terça-feira, julho 08, 2008

Parece um Negócio Esquisito

Em...Almada, um comentário deixado hoje no post anterior, levou-nos a procurar a última edição do semanário regionalista "Notícias de Almada".

Folheando o jornal, na pág. 2 lemos esta notícia e ficámos surpreendidos com o "negócio" aprovado pelo executivo camarário e com as justificações vagas e pretensamente dissuasoras de Maria Emília de Sousa, respondendo às reservas colocadas pelo Vereador do PS Alberto Antunes, "quanto à posição da edilidade em todo este processo".

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"Câmara contrata arquitecto" ou foi obrigada a contratar?

O destaque da notícia e o primeiro parágrafo parecem indiciar características de um embrulho muito bem feito com fita a condizer.

De quem é o terreno?
A CMA obrigou-se por protocolo entre si e o grupo económico do antigo hipermercado a contratar os tais serviços de arquitectura por alguma contrapartida? E o montante a pagar pelo projecto estava definido de início ou seria para definir "a posteriori"?
E se a CMA desistisse de construir aí os Paços do Concelho e o Arquivo Histórico e vendesse o terreno, quanto teria de pagar ao grupo económico e ao arquitecto?
Haveria alguém disposto a comprar o terreno com a possível cláusula que a CMA aceitou e a amarrou a pagar 1,7 milhões de euros? Um negócio e pêras! Isto, é boa e transparente gestão da coisa pública? A Assembleia Municipal, ao tempo, não teve conhecimento dos termos do negócio?

66 comentários:

Anónimo disse...

Lendo a notícia parece que a Câmara foi obrigada a contratar.

alfacinha disse...

Em Almada tudo é possível quando há quem aceite que se a Câmara decide, decide bem.
É das competências da oposição questionar, pedir informações e esclarecimentos.Deve fazê-lo.
A presidente tem obrigação de dar sem vacilar, todos elementos necessários para avaliação das questões, caso contrário as dúvidas aumentam e não se dissipam.

Anónimo disse...

Penso que muito há a esclarecer:
1) Quem é o proprietário do terreno;
2) O contrato estabelecido entre a CMAlmada e o grupo Aucan;
3) A real necessidade da construção daqueles equipamentos, num concelho com graves carências a outros níveis mais prioritários;

É preciso interrogar a edilidade e é para isso que a oposição serve; ou estarei enganado?

Dr. Alberto Antunes continue a interrogar a edilidade e não se fique por aqui.

Anónimo disse...

Talvez seja caso para tentar saber quais as pessoas ligadas por laços familiares ou de amizade aos altos quadros da CMA que entraram para altos quadros do grupo Auchan.Lembram-se que em Lisboa a secretária pessoal de João Soares foi transferida directamente para a direcção do El Corte Ingles quando a CML cedeu os terrenos no topo do Eduardo VII? Que mais teremos aqui em Almada em completo segredo?
Oliveira

Anónimo disse...

Desde logo isto foi um bom negocio,ou seja.Se consede a instalação de dois espaços Pingo doce e o Jumbo e em cima decidem sobre o terreno isto e um negocio da China para quem?

Anónimo disse...

Alguém que informe o João Soares sobre o comentário anterior, já que é timbre deste dar resposta.
(MES ou) mas aos subditos o príncepe só diz o que quer e a mais não é obrigado (a). Estes nada devem perguntar. Somos subditos bem comportados. Alguns exageram em elogios como foi o caso de ontem na festa dos medalhados por parte do representante da Universidade Técnica do Monte. Críticas nem sonhar. Só os lamentos doridos de amor não correspondido pela magnífica voz de Teresa Salgueiro que trouxe do Brasil maviosos músicos ao interpretar belas canções de Don Jobim e outros do "choradinho".
Peço ao Administrador do blog que publique o que diz o Notícias de Almada sobre o MST da autoria de António Mendes, porque na minha rua não temos distribuição do jornal.Não se pense que há consenso no PS sobre o MST (nunca houve).
Ao comentário que perguntava se Maria José Esteves que em nome do PS leu a declaração sobre o encarte do Expresso, era do PS, respondo que sim e que pertence ao grupo de deputados deste grupo que na Assembleia Munucipal votaram contra a disponibilização dos terrenos para a realização das obras no Triângulo da Ramalha(Lopes Mendonça e Justino Lopes).
Enquanto ontem permaneceram na Academia 6 centenas de passoas em que os actores principais eram a consagração do poder instituído, nas Asembleias Municipais são pouco mais de uma dezena e no final resta a assistência institucional pouco mais de meia dúzia.
Assim não admira que no final a principal protagonista se tenha despedido com muita satisfação dos seus assessores. Para a Presidente foi um dia de glória abrilhantada pela presença em palco do condecorado Almirante da Escola Naval do Alfeite que compareceu impecavelmente fardado com outros elementos da Marinha e que souberam estar à altura da sua função ao serviço de Portugal.

Anónimo disse...

Esta mulher não tem vergonha nenhuma na cara.
Relativamente ao espaço deixado livre pelo antigo Pão de Açúcar,continua a dizer que está a trabalhar para o povo e que é para "dignificar o povo".
É preciso ter lata.

É PRECISO NÃO TER MESMO VERGONHA NENHUMA... depois do que tem feito aos moradores da Ramalha.

Tem havido muitos presidentes de câmara trafulhas, mas como esta nunca vi! É DEMAIS...

Anónimo disse...

A Marinha ao misturar-se com a Maria Emília está a meter água.
Um Almirante não deve precisar da MEmília para nada.
Se se submete a ela está a dar a borda.
É muita areia para a caminheta...

O negócio dos Paços do Concelho e Cia deve ser posto a olho nú.
O concelho tem muitas carências para ser enrolado ou embrulhado como refere o emalmada, com negócios destes.

residente disse...

Justiça seja feita confirmo o que diz anónimo das 4:24:00 PM.
Maria José Esteves do PS fez parte do grupo do PS que na Assembleia Municipal votou contra a disponibilização dos terrenos nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes para implantar aí o comboio da presidente.

Anónimo disse...

Parece que começam a rarear os que se quedam num sono estúpido.
A alvorada dos almadenses pode acontecer dentro de pouco tempo.

Esta administração já comeu o que tinha a comer.

Mas cuidado, senhores do PS. Nunca se mostrem em pré campanha ou em campanha, dizendo que se forem eleitos retiram benefícios aos trabalhadores.
Já aconteceu no passado. Espero que não aconteça no futuro.
Os que cometeram tão grande disparate sabem do que falo.

Não é com vinagre que se apanham moscas...

Anónimo disse...

Permito-me transcrever a declaração de voto dos vereadores do PS na sessão de Câmara em que o assunto do "edifício do poder local" foi apresentado (que não discutido, porque a discussão pressupõe aceitação de pontos de vista dos outros, e isso nunca acontece!):

Os Vereadores do Partido Socialista, confrontados com duas propostas relativas ao pedido de aprovação do estudo prévio, formulada pelo Grupo Auchan e a contratação do arquitecto Manuel Mendes Tainha para a elaboração dos projectos de arquitectura e especialidades para os edifícios do Poder local, do Arquivo Municipal e dos serviços Municipais, votaram contra pelas razões que, sucintamente, passam a expor:

Há muito tempo que Almada, sétimo município do país, exigia do seu executivo que solucionasse a questão da instalação dos respectivos eleitos e dos serviços da autarquia.

Com efeito, a presidência da Câmara Municipal de Almada vem ocupando um edifício emblemático da cidade, mas exíguo para o conjunto do poder local.

A Vereação, a Assembleia Municipal e todos os serviços encontram-se dispersos por cinco ou seis edifícios espalhados pelo concelho.

A maior parte deles foram construídos para habitação e foram sendo adquiridos ou arrendados pela Câmara Municipal de Almada que, posteriormente os adaptou a fins diferentes daqueles para que foram licenciados.

Além da dispersão existia e existe a questão da inadequação de muitos deles à função para que foram construídos.

Tem, assim, inteiro cabimento e pertinência a discussão e apresentação de um novo edifício destinado à concentração de serviços hoje dispersos por vários locais. Este debate e consequente decisão só peca por tardia.

Agora a escolha de uma nova localização de um novo edifício destinado ao executivo e respectivos serviços não pode ser um debate isolado de uma discussão sobre o ordenamento e desenvolvimento do concelho.

Mas, se este debate, na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista, era urgente e útil aos interesses gerais do concelho, constatamos, que a proposta formulada, longe de dar resposta às nossas preocupações, era completamente omissa e assentava até em bases que nos parecem discutíveis.

Com efeito, o pedido de aprovação de localização era formulado, na proposta ida a sessão de Câmara, pelo grupo Auchan e assentava num protocolo celebrado, inicialmente pelo grupo Pão de Açúcar e depois transmitido aquela.

O requerente é um grupo económico, que se dedica ao Comércio de retalho e que, tendo interesses no desenvolvimento imobiliário de um espaço que é proprietário, aceita pedir a localização para outro espaço, propriedade do município, e contíguo ou próximo do espaço que pretende desenvolver urbanisticamente.

A escolha da localização é, portanto, uma proposta do grupo Auchan e serve os seus interesses.

Na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista está muito longe de servir os interesses gerais do concelho.

Mesmo sendo feito ao abrigo de um protocolo, figura de estilo que o modelo comunista utiliza em toda a península de Setúbal, está longe de servir para propor e discutir decisões que deviam ser objecto de uma análise isenta e em que pudessem ser aduzidas vantagens e inconvenientes de tal solução. Contrapondo alternativas.

O Partido Socialista tinha e tem ideias claras quanto ao contributo deste equipamento para um novo paradigma de desenvolvimento e reabilitação de outras zonas do concelho.

De resto, este debate estava destinado ao insucesso porque havia já a encomenda ao encarte no “Jornal Expresso”.

