domingo, dezembro 21, 2008

O Intruso e os "Burros"

Em...Almada, os responsáveis e associados pela introdução do comboio-eléctrico no meio do principal eixo viário de Almada, continuam a enterrar a cabeça na areia e não querem reconhecer a asneira que fizeram e asneiras que continuam a fazer.
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(recortes do Jornal da Região 16-22122008)
Continuam miseravelmente a considerar que os cidadãos e munícipes são burros , que ainda não perceberam a transcendência das decisões das cabecinhas deles, competentes decisores e ocupantes de cargos autárquicos ou de relevo em organismos públicos ou privados e que por isso mesmo ascenderam de imediato "honoris causa" à rara categoria de pessoas importantes e muito competentes.
Logo nunca erram e quando erram, fazem "o melhor que sabem" para reparar : continuam a não reconhecer que erraram e a defender o seu erro, contra tudo e todos.
Os outros é que têm de mudar ou habituar-se à situação.
Explicam os "sabichões" :
- que os erros da implantação do comboio-eléctrico não são erros ou que não existem.
- que "os acidentes são devido à falta de habituação dos cidadãos (os burros) a conviver com este "intruso" ( o comboio-eléctrico MST), ao mesmo nível das faixas de rodoviárias e pedonais e daí que tenham acontecido alguns incidentes com automóveis e peões".
Segundo o dicionário da Língua Portuguesa INTRUSO adj. : usurpador; que entrou ilegalmente, ou sem ser chamado; metediço; intrometido.
Quer-nos parecer que intruso ou intrusos, é/são aqueles que introduziram o comboio-eléctrico em Almada, não conhecendo a cidade, desrespeitando e desprezando a opinião dos munícipes.
Comboio-eléctrico só ao mesmo nível das faixas de rodagem e pedonais? Só isso?
Se vêem as coisas só assim e só por aqui, mostram muita falta de visão intelectual e revelam grave e progressiva miopia mental.
- que "os incidentes não têm sido situações com gravidade, mas é algo que queremos evitar".
Muita profundidade nesta avaliação.
Consta que já houve acidentes mortais. Não é grave?
Todos os acidentes são desagradáveis e penalizantes para quem os sofre. Seja só batidas ou ferimentos com hospitalização ou não.
Quantas pessoas já ficaram debilitadas ?
Quantos idosos já perderam qualidade de vida devido aos acidentes?
Quantas idosos já faleceram por agravamento do seu estado de saúde após quedas devido às obras ou outros acidentes com MST?
O governo agradece por serem menos pensões a pagar?
Alhear-se disto e dizer que não têm gravidade mostra grande insensibilidade para com os seres humanos e desprendimento relativamente aos inconvenientes, prejuízos materiais e morais que causa aos lesados e famílias, sem assumirem a responsabilidade devida.
É caso para dizer que pimenta nos .... outros é bom.
Reparem na expressão e postura dos elementos que ornamentavam a mesa deste forum apelidado de participação MST, enquanto o presidente da MTS falava!
Gente tranquila e interessada na obra por Almada.
ACIDENTES?
DEVEM-SE À FALTA DE HABITUAÇÃO DOS "BURROS" AO "INTRUSO".
Precisam de mais tempo, de sofrerem mais acidentes para se habituarem.
Se não aprendem a bem, vão aprender a mal.
Depois de levarem na cabeça e a sentir os traumatismos, vão começar a perceber que é mesmo assim e que têm de se habituar aos acidentes ( coisas sem importância).
Com o MST comboio-eléctrico e com a CMA não se brinca.
A hipotética viabilidade económica do projecto e o gasto/desperdício dos 410 milhões ...upa, upa... justificam tudo.

20 comentários:

Anónimo disse...

Uma foto onde o frete está patente.
Do tipo, vai falando vai.

Os acidentes? Quem se admira que ocorram?
Apenas um pormenor (ou será pormaior?)
Em todas as passadeiras para peões falta uma lógica chamada de atenção para o combóio.
Os peões têm o direito de passar mas nada os alerta para a passagem do dito.
Acusar o povo de distração? De falta de hábito?
É pura fantasia. Mais uma, de resto.

