segunda-feira, janeiro 19, 2009

Um equívoco no local errado

Em...Almada devido ao autismo dos autarcas que dirigem o município, actualmente muita coisa está mal.
Almada está a passar por uma fase muito difícil para o seu futuro, apesar das "boas contas" da presidente da câmara Almada está a ficar gravemente enferma e a precisar que o bom senso impere para salvar o que for possível e revitalizar o seu centro. Almada está a ficar sem pessoas nas ruas.
Como já alguém disse, Almada está a transformar-se numa localidade que qualquer dia será conhecida por "LÁTINHA" isto ou aquilo....mas agora já não tem.
É preciso deitar a mão a Almada e salvá-la das garras de quem a está asfixiar. Falando ainda da "manif" ou "pseudomanif" do dia 16 de Janeiro, na apelidada zona pedonal, decretada pela Câmara Municipal entre a Praça S.João Baptista e o meio da antiga Av. Afonso Henriques, pelo documento abaixo inserido, retirado do pasquim municipal de Janeiro de 2008, conclui-se que os manifestantes importados, que se exibiram na zona pedonal naquele dia, estiveram no local errado. A referida manifestação deveria ter sido feita frente ao Gabinete da Presidente nos Paços do Concelho, Praça Luís de Camões. Quem circula naquela zona, autorizado, está a fazê-lo dentro das condições definidas pela Câmara Municipal de Almada e pela toda poderosa "saqueadora do cidadão" ECALMA.
clique sobre o doc. para aumentar e ler
Quem errou foi a presidente e a Câmara ao decretar zona pedonal uma área da cidade fulcral para a vitalidade de Almada, nada mais nada menos que parte do principal eixo viário e de melhor acessibilidade para todos os veículos, mesmo viaturas de bombeiros ou de polícia em emergência e, dificultando simultâneamente a circulação, o estacionamento e as acessibilidades dos moradores locais e de zonas adjacentes.
Não assistiu nenhuma razão ao grupo que se manifestou localmente.
Os almadenses estão muito prejudicados com as decisões da CMA para o local e quem por lá circula devidamente autorizado não está a cometer qualquer ilegalidade ou a desvirtuar a zona pedonal.
Fazer do local uma zona pedonal naquelas condições é que está errado e aí, só há que penalizar os autarcas deste executivo e a sua presidente.
Tomaram os autarcas decisões inopinadas, revelando estarem mais interessados nos seus interesses pessoais e partidários como pseudo defensores do ambiente, do que nos interesses de Almada e da população, passando por cima das críticas, sugestões e chamadas de atenção dos almadenses.
Por que não se manifestou esse grupo na data adequada, sobre as regras definidas então pela CMA para a sua "zona pedonal"?
Como é possível que os principais partidos da oposição PS e PSD não tenham feito um comunicado à população sobre esta grave situação e ocorrência do dia 16 de Janeiro?
Isto não é política?
Ou não se interessam por Almada?

18 comentários:

Anónimo disse...

A senhora presidente da Câmara Maria Emília Neto de Sousa vai juntar-se aos manifestantes ecologistas na próxima sexta-feira.

Anónimo disse...

Sou Almadense que por acaso passou pelo local e viu entre as pessoas que lá estavam outros Almadenses. Gostaria também de acrescentar o seguinte:

1 - Qualquer zona pedonal do mundo tem acesso a cargas e descargas e a garagens.

2 - É normal zonas pedonais terem acesso a Transportes Públicos.

Até aqui tudo normal, mas...

3 - É óbvio para quem tem olhos que a Zona pedonal está a ter acessos de quem não tem lá garagem.

4 - É óbvio para quem tem olhos que a Zona Pedonal tem muitos acessos de pessoas que nem sequer têm cartões de acesso, violando as regras.

5 - É óbvio para quem tem olhos que ninguém está a cumprir a velocidade máxima de 10 km/h, violando as regras.

6 - Mesmo que todos estivessem a cumprir as regras estabelecidas, e não estão, era legitimo e normal que houvesse pessoas que tivessem o direito de se manifestar contra as regras ou o que quer que fosse.

Se não estiver de acordo com as regras, faça uma manifestação. Mas tenha cuidado com a polícia.

Boa noite e seja honesto.

Anónimo disse...