A proposta da Auchan, baseada no protocolo assinado, destina-se a servir os interesses desta empresa e a propaganda da maioria no executivo que tem necessidade de anunciar um concelho virtual.

Todos recordamos os magníficos encartes do Expresso que precederam o anterior acto eleitoral. A obra era bela e estava muito bem apresentada.

Curiosamente se realizarmos uma curta retrospectiva existem dois projectos concretizados: MST e Jardim Urbano. Nenhum deles da responsabilidade da Câmara.


É a construção de um concelho virtual e não de um concelho que tenha em conta as pessoas, os seus interesses, as empresas, a criação de riqueza e a sua fixação.

No futuro o PCP, força maioritária neste executivo, terá de solicitar o voto não para si, mas para o Grupo Auchan, que propõe a localização do edifício do Poder Local.
Nem sequer admira que assim seja.

Já foi o Grupo MDC – proprietário do Almada Fórum - a estrela da campanha eleitoral de 1977 .

Mesmo que isso signifique arrasar e destruir o comércio tradicional do concelho.

O Partido Socialista não é contra a existência de empresas privadas e contra os Grupos Económicos.

Nem nunca andou a gritar abaixo o capitalismo, nem desencadeou campanhas contra o capitalismo monopolista.

O Partido Socialista aceita, na prática, e respeita as empresas e os empresários.

E acha que elas são úteis e imprescindíveis ao desenvolvimento do concelho.

Agora uma coisa é respeitar os empresários e as empresas, outra é pedir-lhes que sejam eles a definir a localização de estruturas concelhias.

Não houve, assim, debate sobre a localização de um edifício destinado aos serviços do município.

O PCP trouxe uma proposta apresentada pelo grupo Auchan e fê-la aprovar.

Não avançou com argumentos que fundamentassem a localização do edifício naquele local e não noutro do concelho.

Os Vereadores do Partido Socialista tinham e têm ideias sobre uma eventual localização diferente e a importância do edifício para o desenvolvimento do concelho.

A esta bizarra forma de decidir os destinos de Almada, os Vereadores do Partido Socialista disseram claramente não, recusando o seu voto à proposta apresentada pelo Grupo Auchan.

Face à forma como a proposta foi apresentada e aos argumentos aduzidos pela maioria esta proposta mereceria o nosso voto desfavorável.

Mas votámos, ainda, contra pelas seguintes razões:



1. Interrompe o curso de uma linha de água
2. Situa-se junto de uma via de comunicação e rotunda com excesso de trânsito e, portanto, de difícil inserção na malha viária.
3. Inutiliza uma área significativa do espaço do Parque da Paz, vendido durante anos e anos como o maior parque urbano do País e, agora, sucessivamente retalhada para os mais diferentes fins.
4. O acesso pedonal far-se-á através de ponte aérea, que sobre passa uma das mais congestionadas vias de Almada.
5. Não está disponível, segundo informação do arquitecto, para receber e utilizar energias alternativas.
6. Ficará a fechar a maior mancha betonizada do concelho, considerando o edificado existente e aquele que a maioria acordou com o Grupo Auchan e virá a ser aprovada para o local, nos termos dos compromissos que a maioria assumiu com aquele grupo económico e que os vereadores do PS desconhecem.
7. Não constitui um pólo que possa impulsionar o desenvolvimento ou a recuperação de uma zona do concelho.
8. Os acessos além de difíceis são também de difícil limpeza, prevendo nós que possa repetir-se o que habitualmente sucede na área da Braga-Parques.


Mas votamos igualmente contra a proposta de contratação do arquitecto porque é:

- 1º É uma proposta que não respeita as regras de aquisição de bens e serviços.
- 2º Não aceitamos, com critério para a contratação, ter sido escolhido pelo Grupo Auchan para fazer o estudo prévio e, por isso, deter direitos de autor sobre o projecto.
Os Vereadores do Partido Socialista, confrontados com duas propostas relativas ao pedido de aprovação do estudo prévio, formulada pelo Grupo Auchan e a contratação do arquitecto Manuel Mendes Tainha para a elaboração dos projectos de arquitectura e especialidades para os edifícios do Poder local, do Arquivo Municipal e dos serviços Municipais, votaram contra pelas razões que, sucintamente, passam a expor:

Há muito tempo que Almada, sétimo município do país, exigia do seu executivo que solucionasse a questão da instalação dos respectivos eleitos e dos serviços da autarquia.

Com efeito, a presidência da Câmara Municipal de Almada vem ocupando um edifício emblemático da cidade, mas exíguo para o conjunto do poder local.

A Vereação, a Assembleia Municipal e todos os serviços encontram-se dispersos por cinco ou seis edifícios espalhados pelo concelho.

A maior parte deles foram construídos para habitação e foram sendo adquiridos ou arrendados pela Câmara Municipal de Almada que, posteriormente os adaptou a fins diferentes daqueles para que foram licenciados.

Além da dispersão existia e existe a questão da inadequação de muitos deles à função para que foram construídos.

Tem, assim, inteiro cabimento e pertinência a discussão e apresentação de um novo edifício destinado à concentração de serviços hoje dispersos por vários locais. Este debate e consequente decisão só peca por tardia.

Agora a escolha de uma nova localização de um novo edifício destinado ao executivo e respectivos serviços não pode ser um debate isolado de uma discussão sobre o ordenamento e desenvolvimento do concelho.

Mas, se este debate, na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista, era urgente e útil aos interesses gerais do concelho, constatamos, que a proposta formulada, longe de dar resposta às nossas preocupações, era completamente omissa e assentava até em bases que nos parecem discutíveis.

Com efeito, o pedido de aprovação de localização era formulado, na proposta ida a sessão de Câmara, pelo grupo Auchan e assentava num protocolo celebrado, inicialmente pelo grupo Pão de Açúcar e depois transmitido aquela.

O requerente é um grupo económico, que se dedica ao Comércio de retalho e que, tendo interesses no desenvolvimento imobiliário de um espaço que é proprietário, aceita pedir a localização para outro espaço, propriedade do município, e contíguo ou próximo do espaço que pretende desenvolver urbanisticamente.

A escolha da localização é, portanto, uma proposta do grupo Auchan e serve os seus interesses.

Na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista está muito longe de servir os interesses gerais do concelho.

Mesmo sendo feito ao abrigo de um protocolo, figura de estilo que o modelo comunista utiliza em toda a península de Setúbal, está longe de servir para propor e discutir decisões que deviam ser objecto de uma análise isenta e em que pudessem ser aduzidas vantagens e inconvenientes de tal solução. Contrapondo alternativas.

O Partido Socialista tinha e tem ideias claras quanto ao contributo deste equipamento para um novo paradigma de desenvolvimento e reabilitação de outras zonas do concelho.

De resto, este debate estava destinado ao insucesso porque havia já a encomenda ao encarte no “Jornal Expresso”.

A proposta da Auchan, baseada no protocolo assinado, destina-se a servir os interesses desta empresa e a propaganda da maioria no executivo que tem necessidade de anunciar um concelho virtual.

Todos recordamos os magníficos encartes do Expresso que precederam o anterior acto eleitoral. A obra era bela e estava muito bem apresentada.

Curiosamente se realizarmos uma curta retrospectiva existem dois projectos concretizados: MST e Jardim Urbano. Nenhum deles da responsabilidade da Câmara.


É a construção de um concelho virtual e não de um concelho que tenha em conta as pessoas, os seus interesses, as empresas, a criação de riqueza e a sua fixação.

No futuro o PCP, força maioritária neste executivo, terá de solicitar o voto não para si, mas para o Grupo Auchan, que propõe a localização do edifício do Poder Local.
Nem sequer admira que assim seja.

Já foi o Grupo MDC – proprietário do Almada Fórum - a estrela da campanha eleitoral de 1977 .

Mesmo que isso signifique arrasar e destruir o comércio tradicional do concelho.

O Partido Socialista não é contra a existência de empresas privadas e contra os Grupos Económicos.

Nem nunca andou a gritar abaixo o capitalismo, nem desencadeou campanhas contra o capitalismo monopolista.

O Partido Socialista aceita, na prática, e respeita as empresas e os empresários.

E acha que elas são úteis e imprescindíveis ao desenvolvimento do concelho.

Agora uma coisa é respeitar os empresários e as empresas, outra é pedir-lhes que sejam eles a definir a localização de estruturas concelhias.

Não houve, assim, debate sobre a localização de um edifício destinado aos serviços do município.

O PCP trouxe uma proposta apresentada pelo grupo Auchan e fê-la aprovar.

Não avançou com argumentos que fundamentassem a localização do edifício naquele local e não noutro do concelho.

Os Vereadores do Partido Socialista tinham e têm ideias sobre uma eventual localização diferente e a importância do edifício para o desenvolvimento do concelho.

A esta bizarra forma de decidir os destinos de Almada, os Vereadores do Partido Socialista disseram claramente não, recusando o seu voto à proposta apresentada pelo Grupo Auchan.

Face à forma como a proposta foi apresentada e aos argumentos aduzidos pela maioria esta proposta mereceria o nosso voto desfavorável.

Mas votámos, ainda, contra pelas seguintes razões:



1. Interrompe o curso de uma linha de água
2. Situa-se junto de uma via de comunicação e rotunda com excesso de trânsito e, portanto, de difícil inserção na malha viária.
3. Inutiliza uma área significativa do espaço do Parque da Paz, vendido durante anos e anos como o maior parque urbano do País e, agora, sucessivamente retalhada para os mais diferentes fins.
4. O acesso pedonal far-se-á através de ponte aérea, que sobre passa uma das mais congestionadas vias de Almada.
5. Não está disponível, segundo informação do arquitecto, para receber e utilizar energias alternativas.
6. Ficará a fechar a maior mancha betonizada do concelho, considerando o edificado existente e aquele que a maioria acordou com o Grupo Auchan e virá a ser aprovada para o local, nos termos dos compromissos que a maioria assumiu com aquele grupo económico e que os vereadores do PS desconhecem.
7. Não constitui um pólo que possa impulsionar o desenvolvimento ou a recuperação de uma zona do concelho.
8. Os acessos além de difíceis são também de difícil limpeza, prevendo nós que possa repetir-se o que habitualmente sucede na área da Braga-Parques.


