacilhas, na linha Corroios direcção a Cacilhas, tendo inclusive dado passagem a dois comboios que saíram de Cacilhas nessa altura, tendo o condutor na nossa composição metido a mãos à cabeça de maneira jocosa como que a avisar os colegas que já estava atrasado, o que era um facto.

Aproveito ainda para salientar, que fazer horários sem ter em conta os outros transportes, é algo de pouco inteligente, ou que demonstra uma completa falta de interesse pelos utentes do vosso serviço, pois ao regressar no barco da 00h20, que chega a Cacilhas por volta da 00h30, não consegui apanhar o comboio que sai de Cacilhas às 00h30, tendo sido obrigado a esperar pela próxima composição que só partiu à 01h00, julgo não ser necessário salientar que esperar meia hora ao frio por um comboio depois de o ter visto partir à minha frente é pouco agradável, não só a mim como às outras pessoas. Para resolver este problema, seria óptimo que tivessem atenção a que horas chegam os barcos especialmente fora de horas de ponta, e que dessem uma tolerância de 5 a dez minutos para que as pessoas pudessem chegar ao comboio sem terem de estar a correr.

Sem mais assunto.

Em suma, como habito no Laranjeiro, seria a pessoa ideal para usufruir deste serviço, e até comprei o passe esperançoso de que este viesse acrescentar algo, sendo assim, e depois de uma utilização intensiva, posso enumerar os motivos para nunca mais comprar o passe do metro.

1. Linha estática, em concorrência com os autocarros, posso ir a muitos menos sítios com um passe de exactamente o mesmo preço, por exemplo, dantes podia ir ao Cristo Rei, Fórum Almada, Cacilhas através da cova da Piedade, etc.

2. Preço do passe, o combinado do metro mais transtejo é exactamente o mesmo do passe equivalente AB, o que para uma linha muito mais limitada é estranho, e limitador de combinações de transportes.

3. Tempo dos percursos, levo 15 minutos do Laranjeiro a Cacilhas no Metro, visto que temos de ir dar uma grande volta pelo centro sul, e Almada, um Autocarro sem transito faz o mesmo percurso em metade do tempo, ou seja, não é autocarro que está mal, é apenas as opções urbanísticas da cidade de Almada que não privilegiam os corredores BUS.

4. Horários, Almada é uma cidade dormitório, para o bem e para o mal, existem imensas pessoas que fazem o trajecto fora das horas de ponta, o metro encerra actividade mais cedo que a TST, 01h30, e ainda por cima fora das horas de ponta não combina os horários com os outros transportes que efectivamente levam e deixam pessoas nos interfaces, como já escrevi na reclamação de nada serve ter um comboio a circular vazio porque não espera dez minutos pelas pessoa, se apanhar também o primeiro barco de manha e chegar as 5 da manha a Cacilhas também vai ver o metro a partir À sua frente, e tem de esperar meia hora pelo próximo comboio, o que para mim ilustra a falta de atenção pelos utentes.

5. Burocracia, para comprar o passe, um motivo que para mim é importante, só posso comprar o combinado metro + transtejo se seguir esta ordem, deslocar-me a Cacilhas para comprar o passe da transtejo e só depois ir a um estabelecimento ou maquina do metro para então carregar, ou seja, nenhuma papelaria ou maquina vende o combinado!

Conclusão, investiu-se imenso numa infra-estrutura que aparentemente só vai justificar a sua existência pela degradação dos transportes que lhe são concorrentes, o que já se nota nas alterações de horários dos autocarros. Claramente uma má opção a nível de traçado, preços, e acima de tudo respeito e atenção pelas necessidades das pessoas, o que é muito preocupante numa sociedade que se quer aberta.

Anónimo disse...

Caro Pedro,

Ora aqui está um contributo bem interessante neste blog, que foge à mediocridade das críticas destrutivas puras e simples, e nos coloca problemas concretos com os quais nos devemos, efectivamente, preocupar.

Não consigo perceber qual a razão da longa espera na paragem que refere, por isso abstenho-me de comentar.