A história da civilização demonstra que as utopias são as grandes causadoras de tragédias e trazem na maioria das vezes consequências nefastas para quem é apanhado pelo caminho. No caso de Almada, esta paixão pela defesa do ambiente, tornada utopia na medida em que pretende afastar o acesso motorizado ao centro urbano, não teve em conta que um centro urbano tem como condição essencial a mobilidade sem a qual o centro passa a ser periférico. Podemos, devido aos alarmes ambientais, ser fácilmente levados a concordar com estas medidas, temos no entanto de ser pragmáticos e racionais; pode um centro urbano sobreviver ao mesmo tempo que se restringe a circulação?, a realidade demonstra que na maioria das vezes, o tratamento aplicado acabou por matar o paciente, isto é: deixa de ser necessário proteger o que se ajudou a matar. De que nos irá servir, no futuro, uma zona livre de automóveis, se deixa de haver vida nesse sitio? Como se compreende que as receitas fiscais arrecadadas com a ajuda de actividades económicas situadas nesses centros urbanos, sejam utilizadas para matar essas mesmas actividades. Como é possível que a responsabilidade destes actos seja tão dificil de imputar a não ser pela força do voto? Como se consegue blindar uma camara municipal de tal maneira que, nem o mais leve contacto entre o cidadão e o autarca seja impossível? Não existirá por aí nenhum proprietário de alguma horta que pudesse fornecer alguns vegetais uteis para casos como este?
Oliveira

Anónimo disse...

O que fez esta Câmara na cidade é uma aberração impensável em uma cidade desenvolvida. Isto é devido à incompetência, o autismo e a mentira desta gente.

A Emilia não vive neste mundo, está acima do bem e do mal, está endeusada, não vê nada, é o que tem levar tantos anos no poder, é necessário urgentemente uma mudança profunda.

Se analisamos a "revista" da câmara: REGRAS PARA CIRCULAR NAS ZONAS PEDONAIS, é um absurdo, como é que há regras para CIRCULAR em uma zona PEDONAL? não é PEDONAL? se é assim, como é que se pode circular? uma vez mas se estão rindo do cidadão ou dão por FEITO que este é tonto.

Quando no mundo inteiro se está ajudando ao comércio ante a crise, estes incompetentes hão posto a corda no pescoço ao desenvolvimento da cidade e o que não entendo é como os comerciantes não fizeram uma revolta para denunciar a este pessoal.

Nunca vi um comunismo tão capitalista. São uns mentirosos e se funcionasse a justiça...

Vase embora, Emilia, vase embora!!!

EMALMADA disse...

Saberão os senhores autarcas de Almada o que é uma zona pedonal?

Ponto Verde disse...

Não Caro EmAlmada, não sabem , mas também não lhes interessa , o que interessa é dizer que têm, que fizeram, que estão a par do que de melhor se faz no mundo civilizado, mesmo que seja malfeito.

Lisboa tem zonas pedonais, mas não entra na cabeça de ninguém pedonalizar o Marquês de Pombal, Paris tem imensas zonas pedonais, mas seria uma aberração pedonalizar os Champs Elisées e a rotunda do Arco do Triunfo , Nova Yorque atém nem tem assim tantas zonas pedonais, têm é criado centenas de kilometros de ciclovia (e faixas pedonais mistas com tráfego automóvel) , mas quisesse o Mayor pedonalizar Times Square que logo veria resultado ...

Acho que isto dá ideia do que pretendo transmitir ! Pois eu gostava de ir de bicicleta até ao Centro de Almada ,mas não posso porque não foram criadas faixas de ciclovia para lá chegar ou para lá circular !

Mas todos sabemos que a invasão do Frei, a agressão sobre veículos de pais de alunos e professores teve outrs finalidade e essa bem orquestrada que até me fez lembrar os tempos do PREC.

Ainda bem que já anunciaram outra arruaça para a proxima sexta, espero que lá esteja a Dona Emilia e sus muchachos e também a oposição, embora seja caso para perguntar se há oposição em Almada!

Anónimo disse...

O mais curioso desta nomativa,1 que é uma zona pedonal,aaaaaa,engraçado então o metro tem prioridada sobre os trausiuntes dentro de uma zona pedonal,desde logo é para dar-les um premio,porque isto não á quem o entenda,a serio é para convidar o presinte da republica para condecorar-los com esta genialidade.

PSD Almada disse...

Exmos Senhores, Estimados Munícipes

No âmbito do projecto Autárquico do PSD para Almada, iremos organizar mais uma Assembleia do Cidadão, desta vez na freguesia da Cova da Piedade onde iremos discutir o presente que temos e o futuro que queremos para aquela freguesia e para o futuro do concelho.