Mas votamos igualmente contra a proposta de contratação do arquitecto porque é:

- 1º É uma proposta que não respeita as regras de aquisição de bens e serviços.
- 2º Não aceitamos, com critério para a contratação, ter sido escolhido pelo Grupo Auchan para fazer o estudo prévio e, por isso, deter direitos de autor sobre o projecto.
Os Vereadores do Partido Socialista, confrontados com duas propostas relativas ao pedido de aprovação do estudo prévio, formulada pelo Grupo Auchan e a contratação do arquitecto Manuel Mendes Tainha para a elaboração dos projectos de arquitectura e especialidades para os edifícios do Poder local, do Arquivo Municipal e dos serviços Municipais, votaram contra pelas razões que, sucintamente, passam a expor:

Há muito tempo que Almada, sétimo município do país, exigia do seu executivo que solucionasse a questão da instalação dos respectivos eleitos e dos serviços da autarquia.

Com efeito, a presidência da Câmara Municipal de Almada vem ocupando um edifício emblemático da cidade, mas exíguo para o conjunto do poder local.

A Vereação, a Assembleia Municipal e todos os serviços encontram-se dispersos por cinco ou seis edifícios espalhados pelo concelho.

A maior parte deles foram construídos para habitação e foram sendo adquiridos ou arrendados pela Câmara Municipal de Almada que, posteriormente os adaptou a fins diferentes daqueles para que foram licenciados.

Além da dispersão existia e existe a questão da inadequação de muitos deles à função para que foram construídos.

Tem, assim, inteiro cabimento e pertinência a discussão e apresentação de um novo edifício destinado à concentração de serviços hoje dispersos por vários locais. Este debate e consequente decisão só peca por tardia.

Agora a escolha de uma nova localização de um novo edifício destinado ao executivo e respectivos serviços não pode ser um debate isolado de uma discussão sobre o ordenamento e desenvolvimento do concelho.

Mas, se este debate, na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista, era urgente e útil aos interesses gerais do concelho, constatamos, que a proposta formulada, longe de dar resposta às nossas preocupações, era completamente omissa e assentava até em bases que nos parecem discutíveis.

Com efeito, o pedido de aprovação de localização era formulado, na proposta ida a sessão de Câmara, pelo grupo Auchan e assentava num protocolo celebrado, inicialmente pelo grupo Pão de Açúcar e depois transmitido aquela.

O requerente é um grupo económico, que se dedica ao Comércio de retalho e que, tendo interesses no desenvolvimento imobiliário de um espaço que é proprietário, aceita pedir a localização para outro espaço, propriedade do município, e contíguo ou próximo do espaço que pretende desenvolver urbanisticamente.

A escolha da localização é, portanto, uma proposta do grupo Auchan e serve os seus interesses.

Na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista está muito longe de servir os interesses gerais do concelho.

Mesmo sendo feito ao abrigo de um protocolo, figura de estilo que o modelo comunista utiliza em toda a península de Setúbal, está longe de servir para propor e discutir decisões que deviam ser objecto de uma análise isenta e em que pudessem ser aduzidas vantagens e inconvenientes de tal solução. Contrapondo alternativas.

O Partido Socialista tinha e tem ideias claras quanto ao contributo deste equipamento para um novo paradigma de desenvolvimento e reabilitação de outras zonas do concelho.

De resto, este debate estava destinado ao insucesso porque havia já a encomenda ao encarte no “Jornal Expresso”.

A proposta da Auchan, baseada no protocolo assinado, destina-se a servir os interesses desta empresa e a propaganda da maioria no executivo que tem necessidade de anunciar um concelho virtual.

Todos recordamos os magníficos encartes do Expresso que precederam o anterior acto eleitoral. A obra era bela e estava muito bem apresentada.

Curiosamente se realizarmos uma curta retrospectiva existem dois projectos concretizados: MST e Jardim Urbano. Nenhum deles da responsabilidade da Câmara.


É a construção de um concelho virtual e não de um concelho que tenha em conta as pessoas, os seus interesses, as empresas, a criação de riqueza e a sua fixação.

No futuro o PCP, força maioritária neste executivo, terá de solicitar o voto não para si, mas para o Grupo Auchan, que propõe a localização do edifício do Poder Local.
Nem sequer admira que assim seja.

Já foi o Grupo MDC – proprietário do Almada Fórum - a estrela da campanha eleitoral de 1977 .

Mesmo que isso signifique arrasar e destruir o comércio tradicional do concelho.

O Partido Socialista não é contra a existência de empresas privadas e contra os Grupos Económicos.

Nem nunca andou a gritar abaixo o capitalismo, nem desencadeou campanhas contra o capitalismo monopolista.

O Partido Socialista aceita, na prática, e respeita as empresas e os empresários.

E acha que elas são úteis e imprescindíveis ao desenvolvimento do concelho.

Agora uma coisa é respeitar os empresários e as empresas, outra é pedir-lhes que sejam eles a definir a localização de estruturas concelhias.

Não houve, assim, debate sobre a localização de um edifício destinado aos serviços do município.

O PCP trouxe uma proposta apresentada pelo grupo Auchan e fê-la aprovar.

Não avançou com argumentos que fundamentassem a localização do edifício naquele local e não noutro do concelho.

Os Vereadores do Partido Socialista tinham e têm ideias sobre uma eventual localização diferente e a importância do edifício para o desenvolvimento do concelho.

A esta bizarra forma de decidir os destinos de Almada, os Vereadores do Partido Socialista disseram claramente não, recusando o seu voto à proposta apresentada pelo Grupo Auchan.

Face à forma como a proposta foi apresentada e aos argumentos aduzidos pela maioria esta proposta mereceria o nosso voto desfavorável.

Mas votámos, ainda, contra pelas seguintes razões:



1. Interrompe o curso de uma linha de água
2. Situa-se junto de uma via de comunicação e rotunda com excesso de trânsito e, portanto, de difícil inserção na malha viária.
3. Inutiliza uma área significativa do espaço do Parque da Paz, vendido durante anos e anos como o maior parque urbano do País e, agora, sucessivamente retalhada para os mais diferentes fins.
4. O acesso pedonal far-se-á através de ponte aérea, que sobre passa uma das mais congestionadas vias de Almada.
5. Não está disponível, segundo informação do arquitecto, para receber e utilizar energias alternativas.
6. Ficará a fechar a maior mancha betonizada do concelho, considerando o edificado existente e aquele que a maioria acordou com o Grupo Auchan e virá a ser aprovada para o local, nos termos dos compromissos que a maioria assumiu com aquele grupo económico e que os vereadores do PS desconhecem.
7. Não constitui um pólo que possa impulsionar o desenvolvimento ou a recuperação de uma zona do concelho.
8. Os acessos além de difíceis são também de difícil limpeza, prevendo nós que possa repetir-se o que habitualmente sucede na área da Braga-Parques.


Mas votamos igualmente contra a proposta de contratação do arquitecto porque é:

- 1º É uma proposta que não respeita as regras de aquisição de bens e serviços.
- 2º Não aceitamos, com critério para a contratação, ter sido escolhido pelo Grupo Auchan para fazer o estudo prévio e, por isso, deter direitos de autor sobre o projecto.

Anónimo disse...

Ao fazer Copy/Paste, algo correu mal.... por isso vou tentar novamente...
Os Vereadores do Partido Socialista, confrontados com duas propostas relativas ao pedido de aprovação do estudo prévio, formulada pelo Grupo Auchan e a contratação do arquitecto Manuel Mendes Tainha para a elaboração dos projectos de arquitectura e especialidades para os edifícios do Poder local, do Arquivo Municipal e dos serviços Municipais, votaram contra pelas razões que, sucintamente, passam a expor:

Há muito tempo que Almada, sétimo município do país, exigia do seu executivo que solucionasse a questão da instalação dos respectivos eleitos e dos serviços da autarquia.

Com efeito, a presidência da Câmara Municipal de Almada vem ocupando um edifício emblemático da cidade, mas exíguo para o conjunto do poder local.

A Vereação, a Assembleia Municipal e todos os serviços encontram-se dispersos por cinco ou seis edifícios espalhados pelo concelho.

A maior parte deles foram construídos para habitação e foram sendo adquiridos ou arrendados pela Câmara Municipal de Almada que, posteriormente os adaptou a fins diferentes daqueles para que foram licenciados.

Além da dispersão existia e existe a questão da inadequação de muitos deles à função para que foram construídos.

Tem, assim, inteiro cabimento e pertinência a discussão e apresentação de um novo edifício destinado à concentração de serviços hoje dispersos por vários locais. Este debate e consequente decisão só peca por tardia.

Agora a escolha de uma nova localização de um novo edifício destinado ao executivo e respectivos serviços não pode ser um debate isolado de uma discussão sobre o ordenamento e desenvolvimento do concelho.

Mas, se este debate, na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista, era urgente e útil aos interesses gerais do concelho, constatamos, que a proposta formulada, longe de dar resposta às nossas preocupações, era completamente omissa e assentava até em bases que nos parecem discutíveis.

Com efeito, o pedido de aprovação de localização era formulado, na proposta ida a sessão de Câmara, pelo grupo Auchan e assentava num protocolo celebrado, inicialmente pelo grupo Pão de Açúcar e depois transmitido aquela.

O requerente é um grupo económico, que se dedica ao Comércio de retalho e que, tendo interesses no desenvolvimento imobiliário de um espaço que é proprietário, aceita pedir a localização para outro espaço, propriedade do município, e contíguo ou próximo do espaço que pretende desenvolver urbanisticamente.