Os erros de implantação (não confundir com existência) do combóio são evidentes e só não os percebe quem é parvo ou teimoso.
A começar pelos eternos (ir)responsáveis.

Cá estamos nós para pagar a grande factura.

GMaciel disse...

O burro, refiro-me ao de quatro patas, é um animal nobre. De facto, a raça asinina é muito maltratada por quem desconhece a nobreza e a inteligência atribuídas a estas criaturas, e vai daí desatam a chamar burro a quem vê menos do que o dito cujo - geralmente quem sofre de falta de inteligência é que apelida os outros. É certo que um burro consegue ser tão teimoso quanto a Maria Emília com a implantação do Metro ligeiro, mas a teimosia do burro provém exactamente da sua inteligência e não de caturrice, pois se há quem saiba muito bem por onde quer ir é o Burro e não é justo usar o seu bom nome para alcunhar quem, ao contrário do nobre animal, é mais bronco do que uma bota da tropa e não vê um boi do que quer que seja.

Posto isto e face à idiotice ingénita dos nossos autarcas, disfarçada com a prepotência que lhes é inata, resta-me dizer que está nas nossas mãos correr com esta súcia de incompetentes. O ano que se avizinha é o ano de todas as decisões. Não o esqueçam e aprendam a usar a arma que têm: o voto!

Abraço, vizinhos.

Anónimo disse...

A Graça Maciel é que é, seguramente, a iluminada inteligente, que tudo sabe!

Estou, por isso, de acordo com o discurso dela: deveremos todos usar o bom nome do Burro, o de quatro patas e nobre animal, para a alcunhar a ela! Porque ela não é bronca, muito menos mais bronca do que uma bota da tropa! E se lhe puserem um boi à frente do nariz, ela até é capaz de ... o cheirar. E não o confunde com um burro!

Bem visto, Graça Macial. Muito bem visto, sim senhor!

GMaciel disse...

Perdeu-se da récua, anónimo das 12:22, ou é a falta de coluna vertebral que o obriga a rastejar???

Qualquer das duas, creia que tem toda a minha compaixão e solidariedade.

Jorge Rodrigues disse...

Pergunto: quem é que rasteja aqui? Eu ou você, srª Graça Maciel?

Quem é que não tem coluna vertebral aqui, eu ou você, srª Graça Maciel?

E quem é que não tem ponta de vergonha no focinho, de burra ou de outro animal qualquer, para vir aqui com um discurso destes quando antes, não muito antes, até aqui escreveu que votou nestes autarcas e que assume a sua "quota parte de responsabilidades" por isso? Eu ou você, srª Graça Maciel?

Quem, afinal, é que não tem coluna vertebral? Quando você, srª Graça Maciel, votou nestes autarcas, sabia o que estava a fazer, ou será que estou enganado? Ou a "enganada" foi você, por tão inteligente e clarividente ser, srª Graça Maciel?

Quem é que se perde da récua, afinal? E foi atrás da récua que você foi quando votou? Fazia parte dessa récua? Em que ficamos, srª Graça Maciel?

Ah, e pode tratar-me por Jorge Rodrigues, que é para não vir a história do anonimato.

GMaciel disse...

Caro Jorge Rodrigues, poderia explicar-lhe o que significa assumir publicamente os erros que cometemos, poderia explanar, esmiuçar ou elucidar V. Exª o que é ser-se vertical, poderia, ainda, entupi-lo de conceitos estranhos a si como o exercício de cidadania e/ou democracia, ou poderia muito simplesmente copiar o seu estilo e insultá-lo a esmo.

Como sei que qualquer explicação seria perda de tempo, seja por falta de vontade ou incapacidade de escutar e apreender, deixo-o entregue ao seu discurso que nada acrescenta.

Uma vez mais, lamento-o profundamente, creia-me.

Anónimo disse...

Grande Graça Maciel!
Como o povo diz: "Quem fala assim não é gago!..."
Deixa o pobrezinho do comuna (que agora de repente se diz chamar Jorge Rodrigues) tentar passar por intelectual e bom escritor...
Ele bem quer chegar ao teu nível mas não consegue...
"Quem nasce lagartixa jamais chegará a jacaré..."
E fazes bem Graça em não dar corda...
Quanto à tua análise, brilhante como sempre!
E tu lagartixa vai para debaixo das pedras do quintal da tia emília!... Olhaque ainda vem o "intruso" e te corta o rabinho...

