quarta-feira, março 05, 2008

Um Comboio Incómodo e Perturbador

Em...Almada, divulga notícia do acidente ocorrido ontem, no Laranjeiro, por volta das 17h e 30m, com o comboio que circula por Almada e está a constituir-se elemento perturbador da vida normal da cidade pelas suas característiscas de circulação, traçado e inserção das linhas que não servem os cidadãos e a cidade, e dá despesa elevada aos contribuintes.
Já alguém - Empresa MTS, Gabinete de Missão do MST, Governo ou CMA - divulgou o número médio de passageiros transportados diariamente/composição ou a despesa pública desta exploração , uma vez que o Estado (os contribuintes) devido ao contrato, tem de ressarcir a empresa MTS do défice diário por não haver passageiros?
Parece que o comboio continua a circular com uma média de 8 passageiros por composição.

(foto Correio da Manhã)

Automóvel foi colhido pelo Metro Sul do Tejo «Almada: Três feridos em acidente com metro de superfície

Dois feridos graves e um ferido ligeiro é o resultado de uma colisão entre o Metro de superfície e uma viatura ligeira num cruzamento da Avenida 23 de Julho, no Laranjeiro, em Almada, informaram os bombeiros. Segundo revelou à Lusa o 2º comandante dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, Jorge Paulo, "um comboio do metro de superfície embateu numa viatura ligeira, num cruzamento semaforizado junto à bomba de gasolina da Galp, arrastando-a cerca de dez a quinze metros". De acordo com o responsável dos bombeiros, as vítimas do acidente são três mulheres que seguiam viagem no interior da viatura sinistrada e que foram transportadas ao Hospital Garcia de Orta. "Duas das três mulheres sofreram ferimentos graves" disse à Lusa Jorge Paulo, adiantando que este terá sido o primeiro acidente do metro de superfície da Margem sul do Tejo com consequências graves. "Já houve outros acidentes, mas nenhum com a gravidade daquele que ocorreu hoje à tarde", disse o segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas. No local do acidente compareceram 15 elementos dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas e de Almada apoiados por seis viaturas. »
Notícia: Diário Digital / Lusa 04-03-2008
Segundo o diário "Correio da Manhã" uma das vítimas teve de ser desencarcerada.
As situações críticas criadas por este MST e estas obras são muito mais graves do que aquilo que cada um de nós possa imaginar.Veja em:

9 comentários:

Anónimo disse...

Ao que parece - informações fidedignas - terão havido duas mortes nesse acidente.
A "pendura" e a que seguia no banco de trás.
Não quero especular mas foi o que me disseram hoje de manhã.
Seja como fôr, eis um acidente grave que se deve ter em conta.

E atenção à rotunda mais em baixo, a que vai no sentido para Corroios.
Não tarda que as sirenes toquem a rebate.

fátima disse...

Com a protecção dos autarcas de Almada ao MST e ao monopólio de exploração dos transportes públicos pelo Concessionário MTS, Almada foi adaptada para servir os novos senhores, com todos riscos e custos inerentes como vemos diariamente e consequente sinistralidade para viaturas, ocupantes e peões.
Apelo a que nos salvem da situação e da irresponsabilidade existente?

Anónimo disse...

Tenho que me redimir do erro cometido no comentário das 1:10:00.
Fui mal informado e, ao contrário do que seria fundamental, tomei a informação como verdadeira.

Em boa verdade, nenhuma das senhoras morreu. Uma ficou encarcerada mas o assunto foi resolvido pelos bombeiros.
Tudo tratado no HGO, sem grande problema.

Peço desculpa pela minha deturpada informação.

Anónimo disse...

Acidentes acontecem em todo o mundo, com metros de superficie, autocarros, barcos ou automóveis ligeiros. Sem querer minorar o impacto do acidente na vida das 3 senhoras, parece-me alarmismo culpar o traçado do metro ou a obra do MST em si.

Mais uma vez o oportunismo viperino de alguem sob o jugo do anonimato, está a capitalizar em desgraças paralelas para destruir o projecto.

Não destrua baseado em factos pouco claros e despropositados. Tenho lido em posts seus que acusa ferozmente a propaganda da informação saida da CMA, mas o que você faz aqui é um puro e claro reflexo disso mesmo que você tanto critica.

Tenha juizo.


Pedro Albuquerque

Tiago disse...

Se fosse um autocarro da TST mereceria um post neste blog?!

Anónimo disse...

E então, por causa disso, não se pode informar, não é?
Tenham, os dois últimos, juizo!

Anónimo disse...

Viva a liberdade de informação.
A actual, não a "liberdade" do Diário do Governo de antigamente onde sempre houve a liberdade de alguns publicarem aquilo que melhor lhes interessava...
Tal qual Boletim Municipal de hoje da CMA... do qual as propostas críticas e construtivas dos moradores sempre foram IGNORADAS...

Anónimo disse...

Aos anónimos que saíram em busca do costume (nada) digo apenas que sendo evidentes as hipóteses de acidente em qualquer lugar e com qualquer meio de transporte, mais provável se tornam quando as coisas não estão bem feitas. Como é o caso.

Acidentes? Todos estamos sujeitos a eles. Até em nossas casas.Mas, por exemplo em dia de chuva,digam lá se é ou não menos provável que nos molhemos se usarmos um chapéu de chuva?!?!
Isto é um pequeno exemplo.

Deixem que os problemas da NOSSA cidade sejam denunciados.
O que se torna, cada vez mais, urgente e necessário.

Pedro Lopes, o outro

Anónimo disse...

Isto é só o princípio...
Recordam-se de quantas acidentes aconteceram, muitos deles gravíssimos, na linha de Cascais?
Como consequência do último, no qual morreram todos os jovens ocupantes de uma viatura, fecharam a última passagem de nível e com esta inteligente mas tardia atitude acabaram-se os acidentes...
Agora, com o comboio regional Caparica (?) - Almada - Moita- Alcohete (?), já começaram e vão continuar os acidentes, mais ou menos graves, nas muitas "passagens de nível" sem guarda, as passagens de peões, isto para não falar da própria linha sem quaisquer protecções, na qual os comboios pretendem circular a velocidades da ordem dos sessenta setenta quilómetros por hora...
Se acaso não sabem, é proibido circular nos passeios das linhas de caminho de ferro...
Em Almada não. É tudo ao molho e fé em Deus, seja ele qual for...
O OGH - Hospital Garcia de Orta tratará dos traumatizados, como agora aconteceu. Os problemas futuros das três senhoras pouco importam, equivalem apenas e tão só a "três formigas" de um enorme "formigueiro", isto é, não têm qualquer significado ou valor económico.
Palavras para quê?
Estamos em Almada, Portugal, CE onde os Países ricos vêm fazer "investimentos seguros"...
Os contribuintes, as gerações futuras, hão-de pagar estes desvarios dos políticos com especial relevo para a dinastia de autarcas de Almada a "reinar" desde a Revolução de Abril, que tanto lhes enche a boca...