A escolha da localização é, portanto, uma proposta do grupo Auchan e serve os seus interesses.

Na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista está muito longe de servir os interesses gerais do concelho.

Mesmo sendo feito ao abrigo de um protocolo, figura de estilo que o modelo comunista utiliza em toda a península de Setúbal, está longe de servir para propor e discutir decisões que deviam ser objecto de uma análise isenta e em que pudessem ser aduzidas vantagens e inconvenientes de tal solução. Contrapondo alternativas.

O Partido Socialista tinha e tem ideias claras quanto ao contributo deste equipamento para um novo paradigma de desenvolvimento e reabilitação de outras zonas do concelho.

De resto, este debate estava destinado ao insucesso porque havia já a encomenda ao encarte no “Jornal Expresso”.

A proposta da Auchan, baseada no protocolo assinado, destina-se a servir os interesses desta empresa e a propaganda da maioria no executivo que tem necessidade de anunciar um concelho virtual.

Todos recordamos os magníficos encartes do Expresso que precederam o anterior acto eleitoral. A obra era bela e estava muito bem apresentada.

Curiosamente se realizarmos uma curta retrospectiva existem dois projectos concretizados: MST e Jardim Urbano. Nenhum deles da responsabilidade da Câmara.


É a construção de um concelho virtual e não de um concelho que tenha em conta as pessoas, os seus interesses, as empresas, a criação de riqueza e a sua fixação.

No futuro o PCP, força maioritária neste executivo, terá de solicitar o voto não para si, mas para o Grupo Auchan, que propõe a localização do edifício do Poder Local.
Nem sequer admira que assim seja.

Já foi o Grupo MDC – proprietário do Almada Fórum - a estrela da campanha eleitoral de 1977 .

Mesmo que isso signifique arrasar e destruir o comércio tradicional do concelho.

O Partido Socialista não é contra a existência de empresas privadas e contra os Grupos Económicos.

Nem nunca andou a gritar abaixo o capitalismo, nem desencadeou campanhas contra o capitalismo monopolista.

O Partido Socialista aceita, na prática, e respeita as empresas e os empresários.

E acha que elas são úteis e imprescindíveis ao desenvolvimento do concelho.

Agora uma coisa é respeitar os empresários e as empresas, outra é pedir-lhes que sejam eles a definir a localização de estruturas concelhias.

Não houve, assim, debate sobre a localização de um edifício destinado aos serviços do município.

O PCP trouxe uma proposta apresentada pelo grupo Auchan e fê-la aprovar.

Não avançou com argumentos que fundamentassem a localização do edifício naquele local e não noutro do concelho.

Os Vereadores do Partido Socialista tinham e têm ideias sobre uma eventual localização diferente e a importância do edifício para o desenvolvimento do concelho.

A esta bizarra forma de decidir os destinos de Almada, os Vereadores do Partido Socialista disseram claramente não, recusando o seu voto à proposta apresentada pelo Grupo Auchan.

Face à forma como a proposta foi apresentada e aos argumentos aduzidos pela maioria esta proposta mereceria o nosso voto desfavorável.

Mas votámos, ainda, contra pelas seguintes razões:



1. Interrompe o curso de uma linha de água
2. Situa-se junto de uma via de comunicação e rotunda com excesso de trânsito e, portanto, de difícil inserção na malha viária.
3. Inutiliza uma área significativa do espaço do Parque da Paz, vendido durante anos e anos como o maior parque urbano do País e, agora, sucessivamente retalhada para os mais diferentes fins.
4. O acesso pedonal far-se-á através de ponte aérea, que sobre passa uma das mais congestionadas vias de Almada.
5. Não está disponível, segundo informação do arquitecto, para receber e utilizar energias alternativas.
6. Ficará a fechar a maior mancha betonizada do concelho, considerando o edificado existente e aquele que a maioria acordou com o Grupo Auchan e virá a ser aprovada para o local, nos termos dos compromissos que a maioria assumiu com aquele grupo económico e que os vereadores do PS desconhecem.
7. Não constitui um pólo que possa impulsionar o desenvolvimento ou a recuperação de uma zona do concelho.
8. Os acessos além de difíceis são também de difícil limpeza, prevendo nós que possa repetir-se o que habitualmente sucede na área da Braga-Parques.


Mas votamos igualmente contra a proposta de contratação do arquitecto porque é:

- 1º É uma proposta que não respeita as regras de aquisição de bens e serviços.
- 2º Não aceitamos, com critério para a contratação, ter sido escolhido pelo Grupo Auchan para fazer o estudo prévio e, por isso, deter direitos de autor sobre o projecto.

Anónimo disse...

Seja benvinda a pública a tomada de posição do PS sobre este assunto.
Mais uma vez apelo ao PS Almada que se quer, no futuro, estar à frente dos destinos de Almada, etem toda a legitimidade a almejar essa posição, tem de ser dar a conhecer aos almadenses. De se dar a conhecer e dar a conhecer as suas propostas. Este método de escrever nos blogs de temática local , como o EmAlmada, é apenas um dos meios que podem utilizar.
Avancem, porque Almada necessita, urgentemente, de uma alternativa.

EMALMADA disse...

Ao elaborar este post, baseado na notícia vinda no Notícias de Almada" e divulgar aqui o assunto que parecia ESQUISITO, como se disse, não supunhamos que o mesmo parecesse tão grave e lesivo dos interesses do concelho, dos almadenses e da população.
Estranhos a proposta da localização de edifícios municipais por estranhos, que se sobrepôem à população, com o executivo camarário a baixar-se e submeter-se desta maneira ?
Aqui há gato ou parece haver grandes e manhosas manobras.
Ainda por cima a presidente na tentaiva de defesa de "seu" eldorado-principe, o citado projecto do grupo, diz: " não é um projecto de propaganda, mas, sim um trabalho para o povo, pensando para dignificar e respeitar o povo".
Que povo?
É preciso ter uma grande lata!
MUITA DEMAGOGIA.


Que mais terá eventualmente acontecido com projectos deste executivo que trabalha para o "povo", respeita o "povo" em parceria com grupos capitalistas cujo objectivo é lucro, lucro, lucro, mais lucro e só lucro?

É urgente que os almadenses se interessem pelo concelho, para o livrar destes negócios.

Anónimo disse...

Li os anteriores comentários e fiquei intrigado.
Alguém poderá dar a informação?
Qual o voto dos vereadores do PSD no assunto?

Anónimo disse...

Quem tem rabos de palha?
Ninguém esteve na cuja reunião de Cãmara.
Almada está a ficar amorfa, estéril em democracia, rendida à vida fácil pela oposição.
Dá a impressão que fica tudo entre amigos com vénias e salamaleques de circunstância.

Anónimo disse...

O anterior anónimo não parece ter lido os comentários anteriores feitos a este post. Tem um conceito ou preconceito, não cura de se informar junto do PSD, cujo líder é Nuno Matias, não lê o que o Veredor Alberto Antunes disse na sessão de Câmara e vai disto. O que quer dizer que Almada está rendida à vida fácil pela oposição?
Será que já experimentou ser oposoição em Almada?
É que ninguém diria que é fácil.
Perguntem a todos os que foram vereadores da oposição nestes últimos 20 anos ou membros da Assembleia Municipal.
Pergunte ao Dr. Fernando Pena que tem mostrado neste blog de forma frontal as suas opiniões. O eleitorado não lhe renovou o mandato o que na minha opinião foi uma vitória para o PCP mas um empobrecimento para a democracia em Almada.
Apesar da nossa czarina preferir que os interessados vão às reuniões públicas da Câmara, o que repete constantemente, não deixem de ir às Assembleias Municipais, para que entre a verdade e as vossas opiniões haja maior proximidade, abolindo preconceitos que não correspondem a factos.
Boa pergunta foi a que alguém fez de como terá votado o PSD.
Vereador Pedro Roque, vereador Salgueiro ou outro não quer vir a terreiro responder à pergunta? Também estou curioso. Hoje vi uma carruagem do metro com aberrante publicidade ao Busness Center do Pragal. Outros edifícios para escritórios no Centro Sul: muito terciário para Almada. Assim haja quem tenha negócios capazes de suportar os elevados custos desses espaços.

Anónimo disse...

Há a probabilidade da obra a executar no Centro Sul ser, seria (á)entregue a qualquer empresa em sul da margem de cá, e por afinidades de militância e uma pitada de vergonha não é oportuno que alguém do psd diga da votação.

Anónimo disse...

o anónimo anterior tem dificuladade em se fazer entender.
Quereria dizer "empresa a sul do Tejo" ?

Ponto Verde disse...

Portugal , um dos países MAIS POBRES da União Europeia!

Margem Sul , uma das regiões mais pobres e com mais problemas de Portugal, assim o parece pela agitação constante de várias Comissões de Utentes.

Almada e Seixal, dois concelhos vizinhos desta região "constroem" quase em simultâneu Majestosos (e desnecessários) Paços do Concelho...

Algo está mal, ou a crise não passa por aqui, ou há petróleo nesta Banda... é que "quem cabritos vende e cabras não tem...de algum lado vem..."

As declarações de dependência de um Grande Grupo económico serão um estalo de luva branca para o autarca do Seixal...???

Anónimo disse...

Sul, a Sul, em Sul: não ´~ao sinónimos. Mas quem escreveu "em sul" quer dizer algo nas entrelinhas.
Informe-se leitor que não percebeu os dúbios sentidos. Se tiver dificuldades meta explicador.

Sotnas disse...