Anónimo disse...

o tal sujeito que agora diz ser Jorge Rodrigues anda aqui a cumprir a sua missão, com invertebrado que é, para justificar o seu quinhão.
Ela a Emília, tem estes seres vivos que se prestam a tudo.
Falavam eles dos outros da outra senhora.
Os outros, cujas técnicas provocatórias estes também aprenderam em lições dadas algures numa quinta para onde os levavam de olhos vendados, provocavam também.
Estes da Emília não ficam a dever nada aos outros esbirros.

Anónimo disse...

Jorge Rodrigues chama-se esta lástima?
Deixou de ser anónimo? Que pintarola!!!

Mas quer como anónimo quer como Jorge Rodrigues - e que me perdoem os Jorge Rodrigues deste planeta - este camarada impoluto nasceu para obedecer.
Deu-lhe para isto. Não há nada a fazer.
O problema é que neste caso, o homem obedece à voz de comando da Milita. O que é um desastre para qualquer ser humano.

Deixe-se de tretas anónimo Jorge Rodrigues.

Graça Maciel, deixe lá porque vozes deste burro não chegam a lado nenhum.
Nem aos Paços do Concelho, apesar de por lá se dizer que é estimado.
Mentira. O homem é uma náusea completa.

Jorge Rodrigues disse...

Náusea, lagartixa, lástima e tudo o mais que quiserem. Mas uma coisa é certa: ter-me-ão aqui para se ... entreterem a chamar-me esses nomes todos!

E a verdade - e divertido - é que me vão respondendo. Por isso, a minha água está a chegar ao moinho que eu quero. Como chegará sempre, mesmo que não me mimoseiem com estes nomes bonitos todos ... Por cá andarei, como diz uma "eminência parda" do nosso viver, de quem por sinal não morro absolutamente nada de amores ...

Quanto à Graça Macial, não me chame "caro", porque não sou seu "caro". Porque não quero ser, entende?

Para além disso, você poderia dar-me as lições todas que quiser. Poderia, di-lo bem, porque não pode. E não pode por uma razão muito simples: é incapaz! Absolutamente incapaz!

E a propósito de insultos, ponha lá mas é a mão na sua consciência (se é que a tem) e veja bem quem é que insulta quem. Sabe - se calhar não sabe, mas paciência - diz o povo e com toda a razão que "quem não se sente, não é filho de boa gente". E eu senti-me com o que você aqui escreveu, por isso respondi. Mas foi resposta, entende o que é uma resposta? Como sou "filho de boa gente" tive que responder.

E fá-lo-ei sempre que entender, quer você e os seus amigalhaços gostem, quer não gostem. Sem precisar que Vossa Eminência concorde, ou sequer lamente o que quer que seja. Porque eu não a lamento, eu apenas sinto pena de si, o que é o pior sentimento que algum ser humano pode ter por outro (depois disto, há-de vir aí alguém dizer, como aconteceu já no passado, que eu não sou um ser humano...). Percebe a diferença, ou nem isso consegue perceber?

Quanto aos outros anónimos que sentiram necessidade de prestar homenagem e solidariedade à tal srª Graça Maciel, que lhes faça bom proveito.

Mas se fosse a si, srª Graça Maciel, ficava magoada. Então alguém tão clarividente (já me estou a repetir), tão sabedora, tão capaz de "ensinar" aos outros o que é a verticalidade, o que é o exercício da cidadania (será chamar "mais bronco que uma bota da tropa" a quem nos representa? Isso será "exercicio de cidadania? Provavelmente será ...), ou o que é o exercício da democracia (se calhar o exercício da democracia é impor aos outros a nossa vontade, mesmo quando essa vontade é minoritária. Será isso? - e aqui hão-de vir também com a velha e ressequida estória, sim, estória, da maioria que é minoria. Já sei, mas não me importo ...), precisa que anónimos sem coluna vertebral venham aqui defendê-la? Precisa disso, srª clarividente Graça Maciel? Ou será que ... bom, adiante.

