segunda-feira, julho 28, 2008

População Almadense Em Perigo

Em...Almada, os Bombeiros não têm a vida facilitada nos trajectos para prestar assistência ou socorro a cidadãos e vítimas em caso de acidentes ou incêndios.
O JN de 24-06-08 deu o alarme, já sentido pela população, em notícia objectiva de que destacamos cinco pontos: 1- A implantação do MST no meio das avenidas centrais de Almada, estreitando as faixas de rodagem vai ter consequências negativas na prestação de socorros pelos bombeiros às populações. 2- Os Bombeiros de Almada, perante o novo quadro de mobilidade estão preocupados com a situação, enquanto os de Cacilhas não estão. 3- Para a Câmara não há problemas nesse aspecto, porque transportar um doente/sinistrado politraumatizado e ter de galgar um lancil com 12 cm, talvez seja igual a transportar um carregamento de batatas ou de pedra, a avaliar pelas declarações do vereador ao JN. 4- O comandante dos Bombeiros de Cacilhas parece comungar da opinião da CMA. 5- Os cidadãos têm consciência das dificuldades que o MST vem colocar à mobilidade e circulação de viaturas de socorro e dos perigos que correm, em caso de necessidade do serviço dos bombeiros.

clique sobre o doc. para aumentar e ler

Por que há divergência de opinião das duas corporações de bombeiros perante a mesma situação que se lhes depara no terreno?

Será que para uma a CMA é madrasta e para outra mãe?

Ou será que uma vê os problemas com objectividade e os expõe com frontalidade e a outra não quer desagradar à presidente da Câmara? Porquê?

Quais são as "devidas precauções" para se aceitar como procedimento a seguir, o condutor de uma viatura de bombeiros ver-se obrigado a galgar 12 cm, uma...duas...três...as vezes que for necessário, transportando um doente politraumatizado ou conduzindo um carro de socorro pesado ou uma viatura ligeira?

Os cidadãos que vivem ou se deslocam por Almada não tem dúvidas do perigo que correm. Basta observar as dificuldades diárias que os bombeiros sentem em fazer passar as suas viaturas no caos que a Câmara Municipal instalou na cidade com o estreitamento das faixas de rodagem, como o 2º Comandante dos Bombeiros de Almada bem frisa. No passado dia 23 deste mês, ocorreu um atropelamento numa das faixas de rodagem da Av. D. Nuno Álvares Pereira e os almadenses viram as dificuldades que os bombeiros tiveram em chegar junto da cidadã sinistrada. A Câmara não vê isso, porque ou seus vereadores não residem em Almada ou se residem, não vivem Almada, nem sentem os problemas dos almadenses. Enterram a cabeça na areia para não reconhecerem (parece mal a pessoas perfeitas), as asneiras que a CMA fez e quanto prejudica a população com esta inserção cretina do MST, no meio do principal eixo viário de Almada e, a ridícula redução da largura das faixas de rodagem, para acomodar as vias férreas do metro em canal exclusivo. Com uma Câmara que despreza e maltrata os almadenses em benefício económico da exploração do MST, Almada não sai do estado de subdesenvolvimento latente em que vive, nem deixará de ser um cinzento e sujo subúrbio da capital.

9 comentários:

Ponto Verde disse...

Esta questão da seguraça é premente como o prova o já analisado no a-sul .

Esta opção para a via do MST no centro de Almada é errada , e põe obstáculos graves como os mencionados no post , e não são só os carris ou as cantenárias, há uma opção de mobiliário urbano de quem parece não ter aprendido nada com o incêndio do Chiado .

Não exijo que os nossos autarcas viagem para sitios urbanisticamente civilizados
no estrangeiro , mas pelo menos podiam ter feito um estudo comparativo com as opções tomadas no Porto, onde foi feita uma obra exemplar em termos de Metro.

Anónimo disse...