Ponto Verde,
Normalmente estou de acordo com as opiniões, mas não desta vez quando diz que a Margem Sul é uma das regiões mais pobres do país. E sabe porque não estou de acordo? Porque não é verdade! Na Margem Sul há 5 concelhos - Almada, Seixal, Setúbal, Alcochete e Montijo - que se encontram entre os 25 mais ricos do país em termos de PIB per capita/poder de compra.
Portanto, primeiro não é verdade. Segundo, devemos deitar para rejeitar a política do miserabilismo, que é com o que as autarquias CDU nos têm presenteado em todos estes anos.
A Margem Sul tem problemas ? Claro que sim. Que região os não tem?
Mas não é por dizermos que é a mais pobre região do país (o que, repito, não é verdade) que responsabilizamos mais as autarquias CDU pelos problemas que cá existem. Porque se, apesar de tudo, a Margem Sul é das regiões mais ricas do país, não o é pelo facto de nela haver tantas autarquias CDU, é pela proximidade a Lisboa e à Grande Lisboa.
As autarquias CDU apenas têm constituído um constrangimento ao maior desenvolvimento da Margem Sul. Sem a CDU à frente, e com menos miserabilismo, a Margem Sul podia estar ainda melhor colocada no ranking do desenvolvimento português. O que eu pretendo para a Margem Sul é que ombreemos com os melhores a nível nacional e não sempre esta (sua também) "apagada e vil tristeza" parafraseando o poeta. Por isso, Ponto Verde, peço-lhe não vá por aí que não é esse o caminho certo. Não alinhe com o preconceito anti-Margem Sul.

Sotnas disse...

Descobri hoje, uma coisa chamada TVALMADA - www.tvalmada.pt - que, segundo parece, é uma espécie de TV online.
Sabem dar mais informações sobre esta TV, designadamente sobre quem o "dono"?

Anónimo disse...

Basta ver os videos para se ficar a saber que o dono é o mesmo da cma.

Fernando Sousa da Pena disse...

É bonita a isenção como intenção declarada. Mas o vídeo de abertura sobre os méritos da obra feita e o ícone do criminoso Che logo na primeira página não deixam grandes dúvidas sobre a «imparcialidade» da coisa.

A um ano das eleições, e com Almada num estado de decadência acelerada, as operações de cosmética, dignas dos democráticos regimes de Havana ou Pyongyang, querem mostrar-nos um mundo de ilusão, uma "second life" de uma cidade que compromete assustadoramente o seu futuro.

Anónimo disse...

Num momento social e económico em que o maior desenvolvimento global são as comunicações a CMA quer centralizar todos os serviços como se estivesse ainda no século dezanove. De facto, à pouco mais de uma decada atrás, faria todo o sentido centralizar o mais posssível todos os serviços, as comunicações entre departamentos faziam-se por telefone ou estafetas dificultando a racionalização dos serviços e impedindo uma articulação automática entre eles.Deve vir daí a ideia de construir de raiz um imóvel onde fosse possível, num breve espaço de tempo,comunicar a todas as hierarquias os pedidos de decisão;no entanto os tempos mudaram e as tecnologias acompanharam e muitas vezes empurraram as mudanças fazendo com que soluções razoáveis ao tempo se tornassem prejudiciais no presente.Assim, um projecto de construção como o que é apresentado pela CMA, é altamente contraproducente, vem ao contrário dos sinais do tempo e mais grave ainda, terá como consequência um empobrecimento da cidade de Almada pois ao retirar do centro os vários departamentos vai contribuir para um acentuado deficite económico das zonas em causa. Contrariando a carta de Leipzig, verificamos que a tendencia do betão se proximar dos espaços verdes é um facto e a CMA mais uma vez segue em frente convicta que o futuro será aquilo que desejam não o que a realidade nos demonstra.
Oliveira

Sotnas disse...

Já explorei um pouco mais o TVAlmada e não restam dúvidas: é mais um instrumento da CDU/CMAlmada na propaganda demagógica.

Anónimo disse...

Aquela treta da TV Almada não passa de uma farsa.
Demora uma infinidade de tempo para ligar ao elemento multimedia.
Creio que pertence a um fulano que há muito tempo anda com a mania que é fotógrafo, realizador, que em tempos rondou a CMA para alinhar no projecto em que ninguém acreditava senão ele.
Em determinada altura tinha uma espécie de estúdios na Rua Fernando Pessoa, na Cova da Piedade em frente aos CTT.

Anónimo disse...

Parabens! ja temos TV.MES. 25 anos de poder local.

Anónimo disse...

O ridiculo existe em Almada (concelho).
Como se vem referindo no blog,aqui no concelho, existe o culto do miserabilismo. A exploração das carências dos excluídos socialmente é uma realidade, o pcp e a CMA fazem-no com mestria.
No concelho de Almada estamos fartos desta política do choradinho antifascista e da demagogia barata para nos explorarem mas encherem os bolsos, como se estivessemos em 1975.
Temos de dizer basta, chega, é demais. É preciso banir do horizonte do concelho estes inúteis e não permitir que outros iguais, deste ou de outro partido, tomem o seu lugar.
Quem está à frente do concelho, na Cãmara, é ridícula e é preciso dizê-lo com todas as letras R I D Í C U L A.

Essa da TV é mais uma a revelar quanto ridícula e triste ela é.Anda a gastar aquilo que é necessário para desenvolver Almada.

Grandes obras com a miséria e o subdsenvolvimento ao lado. São assim os regimes totalitários que amordaçam o povo.

Anónimo disse...

Pensem bem,
MESousa não quer nem pode desenvolver Almada. Se Almada um dia se vier a transformar num bom concelho, desenvolvido e com qualidade de vida, nele não haverá lugar para a CDU nem para as MESousa deste mundo à frente da CMAlmada. CDU rima com sub-desenvolvimento.

alerta disse...

Certínho
Totalmente de acordo.
Só os da oposição não perceberam. Estão caladinhos os partidos PS e PSD. Colaboram com ela. O MST é um flagrante na concordância dos opositores.As cupulas fizeram o negócio e as bases calam-se.
São mais de 400 milhões de euros mandados fora para os bolsos de muita gente. Não dos necessitados.Dos comilões em obras públicas com a destruição da vida de Almada, do concelho.
Almada já foi.
CDU/PCP e Maria Emília rimam com o mais profundo subdesenvolvimento para o povo.
A nomenklatura e os intelectuais do partido e os espertos, assim como os capitalistas amigos do partido essa governam-se.

Anónimo disse...

O que terá levado MES a desabafar que o MST anda vazio?
Onde está a sustentabilidade de um tal Plano de Acessibilidades XXI?
Onde está Almada, aquela de que nós gostamos?
Onde pára a oposição?
Ou melhor, existe oposição?

Anónimo disse...

Essa da TVALMADA vê-se mesmo que visa os tais "menos de 20 meses" que faltam para as eleiões, como disse a czarina numa recente reunião da AM!
Tudo é pensado ao milímetro, mas há algo que me intriga: será que ela vai voltar a ser candidata?
Acho-a muito mole para isso ser verdade! até já comete "gaffes", (como nunca acontecia), e perdeu entusiasmo e verborreia. Isto pôde ser observado no domingo passado no Festival de Teatro em que homenagearam um "farsola" que pelos vistos lhes faz alguns fretes( ou então não levaria a homenagem!).
Ela, a czarina, a enganar-se e confundir cenógrafo com encenador,ou com figurinista, saíndo cenegrafista.
Há 2 anos, numa realização identica foi apupada pelo público presente por estar a levar longe demais as loas que dizia, desta vez, foi parca em palavras: ou o homenageado não tinha ponta por onde se pegasse e por isso não havia que dizer ou então é o tal entusiasmo que está a escassear por razões que só podemos adivinhar.
Do que não há dúvidas é que já dá a palavra aos vereadores como nunca fazia para darem conta dos seus pelouros... ela é que dizia tudo, noutros tempos!
Vamos acompanhando e reflectindo, que é um exercício engraçado.

Anónimo disse...

Anónimo das 9:42,
Gosto da alcunha que dá a MESousa de CZARINA; penso que diz tudo e dispensa mais definições.
Mas, voltando às eleições, se a czarina não se recandidatar, quem será o czarevitch que irá tomar o seu lugar ?
Como sabe, ela ainda pode ser candidata para as eleições de 2009, só em 2013, de acordo com a nova lei eleitoral das autarquias locais ela já não poderá ser candidata. Será que ela não se vai recandidatar ?
Pessoalmente, do que vou observando, sinto-a muito envelhecida de há uns tempos a esta parte, e com falta de garra. Será que a czarina está cansada de o ser ?
Será que percebeu que no estado actual dos acontecimentos ela constitui-se num mal para Almada.
Será que mesmo uma autocrata autista como ela consegue perceber essa realidade ?
Francamente, duvido, mas...

Ponto Verde disse...

Caro SOTNAS, referi-me à pobreza na MS com ironia pelo retrato que a CDU pretende passar e não com a realidade...
Embora como é óbvio haja muita pobreza , mas essa não incomoda a CDU.
Quantos condominios fechados estão em aprovação e construção em Almada e Seixal???

Sotnas disse...

Ponto Verde,
Façamos um exercício mental, por exemplo, relativamente à Cidade da Água na Lisnave.
Se um dia, se..., tal projecto vier a avançar serão, pelo que dizem, cerca de 10.000 novos habitantes no concelho de Almada. Desses 10.000 novos habitantes cerca de 1/3 serão menores de 18 anos, portanto não terão direito a voto. Entre os votantes, cerca de 6.667, haverá uma taxa de abstenção de 40%. Logo apenas, 4000 votarão. Desses 4.000 votantes não me parece que hajam muitos eleitores da CDU, não se esqueça que quem for habitar o tal condomínio pertencerá à classe média/média alta e esses, em geral, não votam CDU. Mas, ainda assim, vamos supor que serão 10% que votarão nessa força política, i.e. 400 votos. Assim, se aos 4.000 retirarmos 400 ficam 3.600 votos distribuídos pelo PS, PSD e CDS, principalmente. Este número de votos é o suficiente par modificar o status quo político em Almada, levando a CDU a perder a sua maioria absoluta (que recorde-se ganhou nas últimas eleições por menos de 100 votos)ou mesmo a perder a CMAlmada. Agora, pensemos juntos. Estas contas, ainda que possam não estar absolutamente correctas, não terão, decerto, uma margem de erro muito grande. Como nós as podemos fazer também a CDU as poderá fazer ainda muito melhor. E mesmo assim acredita que eles vão pôr todos esses condomínios no terreno, quando nesse caso estão a colocar lenha na fogueira para se queimarem, i.e., estão a contribuir para perderem estas câmaras em definitivo ?
Acredita mesmo que sim ? Gostaria de ouvir a sua opinião.