A sessão terá lugar, no dia 21 de Janeiro (4ªf), pelas 21h30m, na Sede da Junta de Freguesia da Cova da Piedade, onde estarão autarcas do PSD À disposição dos interessados para recolher problemas, sugestões, queixas ou propostas que depois possam levadas aos mais diversos órgãos autárquicos.

Caso possa aparecer, certamente poderá enriquecer este debate. Esta sessão é aberta a todos os munícipes e entidades interessadas.

Anónimo disse...

Os autarcas almadenses não sabem o que é uma zona pedonal mas sabem claramente o que são zonas de conveniência.

É mesmo para rir essa separata que o tal pasquim municipal publica.

Uma zona pedonal é uma zona pedonal.
Eventuais excepções, ou seja, a passagem de viaturas por elas, deve restringir-se ao mínimo e em condições cautelosas.

Concordo que a maioria dos locais considerados como pedonais não o deveriam ter sido.
Mas, ou são ou não são.
O estudo duvidoso feito pela TRANSITEC e aprovado de caras pela autarquia é inadmissível.
Em zona pedonal a prioridade é TODA para os peões.

Convido suas excelências os autarcas da República de Almada (???) a passearem, a pé, pelas zonas em questão.
É evidente que eles passeiam mas de viaturas bem calçadas, por acaso
nossas.

Anónimo disse...

Que baixo é o nível de participação cidadã em Almada, não há ninguém que fale bem desta câmara, todo o mundo se sente afetado de uma maneira ou de outra pela loucura ditatorial desta câmara que é cega, anormal, atrasada, etc, etc e ninguém tenha o corage suficiente a por cara a esta camada de... começando pela oposição ou outras associações. Tanto medo têm os cidadãos? Os que deveriam de ter medo ou um mínimo respeito pelo povo são os autarcas que para isso estão pagos por todos nos.

Neste momento Almada está DESALMADA, ridículamente morta. Alguem terá de pagar por isto.

Anónimo disse...

Como se pode falar bem de uma instituição que pratica o mal?

Anónimo disse...

Excerto da intervenção do PS na Assembleia Municipal sobre o Plano de Mobilidade:

(...)
E vale a pena aqui recordar que os objectivos definidos com a concretização do Acessibilidades 21 foram:
- A melhoria da qualidade de vida;
- a qualificação do espaço público;
- a redução de emissão poluentes;
- a redução do ruído;
- o aumento da segurança rodoviária;
- o estímulo à utilização de transportes colectivos;
- o estímulo à deslocação não motorizada; e
- a integração do Metro Sul do Tejo.

E vale a pena aqui hoje analisar se as “dezenas ou centenas” de intervenções do Plano Acessibilidades 21 estão, ou não, a favorecer estes objectivos.

Qual é o grau de redução de ruído que se esperava com o plano e em que ponto estamos? Qual era o grau de redução dos GEE que se esperava e qual é aquele que se tem? Que indicadores nos permitem dizer hoje que a segurança rodoviária melhorou?

Estas questões são tanto mais relevantes quanto, na prática, determinadas acções parecem, ainda que de forma intuitiva – talvez o mesmo critério utilizado pela Câmara Municipal para verificar estas questões – aos olhos dos cidadãos como contrárias ao cumprimento dos objectivos atrás mencionados.

De facto, como pode haver estímulo à utilização de transporte colectivo, promovendo-se a intermodalidade, se não existe no Concelho de Almada, à excepção do Largo de Cacilhas, um interface de transporte rodoviário com o MST? Como se pode falar de aumento da segurança rodoviária se, por exemplo, na zona da Ramalha a circulação rodoviária e a circulação do MST não se distinguem, numa clara situação de deficiência de sinalização?
Como se pode falar de qualificação do espaço público e assistimos à degradação, por falta de manutenção, do espaço público das zonas adjacentes ao MST na freguesia do Laranjeiro e na Avenida Timor Lorosae, na freguesia de Caparica?

Estas são interrogações legítimas dos cidadãos, que importa aqui hoje obter resposta, sem prejuízo de outras questões que certamente surgirão no debate.



A implementação do Plano de Mobilidade Acessibilidades 21 sofre já hoje um significativo atraso em relação à forma inicialmente considerada. E esta afirmação é importante, não apenas para relembrar que este atraso decorreu dos constrangimentos que a Câmara de Almada impôs ao prosseguimento da obra do MST – fazendo-a atrasar 3 anos – mas é importante para verificarmos a seguinte realidade:

O Plano de Mobilidade assenta num estudo de tráfego datado de 2001 que conclui que entre 1996 e 2001 se assistiu a um aumento gigantesco do tráfego automóvel que entra e sai de Almada e, mais acentuadamente, do tráfego regional que atravessa o Centro Sul as deslocações entre Lisboa e restantes Municípios da Península de Setúbal.