Fala-se aqui nos Bombeiros de Almada e nos de Cacilhas.
Calma que já chegamos aos da Trafaria.
Os de Cacilhas sempre foram os meninos bonitos da autarquia.
Sempre souberam "mamar" melhor e sempre tiveram principalmente no sorridente Henrique Carreiras o seu elo de ligação privilegiado.
Para além dos subsídios, aparentemente distribuidos equitativamente pelas três corporações mas que na verdade beneficiavam Cacilhas ao haver por debaixo da mesa algo que sempre escorria por fora, talvez por ser a descer.
Para não falar já no negócio "Contrafogo".
Almada (bombeiros) sempre se manifestaram contra a desigualdade de tratamento. Mas o senhor Carreiras, com o sorriso caça votos do costume lá ia apagando os fogos.
Mas veja-se a "cama" que fizeram ao ex comandante Salvação de Paiva.

Se dermos uma passagem pela Trafaria (bombeiros) então a diferença ainda é maior. Talvez por ficarem no cú de Judas num dos extremos da cidade.

Vem todo este relambório a propósito da ausência de qualquer reclamação dos bombeiros de Cacilhas. Que não levantaram uma palavra contra as dificuldades de passagem das viaturas nos locais de utilização do MST.
Percebe-se porquê. Por isso e mais alguma coisa.

A actual administração autárquica não tem nada. Nem vergonha.

Como nota de rodapé quero dizer que nada me move contra os chamados soldados da paz.
Evidentemente que não.

O que me move é um sentimento de raiva.
Prometo que vou estar atento.

Assino, em nome da verdade,
O Sorridente

Anónimo disse...

Só depois de comentar o post, fui ler o jornal.
E é sintomática a divergência de opiniões entre representantes das três corporações.

A Trafaria não se mete. Compreende-se pelo argumento apresentado.

Almada diz o que é lógico.

Cacilhas defende as dificuldades.
Inadmissível!
O comandante dos bombeiros de Cacilhas, o senhor Godinho, ainda deve andar a pagar promessas. Por isso não lhe convém entrar em disputa com a autarquia.

O que é que eu escrevi no comentário anterior?

Agora basta pensar.

O Sorridente

alentejano almadense disse...

Como é?
Alguém explique.
Salvação Paiva apareceu num folheto editado pela CMA/CDU/PCP com declarações a apoiar a candidatura da autoritária Maria Emília nas eleições autárquicas de 2005.
Isto de querer comer de dois lados tem os seus problemas.
Quis montar dois cavalos e à ultima hora saltou para o que lhe parecia dar mais conforto?

Deixemos estes oportunismos e voltemos para Almada. O problema é Almada e a sua população. Não haja equívocos. Não se pode servir dois senhores.
Almada precisa de Salvação, não de Paiva, nem de Godinhos que tudo faz e diz para não molestar a czarina, em salvação própria, esquecendo as pessoas e Almada.
É Almada que está em lenta agonia O problema é que é dificil viaturas de bombeiros chegarem onde é preciso com este metro e as vias de circulação que a dama das banalidades infligiu a todos.

Anónimo disse...

Mas estes oportunismos acontecem em Almada.
Dizem respeito a Almada.
Podemos é não individualizar. Mas por vezes é impossível, como no que diz respeito à tal czarina.
MES só há uma. Aquela e mais nenhuma.
Almada está realmente em lenta agonia. E os almadenses andam há muito agoniados. Enjoados mesmo.
É preciso fazer o que fôr preciso para acabar com o vandalismo autárquico.
Lembram-se ainda do caso Catarina Freitas?
Mas esta gente é intocável?
A IGAT/IGAL anda lenta. Ou é impressão minha?

O Sorridente

Anónimo disse...

No acidente da ultima semana na av. Nuno A. Pereira a ambulância para conseguir chegar junto da pessoa acidentada teve de fazer o percurso na via de sentido contrário do outro lado do espaço do canal do metro e vir de marcha atrás pela via onde se encontrava a vítima.

Anónimo disse...

Serão exercícios para testar a capacidade/conhecimentos dos bombeiros?
Ou algum simulacro de desgraça autárquica?

Anónimo disse...

Acidentalmaente visitei este blog e verifico ser este um problema importante para os habitantes de Almada.
Há um grande contraste. Os Almadenses alheiam-se do problema. Não há criticas à situação criada pelo executivo.
Daí eu oncluo que o blog está a mentir, a inventar situações.

Anónimo disse...

Já cá faltava um anónimo como o anterior ! Valente!
Acabei de visitar, não acidentalmente um outro blogue , o A-SUL onde também põem em causa as suas criticas, mas as imagens não mentem.