Sotnas disse...

Caro Ponto Verde
Relativamente à pobreza na Margem Sul, não entendi logo a sua ironia. Hélas! Mas, agora sim.

Anónimo disse...

MES não se recandidatará em 2009.
Mas jamais deixa os bastidores, se a CDU ganhar.
Quero eu dizer com isto que MES ficará como uma espécie de conselheira.
O actual vereador José Gonçalves é a figura provável para número nas listas CDU.
Mas também ele já demonstrou maior frescura.
Rui Martins está verde bem como Nuno Vitorino.
Carlos Revez não conhece os dossiers nem lhe vejo vontade nisso e António Matos ... bem esse é mais saias e bolos.
Talvez por isso e porque é notória a lista de disparates que já não vai a tempo de rectificar leve MES a ser no presente uma figura desgastada. De facto é.
Já lhe falta discernimento político.
Já lhe faltam as palavras e as lágrimas.
Já percebeu que afinal tudo é efémero. Até o palanque do poder.

Sotnas disse...

Caro anónimo das 7:58 PM,
Maior frescura do vereador José Gonçalves significa exactamente o quê ?

Anónimo disse...

Isso é tudo farinha do mesmo saco.
Almada precisa de rejuvenescimento de ideias. Precisa de gente que não trabalhe para os partidos mas para Almada.
Não esquecer que a Costa de Caparica, cidade (?) é o que se conhece por abandono da autarquia.
A Junta de freguesia elevou-a a cidade aproveitando um Governo do PSD, mas não tem caracteristicas , estruturas , nem categoria para ser cidade.
Com uma bela praia a CMA nunca se interessou em dignificar e desenvolver aquela pérola do concelho de Almada.

Sotnas disse...

Anónimo das 12:39,
Tudo o que diz é uma absoluta verdade, mas temos de viver com as realidades e não com ilusões. E para partirmos para uma melhor Almada, teremos partir da actual com todos os défices que ela tem.
No diz respeito ao turismo, um ano após a apresentação do plano da Escola Superior de Turismo do Estoril, e tal como eu previa, nem uma só medida do referido plano foi ainda posta em marcha.
Gastaram muitos milhares de euros para pagarem o estudo (quantos, se calhar nunca saberemos)para o estudo ter sido posto na gaveta. É desbaratar dinheiro e é triste, muito triste que a nossa Costa com condições naturais excepcionais continue a ser a miséria que é.

Anónimo disse...

A tal de czarina pode recandidatar-se, mas se calhar vão fazer-lhe o que fizeram à Odete Santos e à Luísa Mesquita e até pode ser que seja o desejo dela... o que ela gostava era de ir criar um neto que não tem!
Mas pode sempre ficar como sombra dos seus pupilos que, ao que parece, não a têm muito em conta... já foram mais obedientes!
Se não for ela , será um figurão do comite central, porque os jeitosos que por cá estão ainda não agarraram a população.
ainda não vi ninguém vibrar com as palavras deles como era noutros tempos com ela, com o Matos e com o Carreiras.
Por isso a minha aposta vai para uma equipa liderada por ela que se retira logo depois, deixando um nº 2 que não esteja desgastado como os que já cá estão.

Anónimo disse...

Sotnas
Quero dizer que o José Gonçalves está cansado, farto, desiludido.
Não se esqueça que o dito senhor já era para não se ter candidatado em 2005.
Mas foi puxado. Porque fazia falta. E fazia sim.
Actualmente está mais desiludido, mais cansado, sem apoios (internos)e com graves problemas de âmbito particular o que não ajuda nada.
E ele nem é dos piores.

Anónimo disse...

Anónimo das 7:49:00 PM
Desculpará mas discordo completamente com a ideia que apresenta sobre o Matos e o Carreiras.
O cinismo e as palavras de ocasião não eram bons conselheiros.
Ambos pecavam dos mesmos males.
Mas a malta ia na conversa não é?

Anónimo disse...

Por o que se vai aqui lendo parece que estamos em fim de reinado. Será mesmo assim ?
Creio que é chegada a altura de remarmos todos para o mesmo lado com o intuito de ajudarmos a derrubar esta monarquia caduca que tanto mal tem feito à nossa terra, especialmente nos últimos anos.

Anónimo disse...

Anónimo anterior a mim: não tenho tanta certeza, assim! Bem gostaria que assim fosse.
Mas nós que escrevemos neste blog somos apenas alguns.
Depois vem a turbamulta dos funcionários e suas famílias que não faltam nunca às votações,porque está em causa o pãozinho!
E ainda mais aqueles que vão no encanto da sereia e depois todos os que, de algum modo, foram destacados pela czarina. Veja-se o nº de professores(de um modo geral, líderes de opinião)que ela agraciou este ano... Veja-se a título de exemplo o elogio bacoco do director da FCT nessa mesma cerimónia e uns dias antes noutro evento público. São pessoas que dando esse testemunho levam muitos votos atrás.
Não sei, não sei!
Quando as obras tiverem terminado, como sempre acontece, ela vai dizer que o mérito é todo dela e os incómodos por que passámos foram culpa de outrem e isto vai passando de boca em boca pelas domésticas do pcp que na rua influenciam as comadres, pelos ociosos que nos locais "de culto" vão criando opinião e depois pela falta à votação dos muitos que tanto se lhes dá, porque de dia vão para Lisboa, para Setúbal,para Oeiras, para onde quer que seja e de noite, todos os gatos são pardos!
E mais... muitos de nós ainda não temos coragem de nos identificarmos, mesmo neste blog qúe é um espaço de liberdade.... isto quer dizer alguma coisa.
Se tivessemos tanta certeza, a esta hora já nos identificávamos!

Anónimo disse...

Estou de acordo com o anonimo anterior,mas o mais curioso de tudo isto, e que o partido que mais sofreu com a anterior dictadura agora funcione da mesma forma. Não te enfrentes numca a quem esta no poder em Almada porque podes ter problemas com o propio poder sao os militantes do partido e se tens algum negocio o melhor e fechar a boca.

Anónimo disse...

Essa gente já está gasta e fadada.Andaram a explorar o povo, a população almadense com o consentimento da oposição PS e Psd, BE, que fizeram panelinha com a CMA/PCP para continuarem no quentinho sem se queimarem. O caos a que almada chegou, o descalabro da C.Caparica, a miséria do concelho não se deve somente aos autarcas que estão na Câmara eleitos "democraticamene" com a colaboração dos partidos da oposição que nunca fizeram nada para retirar o PCP de Almada
Deve-se igualmente à incompetência da oposição, ao seu amorfismo, ao seu comodismo, ao seu teatro de andarem a dizer que são da oposição mas nada fazem. A oposição também é coveiro de Almada. Actualmente a um ano das eleições continuam à procura de rumo, não sabem o que são nem mostram o que querem ser. Uma desgração e como uma desgraça não vem só, Almada vai vivendo escândalo sobre escãndalo, e a oposição não toma posição . Não querem queimar-se perante os da cãmara com os quais possivelmente têm feito algum jogo menos claro.
Carreiras foi um troliteiro, Gonçalves muitas vezes não sabe o que diz, Matos é uma verborreia continua sen nexo e vazio de ideias, Emília é o que já sabemos, oca , espalhafatosa, grita , grita, gesticula e se expremermos o que diz o resultado é o vazio.
Os outros o que são? Niente
Almada tem sido abandonada pelo PS e pelos PSDs.
Dizem que o Ps negociava Almada a troco de Lisboa.
O PSD, ou os PSD vão fazendo os seus negócios com os capitalistas do PCP em Almada.
Triste, Triste é a politica em Almada porque há umas quantas pessoas a encherem-se à conta do concelho.
Almada não pode ser negócio nem sustento de um Partido Político.

Anónimo disse...

PSD e PS na sessão de Câmara ou na Assembleia Municipalnão tiveram conhecimento deste negócio com o Almada Forum/Auchan?
Não há nenhum oposicionista que fale mesmo anónimo?
A pergunta que o emalmada colocou é oportuna para que a culpa não morra solteira.

Anónimo disse...

Mas é evidente que tiveram.
Essas coisas têm que passar pelas sessões de Câmara e da Assembleia Municipal.
Pode sempre pensar-se que as coisas serão contornadas, escondidas, negociadas por debaixo das mesas dos gabinetes da treta.
Mas os partidos que se dizem de oposição estão lá dentro, se quiserem sabem tudo.
Logo, das duas uma. Ou souberam e lavaram as mãos como Pilatos ou assobiaram fininho e retiraram-se pela porta de trás.

Anónimo disse...