Relativamente aos horários, é inconcebível que não haja uma articulação entre os diferentes modos de transporte que se complementam. Particularmente nas estações terminais. Se o barco da Transtejo chega a Cacilhas às 00:30, o Metro não pode saír de Cacilhas às 00:30. É absurdo. Tem que sair às 00:35 ou 00:36. Esta é uma verdade, também, para a ligação ao combóio da Ponte 25 de Abril e para as carreiras de autocarros nos interfaces de cruzamento dos diferentes modos de transporte. Se se verificam desfazamentos, é absolutamente necessário corrigi-los. Porque a filosofia que deve prevalecer é a da integração e complementaridade dos modos de transporte, e nunca a sua concorrência.

Relativamente à questão tarifária, concordo também consigo. É ainda mais absurdo do que a questão dos horários, que não se tenha, de imediato, avançado para a integração do Metro Sul do Tejo no sistema de passes sociais já em vigor para os TST, Transtejo, Metro de Lisboa, Carris, CP e Soflusa (julgo que referi todos). Como é absurdo que há anos que não se integre o próprio Comboio da Fertagus neste sistema tarifário.

Esta é evidentemente uma reivindicação justíssima dos utentes de transportes públicos da margem esquerda do Tejo, que tem que ser atendida e satisfeita no mais curto espaço de tempo possível por quem de direito - o Governo.

Saberá, certamente, que existe uma Comissão de Utentes dos Transportes Públicos - aiás já bastante verberada, injustamente, por alguns neste mesmo blog - que vem mantendo intensa actividade no sentido de reivindicar esta integarção tarifária do Metro Sul do Tejo. No dia da sua inauguração, foi entregue ao Ministro Mário Lino uma petição nesse sentido, que reunia à data mais de 4 mil assinaturas. E essa petição prossegue o seu caminho, devendo, acredito eu, reunir hoje muito mais assinaturas do que as referidas.

Aliás, acresce a esta realidade, o facto do contrato de concessão prever indemnizações compensatórias ao Metro Sul do Tejo caso este não atinja os 85 mil utentes/dia previstos nesse mesmo contrato de concessão. Ora é muito mais lógico, e socialmente muito mais justo para todos, que o Governo assegure o pagamento da integração tarifária do Metro sem aumento de custos para os utentes, do que as indemnizações compensatórias que só beneficiarão a empresa concessionária.

Quero acreditar quo o Ministro Mário Lino será sensível a esta questão. Aliás, pelo que li na imprensa porque não estive na inauguração do Metro, o Ministro ter-se-á comprometido a estudar seriamente o problema, o que não pode deixar de ser, pelo menos, um sinal positivo.

Se esta integração existisse, certamente que você próprio não sentiria a necessidade de colocar a questão que coloca no seu ponto 3. Quando houvesse muito trânsito optava pelo Metro, quando não houvesse trânsito optava pelo autocarro. Estaria sempre em Cacillhas no mais curto espaço de tempo possível face às circunstâncias. É a isto que se chama complementaridade dos modos de transporte públicos.

E se isto fosse assim, não necessitaria igualmente de colocar os problemas que refere em 1. e 2., estavam resolvidos à partida.

Quanto ao seu ponto 4, ainda que discordando do tom absoluto que dá ao conceito de dormitório aplicado a Almada - será dormitório para alguns, mas não é dormitório para já muito mais de metade da sua população activa - já está esclarecido o que penso: é um absurdo não se trabalhar na articulação dos horários dos diferentes modos de transporte. Absurdo!

Finalmente a burocracia. Resulta, tão somente, da não resolção do problema da integração tarifária. O problema é que o passe que refere para poder andar no Metro, é neste momento entendido como um complemento ao outro. O que significa que não o pode adquirir se não possuir previamente o outro. Ora como não existe, erradamente sublinho de novo, a tal integração tarifária, nem as empresas que estão integradas no passe social, nem o Metro Sul do Tejo, podem comercializar os passes uns dos outros. Daí a burocracia que refere, que é mais um incómodo que resulta para os utentes desta política tarifária absurda que neste momento prevalece.