Daí que, sendo a variação em apenas 6 anos tão significativa, importa saber se, tendo havido um atraso de pelo menos 3 anos na implementação do Acessibilidades 21, houve ou não uma actualização do estudo de tráfego, para validar o diagnóstico de partida?



Nesta intervenção inicial, gostaria de trazer ainda mais 3 preocupações relativamente à implementação do Plano de Mobilidade Acessibilidades 21.

Em primeiro lugar, a ausência de uma rede de logística urbana. É voz corrente, junto dos comerciantes, que não foi acautelada uma área fundamental para a sua actividade como um correcto ordenamento do sistema de cargas e descargas. E este assunto é particularmente relevante nas freguesias da Cova da Piedade e do Laranjeiro, em que muitos comerciantes se viram privados de qualquer ponto para cargas e descargas, ainda que numa perspectiva de utilização partilhada.

Em segundo lugar, a circulação no eixo que se inicia na Rua dos Espartários/ Rua Capitão Leitão e se prolonga até Cacilhas pela Rua Bernardo Francisco da Costa. Dizia sobre este eixo a Comissão de Acompanhamento do Plano de Mobilidade Acessibilidades 21: “Este eixo tem vindo a sofrer, em toda a sua extensão, de forma mais ou menos acentuada, um processo de desclassificação e de perda de centralidade”.

Penso, senhor Vereador, que me acompanhará na análise de que a afirmação feita, em 6 de Dezembro de 2002, pela Comissão de Acompanhamento, se mantém actual, tendo as alterações de circulação neste eixo sido alvo de grandes críticas e até de promessas suas de alterações. Mas, o problema essencial de perda de centralidade desta área continua, em nosso entender, a existir, pelo que se impunha uma palavra do senhor Vereador nesta matéria, que nos permita perceber o processo de implementação do plano de circulação, as suas alterações e as perspectivas para o futuro mais ou menos próximo.

E permita-me, senhor Vereador, que refira o alerta da mesma Comissão de Acompanhamento sobre a necessidade de que neste ”eixo permaneçam algumas funções administrativas e comerciais”. Ora, eu até posso compreender que, para concretização deste objectivo, a Câmara Municipal não possa, por um lado, obrigar à abertura de comércio ou garantir a existência de lojas âncora (para alem do Mercado Municipal, claro está), nem ,por outro, assegurar que a Loja do Cidadão venha a ser instalada nesta área (o que nos levaria a outra discussão que não está hoje em causa). Mas, quanto a funções administrativas relevantes na área de influência que estamos a analisar, recordo-me logo dos Paços do Concelho e dos vários serviços municipalizados que existem. E diga-me, então, senhor Vereador, como compatibiliza a recomendação da Comissão de Acompanhamento de manutenção de funções administrativas relevantes, com a pretensão do Município, na única função administrativa relevante que depende apenas de si, tem prevista a sua deslocalização no curto prazo?

Em terceiro lugar, a preocupação da articulação entre os vários modos de transporte. Conheço o senhor Vereador o suficiente para saber que partilha de uma visão de sistema de transportes verdadeiramente intermodal. E a intermodalidade assenta, claro está, nos vários modos de transporte, muito embora se possa assumir um dos modos como estruturante.

Concretizando, estamos totalmente de acordo que o MST seja o modo estruturante no Concelho de Almada. A ligação ao modo ferroviário pesado está garantido por via do interface do Pragal. A ligação ao modo fluvial está garantida por via do interface de Cacilhas. Quanto ao transporte rodoviário, a situação é diferente.
No que respeita ao transporte individual, é evidente a inexistência de parques de estacionamento dissuasores. E estes parques de estacionamento deveriam existir ao tempo da entrada em funcionamento do MST. Hoje, passado mais de um ano da inauguração do primeiro troço não existe nenhum parque de estacionamento dissuasor. E podemos tentar muitos argumentos, mas há uma verdade indesmentível: é que o estacionamento é uma competência dos Município e não da Administração Central, tal como definido na alínea u), do n.º 1 do artigo 64.º da Lei das Autarquias Locais.

Ora, a ausência de estacionamento dissuasor não potencia a transferência modal de transporte individual para transporte colectivo, e esta ausência de estacionamento é uma preocupação que nós aqui trazemos.