Anónimo das 10:34,
Sou o anónimo anterior a si e deixe-me dar-lhe os parabéns pela lucidez da sua análise.
O problema é mesmo da forma que você o equaciona.
E, por isso, não dá para embandeirar em arco.
Esta teia de compadrios e de interesses que cobre Almada desde há 34 anos, e que é urdida a partir da CMAlmada, é poderosa e perigosa.
Só não é mais poderosa e perigosa, porque Almada, ao contrário, por exemplo, da Madeira (que é outro exemplo perfeito de uma teia deste género mas ainda mais elaborada, de tal forma que é mesmo um polvo) não é uma ilha isolada, e está muito próxima de Lisboa funcionando como cidade-satélite da capital. Só por isso, o polvo almadense não é tão visível, nem causa tanto dano.
Ainda assim, a teia cobre, de uma forma ou de outra, uma parte significativa da população, talvez 20%, digo eu. Os restantes 80% não são cobertos pela teia pois não mantêm com a CMAlmada qualquer relação a não ser a de câmara/munícipe. E esses, são aqueles que trabalham em Oeiras, Lisboa ou Setúbal, como você diz, e que apenas vêm dormir a Almada e se estão, de uma forma geral, nas tintas para o que aqui se passa. Tanto que se estão nas tintas que na altura das eleições autárquicas não vão votar. E a abstenção é, para mim, logo a seguir à teia, o segundo maior problema com que nos debatemos em Almada relativamente à dificuldade de desalojar a CDU da edilidade.
Assim,como você diz, e muito bem, nada é ainda seguro. Não podemos embandeirar em arco.
Mas falta um ano para as eleiçõeds e há que pensar, como cidadãos, o que podemos fazer que esteja ao nosso alcance para ajudar estes senhores a irem de férias e de preferência para sempre.
E era isso mesmo que gostaria de ouvir de si: sugestões para acções que possam ajudar na alternativa de que Almada tanto carece.
Relativamente aos anónimos aqui no blog, eu sei que o medo impera, a CDU aprendeu muito bem a lição dos primos soviéticos e sabe como induzir o medo.
Ainda assim, gostaria de propor que, mesmo como anónimos, nos passássemos a identificar, por exemplo, com um nickname no final de cada mensagem para que quando comunicamos entre nós seja mais fácil de nos identificarmos.
Sugiro também uma inscrição no blogger do blogspot onde podemos criar uma identidade/nickname mantendo, todavia, o anonimato.
Gostaria que pensassem nisso.
Para começar vou dar o exemplo.

Saudações
Al-Ma'dan

Anónimo disse...

É isso mesmo. Tenho dito aqui muitas vezes, respondendo ao "escrevinhador oficial", que ele devia identificar-se,não digo com o seu nome, mas com um pseudónimo para assim podermos referir-nos à pessoa em questão, porque isto de anónimo... são tantos que não podemos dar seguimento aos assuntos tratados.
Mas as pessoas não entendem isso.
Esperemos que reflitam e o façam como sugere o anónimo das 10:19 do dia 17.

Anónimo disse...

A CDU não vai ser afastada por uma oposição cujos partidos (PS e PSD) sofrem de letargia galopante.
Por desinteresse ou por conivência.
A CDU vai fazer, já está a fazer "hara-kiri".
Não é difícil derrotar o abstencionismo.
Basta que durante o tempo que nos separa das eleições, mostremos por todos os meios ao nosso alcance, o que está mal, e é muito, em Almada.
MES já não demonstra a confiança de outros tempos.
Nem ela nem os seus comparsas.
Diz-se que na Soeiro Pereira Gomes já se procura uma alternativa para a exausta MES.

Cumprimentos
O Almadense Pensador

Al-Ma'dan disse...

Caro Almadense pensador,
Citando-o,você diz que "Basta que durante o tempo que nos separa das eleições, mostremos por todos os meios ao nosso alcance, o que está mal, e é muito, em Almada". Ora aí é que está o busílis,como denunciar publicamente tudo o que está mal em Almada ? Quais são os meios ao nosso alcance ? Posso-lhe dizer que já tentei vários e nalguns casos houve, sinto-o, um boicote. Dou-lhe o exemplo do programa "Nós por Cá" da SIC.

Anónimo disse...

Sou o tal anónimo com quem o al-ma'dan diz ter alguma concordância e vou aceitar o repto de me auto designar com um nickname.
A partir de agora, e neste blog, vou passar a ser "a ponta do véu".
Não sei se vou levantar a dita de vez em quando, mas vou dar a minha colaboração para reflectir sobre o que está por baixo do dito...
E agora gostava de reflectir convosco sobre um asunto ue foi ventilado nos comentários deste blog: a posição do PS e do PSD nas votações na Câmara e na Assembleia Municipal.
De facto é importante saber a posição política destes grupos naqueles órgãos autárquicos, mas posso assegurar que o PSD vota favoravelmente ou se abstem na maioria das propostas do executivo. Já o PS tem vindo ao longo do mandat, a votar de forma contrária às posições do executivo, apresentando declarações de voto.
Mas... helás!... as actas das sessões de Câmara não aparecem à luz do dia... apenas um sumário das deliberações. Já as sessões da Assembleia municipal estão no site da dita Assembleia (www.assembleiaalmada.org) e aí poderemos verificar as tomadas de posição.
Sobre o negócio da CMA com o grupo Auchan, ao tempo chamado grupo pão d'açucar, certamente foi à Assembleia... em 1996!
E depois, o voto das oposições é absolutamente inócuo... a CDU tem maioria... passa sempre.
Daí ser voz corrente que as oposições não fazem oposição. Não havendo um órgão de comunicação social que divulgue as razões das oposições, tudo se dilui.
A PONTA DO VÉU

Al-Ma'dan disse...

Ponta do Véu,
Seja benvindo.
Realmente, nós sabemos que não é fácil fazer oposição em Almada, mas fácil ou difícil o PSD e particularmente o PS têm de fazer alguma coisa, têm de fazer por merecer a confiança que milhares de almadenses depositaram neles.
Não têm jornal ? Organizem-no,
chamem a comunicação social, façam barulho. Afinal que raios de políticos são eles ?
Digam que existem.
Quanto à posição do PSD sempre foi voz comum de que é a bengala da MESousa.
SE a oposição quer realmente governar Almada e tem toda a legitimidade para isso, é aproveitar os tempos difíceis da czarina e porque não coligar-se.
Será que o fim não justificará o meio ?

Anónimo disse...

A oposição perderá por minoria.
Contudo, se a oposição manifestar a sua opinião, como deve, essa tem que constar em acta ficando assim vinculado o parecer dos partidos políticos.
Então a que se fica a dever a forma de votar?
Não concordo com abstenções nem com declarações de voto.
É sim ou não!

No que diz respeito ao "nós por cá" da SIC, não é bem assim.
Já lhes fiz chegar uma situação caricata que se passava em Almada e eles transmitiram..

O Almada Pensador

alfacinha disse...

Têm alguns participantes neste debate dito que a MES está exuasta.
Exausta de quê? se ela nada vale?
Aliás ela tem sido de um vazio total desde sempre.
Algumas personagens é que dizem que ela é esperta. Só entendo isto a quem o diz para se valorizar, mediante os bobos.
Ela sempre foi de uma mediocridade grande protegida pelos camaradas como testa de ferro do partido na Câmara e pela oposição que se foi governando sem se queimar.
Há muitos "oposicionistas" que têm feito grandes negócios ou gannho mesmo muito dinheiro à custa da CMA. Alguns até trabalham lá dentro
Poítica é conhaque(embriaga os fracos) e dinheiro é dinheiro.
Assim Almada não poderia estar pior.
"O nós por cá " da SIC só fala do que não molesta muito o executivo.
É que a MES tem anúncios na SIC.
Porque nunca abordou a SIC o escândalo do MST e outros?
A opsição como disse vai vivendo na penumbra da CMA, fazendo seu jogo do gato e do rato e os opsitores também se vão governando. Talvez essa seja a razão porque não partem a loiça.
Depois onde comeriam?
DEeveriam informar a população das suas posições com comunicados à POPULAÇÃO. nÃO O FAZENDO FICAM MAIS SOLTOS PARA NAVEGAR À SUPERFÍCIE TAL COMO A CORTIÇA, QUE FICA COM UMA PARTE DE SI FORA DE ÁGUA e sujeita aos caprichos da onda.
Sempre é mais fácil com a postura que tem tido comer as migalhas que se soltam do banquete municipal.
Almada está em desgraça há 30 anos com a colaboração do PSD e PS e, agora com o contributo dos bloquistas.

Al-Ma'dan disse...

Quanto ao "Nós por Cá" tentei que falassem no mau estados dos espaços exteriores do troço do MSTejo entre Corroios e a Cova da Piedade e, até hoje, apesar de euter insistido nunca fizeram qualquer reportagem sobre o assunto.

EMALMADA disse...

Excelente a proposta do anónimo
Quinta-feira, Julho 17, 2008 10:19:00 PM que agora intervém com o nickname Al-Ma'dan para todos os participantes deste espaço,

que reproduzo " gostaria de propor que, mesmo como anónimos, nos passássemos a identificar, por exemplo, com um nickname no final de cada mensagem para que quando comunicamos entre nós seja mais fácil de nos identificarmos.
Sugiro também uma inscrição no blogger do blogspot onde podemos criar uma identidade/nickname mantendo, todavia, o anonimato.
Gostaria que pensassem nisso"

Para além de tornar mais pessoal as intervenções,sem se identificarem pelos nomes, também contribuirá para o dinamismo do debate de ideias.

Agradeço a sugestão e esperemos seja aproveitada pelos intervenientes.

Anónimo disse...

Declaração de voto dos Vereadores Socialistas sobre o complexo do Poder Local


Os Vereadores do Partido Socialista, confrontados com duas propostas relativas ao pedido de aprovação do estudo prévio, formulada pelo Grupo Auchan e a contratação do arquitecto Manuel Mendes Tainha para a elaboração dos projectos de arquitectura e especialidades para os edifícios do Poder local, do Arquivo Municipal e dos serviços Municipais, votaram contra pelas razões que, sucintamente, passam a expor:

Há muito tempo que Almada, sétimo município do país, exigia do seu executivo que solucionasse a questão da instalação dos respectivos eleitos e dos serviços da autarquia.

Com efeito, a presidência da Câmara Municipal de Almada vem ocupando um edifício emblemático da cidade, mas exíguo para o conjunto do poder local.