Cumprimentos.

Anónimo disse...

O destacado escrevinhador está de volta.

Anónimo disse...

Esse anormal e pidesco escrevinhador está a mais nesta sociedade.
Já troca tudo. Diz que falou com quem não falou e que leu coisas de quem as não escreveu.
Sabe, escrevinhador oficial, você não nasceu. Foi parido.
Nunca troquei palavras consigo. Tinha nojo de mim próprio se o fizesse. Mas agora não resisti.
Vá morrer e bem longe para não cheirar mal.

Anónimo disse...

É engraçado, este anónimo fascista. Agora diz que nunca trocou palavras comigo. E tem razão, porque eu nunca aceitei as palavras dele. Por isso nunca "trocámos" nada, nem palavras.

Mas se nunca "trocou palavras comigo" porquê tanta alarvidade? Passava ao lado e continuava, não seria? Não era nada com ele ... Mais depressa se apanha um mentiroso (ainda por cima fascista - ah, quanto a esse epíteto, nada diz. Sintomático ...) que um coxo!

E porque é que não se preocupou, antes de insultar de novo, em comentar o que aqui escrevi sobre as questões que o Pedro levantou? Será que não lhe interessa falar, pelo menos de vez em quando, a sério? Será que incomoda quando as questões são correctamente colocadas? Será que o objectivo deste blog é mesmo apenas a chicana? Se calhar ...

Anónimo disse...

Não. Consigo não quero falar a sério.
Você não merece.
As suas provocações aos restantes bloguistas mostram o que você vale. Zero!!!
E por favor não misture este blogue comigo.
Nada tenho contra o blogue nem contra o seu proprietário que nem sequer conheço.
Por isso mesmo abstenha-se de ir por aí.
A sua anormalidade chega para desestabilizar quem quiser ouvir a sua conversa oca.
Eu não!

Para que você deixe de ser anónimo argumentando que os outros também são, deixo-lhe o meu nome e nº de BI.

Luis Castro
BI 2563421
Serve?

Anónimo disse...

Picou-se mesmo, hein?

Apenas um conselho: se não quer falar comigo, não fale. É decisão sua, exclusivamente.

Mas se continuar a publicar aqui comentários fascizantes como os anteriores, pode ter a certeza absoluta de que vai ter que me ouvir. A menos que desista de andar por estas paragens ...

Se não é você quem escreve esses comentários fascizantes, então deve ser doença sua. Não entendo porque me responde insultando da forma como faz. A menos que ande aqui para fazer de "advogado do diabo".

E já agora, identificou-se (será?) para quê? Pretende o quê? Nunca aqui argumentei o que você diz que eu argumentei. Aceito pacificamente o anonimato de todos. O que não aceito, apenas, é que a coberto desse anonimato se insultem os outros. Só isso. Agora para mim é indiferente falar com o Luís Castro (que continua a ser um perfeito anónimo para mim) ou com um anónimo sem "Luís Castro" atrás.

Anónimo disse...

o anónimo das 11,38,00 Am, o gajo ou gaja não vale o tempo perdido.
Quer conversa manhosa para desviar das deficiências de Almada.
Desprezo total é pouco.
Caneiro já!

Anónimo disse...

O anónimo mesmo anónimo das 12:12:00 é ridículo até mais não.
Piquei-me? Mas você tem alguma classe para que eu me pique?
A não ser que você se auto considere um espinho e aí sim poderia picar-me.
Mantenho a decisão em não falar consigo. A menos que queira falar comigo.
O que eu faço aqui é ler, escrever, mas falar não.
Essa sua mania de chamar fazcizante está-lhe no sangue.
Não será que o verdadeiro fascista é você?
Olhe que o seu comportamento perante todos os que não são por si, dá essa ideia.
Chamar-lhe-ei, tipo dois em um, um fascista idiota. Se é que alguma vez houve fascistas não idiotas.
E agora vá ver se eu estou ali.