Mas, mais preocupante, é a questão do transporte colectivo rodoviário. E aqui, na esteira do defendido pela União Europeia como avançado para uma política de transportes urbanos, é preciso recorrermos ao conceito de “comodalidade” que encerra em si ideia de utilização eficiente dos diversos modos de transporte.

E tanto ao nível da comodalidade como da intermodalidade, em matéria de transporte colectivo rodoviário, não poderíamos estar mais preocupados com a situação.

No que se refere à intermodalidade, não existe, qualquer interface de transporte colectivo rodoviário com o MST, à excepção do Largo de Cacilhas

Já no que se refere à comodalidade, não nos parece que as ligações directas das populações da Costa de Caparica, Sobreda, Charneca ou Trafaria a Cacilhas se deixe de fazer por transporte colectivo rodoviário, obrigando os passageiros a um transbordo. É, em nosso entender, uma má solução de mobilidade, que prejudica a eficiência do uso do sistema de transportes.

Mais: a ausência de corredores BUS, de que todo o eixo do Laranjeiro até Cacilhas (e vice versa) é exemplo lapidar, penaliza as deslocações dos passageiros e não favorece uma mobilidade sustentável.


Uma nota final. Não basta dizer que Almada foi o primeiro Concelho a ter um Plano de Mobilidade. Porque se a verdade é que somos o primeiro Concelho a ter um Plano de Mobilidade, não é menos verdade que o Concelho não tem um Plano de Mobilidade.

Na verdade, o Plano de Mobilidade Acessibilidades 21 centra-se na área de influência do MST e, em particular, no centro de Almada.

Também no Plano de Mobilidade, e infelizmente, está presente um tratamento diferenciado das freguesias do eixo central do Concelho, em detrimento das outras.

O Concelho, no seu conjunto, precisa de um Plano de Mobilidade, devidamente integrado e coordenado. Para que não haja populações condenadas a um “recolher obrigatório forçado”, como no lugar de Pêra em que não existem transportes públicos e, já ficou claro, que por iniciativa desta Câmara Municipal não haverá. Para que as acessibilidades rodoviárias nas freguesias de Charneca de Caparica e Sobreda sejam devidamente qualificadas. Para que todas as freguesias tenham direito à qualificação do espaço público, e não apenas as freguesias do centro de Almada.

Anónimo disse...

Não se podem e se devem pedir responsabilidades à CMA por o que se fez em Almada e pelas suas conseqüências para seus cidadãos e seu comércio?

Anónimo disse...

Podem e devem.
Mas não podemos esquecer o cartão vermelho que lhes deve ser mostrado.
Em Outubro.

Ponto Verde disse...

Será que os agitadores da zona pedonal e os anti-transgénicos Verde Eufémia têm algo em comum ?

Veja no a-sul


www.a-sul.blogspot.com

E os Almadenses vão nisso ?

Anónimo disse...

Está tudo confuso para as pessoas que só veem coisas erradas feitas pelos autarcas e da MES. A mobilidade teem sido caótica, lembrando-me da Rua Capitão Leitão com o movimento ao contrário do que está. A Rua bernardo Franciso da Costa fechada no sentido da Fonte Luminosa, passados uns meses tiveram que repor situação primitiva. Bem está gente está louca e sentem que são donos desta cidade que continuam a estragar. É preciso as massas se organizarem e pôrmos esta gente na Rua. Esta teia de familiares e amigos qque teem destruido esta Almada que se quer que volte à primeira forma no sentido de haver gente na cidade- Assim não. JM

Anónimo disse...

Se fossem donos desta cidade de Almada respeitavam o que era seu (deles).
Infelizmente não. Chegaram a Almada, "com uma mão atrás e outra à frente", e rapidamente se autopromoveram a meros feitores ou simples manageiros ao serviço dos mais mesquinhos interesses ...
Como diz o povo, NUNCA SIRVAS QUEM SERVIU...
Quem ganhou com a destruição de Almada?
OS ALMADENSES NÃO!

Anónimo disse...

É bem verdade, "nunca sirvas a quem serviu" é uma máxima popular e cada vez com mais cabimento.
Estas pessoas que vieram para Almada , umas de longe , outras nem tanto, trataram foi da sua vidinha e ai de quem se atravesse no seu caminho.
O mais cómico de tudo isto é aquilo que já vi escrito noutro post, o célebre "Plano de Mobilidade Almada num 31".
Aguardemos por melhores dias.