A Vereação, a Assembleia Municipal e todos os serviços encontram-se dispersos por cinco ou seis edifícios espalhados pelo concelho.

A maior parte deles foram construídos para habitação e foram sendo adquiridos ou arrendados pela Câmara Municipal de Almada que, posteriormente os adaptou a fins diferentes daqueles para que foram licenciados.

Além da dispersão existia e existe a questão da inadequação de muitos deles à função para que foram construídos.

Tem, assim, inteiro cabimento e pertinência a discussão e apresentação de um novo edifício destinado à concentração de serviços hoje dispersos por vários locais. Este debate e consequente decisão só peca por tardia.

Agora a escolha de uma nova localização de um novo edifício destinado ao executivo e respectivos serviços não pode ser um debate isolado de uma discussão sobre o ordenamento e desenvolvimento do concelho.

Mas, se este debate, na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista, era urgente e útil aos interesses gerais do concelho, constatamos, que a proposta formulada, longe de dar resposta às nossas preocupações, era completamente omissa e assentava até em bases que nos parecem discutíveis.

Com efeito, o pedido de aprovação de localização era formulado, na proposta ida a sessão de Câmara, pelo grupo Auchan e assentava num protocolo celebrado, inicialmente pelo grupo Pão de Açúcar e depois transmitido aquela.

O requerente é um grupo económico, que se dedica ao Comércio de retalho e que, tendo interesses no desenvolvimento imobiliário de um espaço que é proprietário, aceita pedir a localização para outro espaço, propriedade do município, e contíguo ou próximo do espaço que pretende desenvolver urbanisticamente.

A escolha da localização é, portanto, uma proposta do grupo Auchan e serve os seus interesses.

Na perspectiva dos Vereadores do Partido Socialista está muito longe de servir os interesses gerais do concelho.

Mesmo sendo feito ao abrigo de um protocolo, figura de estilo que o modelo comunista utiliza em toda a península de Setúbal, está longe de servir para propor e discutir decisões que deviam ser objecto de uma análise isenta e em que pudessem ser aduzidas vantagens e inconvenientes de tal solução. Contrapondo alternativas.

O Partido Socialista tinha e tem ideias claras quanto ao contributo deste equipamento para um novo paradigma de desenvolvimento e reabilitação de outras zonas do concelho.

De resto, este debate estava destinado ao insucesso porque havia já a encomenda ao encarte no “Jornal Expresso”.

A proposta da Auchan, baseada no protocolo assinado, destina-se a servir os interesses desta empresa e a propaganda da maioria no executivo que tem necessidade de anunciar um concelho virtual.

Todos recordamos os magníficos encartes do Expresso que precederam o anterior acto eleitoral. A obra era bela e estava muito bem apresentada.

Curiosamente se realizarmos uma curta retrospectivo existem dois projectos concretizados. MST e Jardim Urbano. Nenhum deles da responsabilidade da Câmara.


É a construção de um concelho virtual e não de um concelho que tenha em conta as pessoas, os seus interesses, as empresas, a criação de riqueza e a sua fixação.

No futuro o PCP, força maioritária neste executivo, terá de solicitar o voto não para si, mas para o Grupo Auchan, que propõe a localização do edifício do Poder Local.
Nem sequer admira que assim seja.

Já foi o Grupo MDC – proprietário do Almada Fórum- a estrela da campanha eleitoral de 1977 .

Mesmo que isso signifique arrasar e destruir o comércio tradicional do concelho.

O Partido Socialista não é contra a existência de empresas privadas e contra os Grupos Económicos.

Nem nunca andou a gritar abaixo o capitalismo, nem desencadeou campanhas contra o capitalismo monopolista.

O Partido Socialista aceita, na prática, e respeita as empresas e os empresários.

E acha que elas são úteis e imprescindíveis ao desenvolvimento do concelho.

Agora uma coisa é respeitar os empresários e as empresas, outra é pedir-lhes que sejam eles a definir a localização de estruturas concelhias.

Não houve, assim, debate sobre a localização de um edifício destinado aos serviços do município.

O PCP trouxe uma proposta apresentada pelo grupo Auchan e fê-la aprovar.

Não avançou com argumentos que fundamentassem a localização do edifício naquele local e não noutro do concelho.

Os Vereadores do Partido Socialista tinham e têm ideias sobre uma eventual localização diferente e a importância do edifício para o desenvolvimento do concelho.

A esta bizarra forma de decidir os destinos de Almada, os Vereadores do Partido Socialista disseram claramente não, recusando o seu voto à proposta apresentada pelo Grupo Auchan.

Face à forma como a proposta foi apresentada e aos argumentos aduzidos pela maioria esta proposta mereceria o nosso voto desfavorável.

Mas votámos, ainda, contra pelas seguintes razões:



1. Interrompe o curso de uma linha de água
2. Situar-se junto de uma via de comunicação e rotunda com excesso de trânsito e, portanto, de difícil inserção na malha viária.
3. Inutilização de um significativo espaço do Parque da Paz, vendido durante anos e anos como o maior parque urbano do País e agora sucessivamente retalhado para os mais diferentes fins.
4. O acesso pedonal far-se-á através de ponte aérea, com dificuldade de acesso a idosos e a portadores de deficiências.
5. Não está disponível, segundo informação do arquitecto, para receber e utilizar energia solar.
6. Ficará a fechar a maior mancha betonizada do concelho, considerando o edificado existente e aquele que a maioria acordou com o Grupo Auchan e virá a aprovar para o local.
7. Não constitui um pólo que possa impulsionar o desenvolvimento ou a recuperação de uma zona do concelho.
8. Os acessos além de difíceis são também de difícil limpeza, prevendo nós que o que habitualmente sucede na área da Braga – Parques se repita na zona da Auchan.


Mas votamos igualmente contra a proposta de contratação do arquitecto porque é:

- 1º É uma proposta que não respeita as regras de aquisição de bens e serviços.
- 2º Não aceitamos, com critério para a contratação, ter sido escolhido pelo Grupo Auchan para fazer o estudo prévio e, por isso, deter direitos de autor sobre o projecto.

EMALMADA disse...

Após ter sido divulgada neste espaço por anónimo (s) a posição dos vereadores do PS sobre o assunto, não haverá também anónimo (s) do PSD para divulgar a posição dos vereadores deste partido, ou mesmo alguém do BE que divulgue o que pensa o BE acerca do mesmo assunto (embora não esteja na vereação)?
Poderão sempre alegar que este não é o local ideal para o fazer, mas se o fizerem sempre haverá mais pessoas a conhecer a respectiva posição sobre um assunto melindroso que afecta os almadenses e que os eleitos da CMA decidiram unilateralmente, subvertendo o mandato democrático.

Aos Iluminados deste Concelho disse...

Não consegui deixar de soltar umas valentes gargalhadas quando por acaso dei de caras com este "blogue".

É muito fácil mandar bitaites sobre as coisas do nosso Concelho sem sequer intervir na vida activa do Concelho não é?

Realmente é uma pena que quem aqui comentou não tenha um lugar no poder do Concelho porque pela vossa visão fantástica das coisas provavelmente Almada era Toronto ou algo do género, mas como sendo apenas um Miguel de Sousa Tavares como muitos que há aí, talvez dê para editarem um livrinho.

Como é que podem criticar uma TV que nem sequer se deram ao minimo trabalho de conhecer A SÉRIO o projecto? Chegam ao ponto RÍDICULO de dizer que a TV era da CMA e isso para mim diz tudo sobre a maneira que conhecem o assunto a fundo.

E depois o ponto ainda mais interessante, o que para mim revela como "ADORAM" Almada, e como vivem o Concelho e têem um enorme conhecimento sobre o que se passa. Vou passar o assunto por pontos que podem vocês não perceber de outra maneira, assim tem hipotese de decompor a vossa linha de pensamento fantástica:

1 - O vídeo de abertura que o Sr.Pena fala, onde tem o Che Guevara, se você soubesse das actividades do Forum Romeu Correia estaria muito mais esclarecido, e como não tenho paciencia para explicar tudo, sugiro que pegue nos seus sapatos e dirija-se ao Forum. Com alguma sorte pode ser que encontre algum tema mais ao seu gosto, qualquer coisa ligada com Santa Comba Dão, agrada-lhe?

2 - Parece dificil "ligar o elemento multimédia"? Experimente o botão que diz "Emissão". Porventura irá ajudar.

3 - Propaganda da CDU? Da Presidente da Câmara? Engraçado, explorei o site todo e não encontro um autocolante da CDU. Vou esperar pelo Avante para ver se vai ter cobertura em directo por esta televisão. Ou foi nas marchas que viu algum porta-chaves da CDU? Ou foi em alguma das esculturas?

4 - Por fim, quando quiser fazer criticas construtivas, experimente primeiro conhecer as coisas, vai ver que as pessoas lhe dão mais crédito do que perder tempo a gravar o Marcelo Rebelo de Sousa ou o Miguel de Sousa Tavares e depois tentar imitá-los na parte do disparate. Não siga esse caminho, experimente participar activamente no Concelho em vez que ser o típico português que só sabe reclamar de tudo mas não sai do sofá.

E largue lá essa parte do ódio político, isso é um cliché dos mais rídiculos que se pode ter.

Anónimo disse...

Este vem com uma conversa numa de nevoeiro cerrado que não dá para entender onde quer chegar.
Paupava-nos tempo se dissesse simplesmente:
"eu apoio a emília, vou com esta cãmara para qualquer lado que for neceesário, não sei dizer mais nada .è uma ditadura mas é do pc, o que é diferente porque defende que o nosso povo continue controlado por nós."

Anónimo disse...

Se mete o grupo Auchan e mais betão para construir em Almada, então tem de meter pela calada o director do urbanismo, o conhecido bolso fundos arquitecto Veríssimo.