Ainda relativamente à sua verticalidade e ao reconhecimento público dos erros cometidos. Então você cometeu um erro, certo? Nada melhor do que reconhecê-lo e corrigi-lo. Mas, para reconhecer e corrigir esse erro, é necessário passar à agressão e ao insulto? Será essa a forma adequada ao reconhecimento público do erro e à sua correcção? Ou será que você não cometeu, afinal, nenhum erro? Cá para mim ...

MS disse...

É sempre bom encontrar alguém a escrever sobre a nossa terra. Uma benesse para quem está a 2800 KM de Almada.

Cacilhas inteira ficou transformada num bonito parque de estacionamento.A primeira localidade-parque de estacionamento do Mundo.

É o que temos...

Cumprimentos.

Anónimo disse...

surgiu de novo o, ou continua a ser travestido o escrevinhador?

Anónimo disse...

Lagartixa!
Vai para a barraca!
Ainda não percebeste que o teu papel é dos latas nas tendinhas das feiras?...
Só serves para levar com bolas na tromba!
Po*ra! Que o gajo é burro!

Anónimo disse...

Sim, os burros fomos nós que vimos logo que o trânsito na Capitão Leitão e na Bernardo Francisco da Costa não funcionava!

Mas nas suas inteligências, poderam ver ao fim de alguns que afinal não resultava o esquema nem por nada!

Afinal percebi agora o Finalmente....
Finalmente, compreendemos!

Anónimo disse...

Eis o anónimo Jorge Rodrigues (será?) no seu pior.
O homem já nem raciocina.
A czarina deu-lhe muitas injecções atrás da orelha e deu o que deu.

Mas numa coisa ele tem razão. O facto de continuarmos a dar-lhe troco, anima-o.
Seria bom, muito bom mesmo, abandoná-lo à sua sorte de coisa nenhuma.

Pobre diabo!!!

O homem não vale um chavo. É tão evidente que até ele já percebeu.

O que lhe pagam para escrever disparates não lhe chega para se entreter nos carrinhos de choque das feiras. Temos pena. Peça aumento à czarina.

Ai anónimo Jorge Rodrigues, você nunca andou tão em baixo.
Mais uma vez temos pena.

Jorge Rodrigues disse...

Para MS (só para MS, porque os outros ... desprezo!)

A 2800 km de Almada é, de facto, muito difícil perceber o que se passa ... em Almada!

Boas Festas!

João Pereira disse...

Acho que o melhor que temos a fazer a esse anónimo Jorge Rodrigues é deixa-lo falar e ignorar as suas palavras!
O que ele quer é atenção como um cachorrinho abandonado!
Acredito que esteja muito bem pago pela presidente para vir aqui tentar minar as verdades de cidadãos almadenses que querem que a sua terra evolua e que não volte ao comunismo!

EMALMADA disse...

Caro Conterrâneo MS

Seja bem-vindo a este blog.
Participe e opine sempre que puder, porque não há perspectivas nem leituras únicas, como alguns querem fazer crer. Sobretudo quando se sai deste rectângulo da "ocidental praia lusitana", se tem experiência do que se vive e vê, fora deste limitado contexto.

Anónimo disse...

No antigamente, como ainda hoje se pode constatar em alguns locais recônditos do País, quando um cidadão se aproximava de uma linha de caminho de ferro com uma passagem de nível sem guarda, encontrava um sinal com o seguinte texto:

ATENÇÃO AOS COMBOIOS
PARE, ESCUTE, OLHE.

Em Almada, como mudaram o nome das passagens de nível sem guarda, "baptizando-as" de passagens de peões, puderam poupar nos avisos...

Os perigos, como os factos vêm demonstrando, são bem maiores que nas antigas passagens de nível...

Enquanto uns se esforçaram para acabarem com as ditas passagens de nível (que tantas mortes causaram ao longo dos anos), os autarcas de Almada impuseram as "passagens de nível sem guarda" na zona urbana da cidade e do concelho!

Assim vai o nosso progresso!

A um metro da morte, quando se dá um passo em frente por falta de aviso...

Anónimo disse...

Já lá vai o tempo em que as populações protestavam contra as passagens de nivel sem guarda.
Agora a cidade de Almada é uma passagem de nivel sem guarda e quem protesta é apelidado de tudo e mais alguma coisa.
Como não são "eles" a protestar , já não vale o protesto...não é?