domingo, novembro 09, 2008

Mais Petróleo e "Cobre" também...

Em...Almada, no final da semana mais um poço de Petróleo foi descoberto. Este agora não é um poço qualquer, fica junto ao edifício da Caixa Geral de Depósitos e ao Externato Frei Luís de Sousa e também é daqueles muito característicos das obras do comboio MST - tapa destapa, para voltar a abrir e tapar depois....até ver!
Aqui a calçada já estava pronta, mas a necessidade de reparar asneiras ou ocupar os tempos livres do pessoal, sempre vai dando oportunidade a contabilizar mais "uns cobres" na conta corrente que o contribuinte paga.
A propósito de "cobres", disseram-nos que no passeio em frente ao Café Condestável na bi-av. D, Nuno Álvares Pereira, faltava um candeeiro de iluminação em oposição ao do outro lado.
Comerciantes da zona, preocupados com a falta de iluminação nocturna, não descansaram até que a colocação desse candeeiro fosse contemplada, mas...
Disseram-nos também, que a colocação desse tal candeeiro não constava no projecto e que a alteração ao projecto custou 25.000 € !!!
Será mesmo assim?
Ou será só 5.000 €? Mesmo assim, a ser só 5.000, ainda é muito "cobre" para plantar um candeeiro !!!!!!

8 comentários:

Anónimo disse...

MST é mais que um saco azul. É um saco sem fundo.

Anónimo disse...

A inauguração do MST vai custar ao erário público a módica quantia de 700 mil euros.
Leram bem.
Alguém falou em saco azul?

Anónimo disse...

Permito-me colocar aqui as propostas do PS, no âmbito do direito de oposição:
PS APRESENTA PROPOSTAS PARA GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2009 COLOCANDO A PRIORIDADE NO APOIO AO COMÉRCIO TRADICIONAL

No quadro da preparação do Orçamento e Grandes Opções do Plano do Município de Almada para 2009, uma delegação do PS composta pelo Presidente da Concelhia, António Mendonça Mendes e pelas Deputadas Municipais Maria Odete Alexandre e Ana Margarida Lourenço, foi recebida em 6 de Novembro pela Presidente da Câmara de Almada, no âmbito do Estatuto da Oposição, que estabelece a obrigatoriedade dos Grupos Políticos com representatividade nos órgãos municipais serem ouvidos no processo de elaboração destes instrumentos de planeamento, devendo a Câmara Municipal apresentar posteriormente um relatório escrito – que poderá ser debatido no plenário da Assembleia Municipal – em que dá conta da ponderação feita às propostas da Oposição.

Neste contexto, o PS registou, desde logo, que de acordo com a Proposta de Orçamento de Estado para 2009, as transferências da Administração Central para a Administração Local, no caso do Município de Almada, crescem 5% em relação ao ano transacto, um aumento equivalente ao ano passado. Ou seja, por via da nova Lei das Finanças Locais a realidade volta a desmentir aqueles que sempre disseram que as receitas das Autarquias diminuiriam.

Neste quadro, e tendo em conta a situação financeira do Município, o PS apresentou à senhora Presidente da Câmara Municipal 3 propostas de “Programas” integrados e algumas acções específicas, que se passa a informar:


1. Criação de um FUNDO DE INCENTIVO AO COMÉRCIO TRADICIONAL, a ser dotado inicialmente por 1 Milhão de euros oriundos do orçamento municipal, e tendo igualmente como receita o produto de uma Taxa Municipal a cobrar às grandes superfícies comerciais, em grande medida responsáveis pela grave crise que vive o comércio tradicional em Almada.
O Fundo servirá para acções de incentivo ao comércio tradicional, aqui se incluindo iniciativas de cariz promocional, mas também programas de apoio directo, seja por via do apoio ao emprego e formação, seja por via de apoio à modernização da actividade de comércio.

2. Lançamento de um Programa de Eliminação de Barreiras Arquitectónicas e de Aumento da Eficiência Energética dos Equipamentos Municipais, dotado de 750 mil euros.
Este é um programa que, por um lado, melhora a acessibilidade dos cidadãos aos espaços públicos, promovendo um Concelho Inclusivo e, por outro lado, permite contribuir com medidas concretas para o cumprimento do Protocolo de Quioto. De facto, o programa de eficiência energética que o PS propõe passa pela autonomia energética dos edifícios públicos e pela racionalização do uso da frota automóvel municipal.

3. No quadro da construção de escolas que decorrerá nos próximos tempos em Almada, fruto do financiamento do QREN, as escolas deverão ser dotadas de equipamentos de última geração, como por exemplo os quadros interactivos, pelo que o PS propôs a afectação de uma verba para este fim.

No âmbito de acções mais localizadas, o PS sugeriu a atribuição de uma verba para, entre outras:
• A recuperação do campo de futebol do Charneca Futebol Clube, articulando-se este projecto com a construção de um Pavilhão Polivalente na Freguesia da Charneca de Caparica;
• A repavimentação das ruas norte da Aroeira;
• A melhoria da iluminação pública em Pêra e a atribuição de uma verba municipal para comparticipação das obrigações de serviço público decorrentes da necessidade de concessionar uma carreira de transporte público que sirva a povoação de Pêra;
• O reforço da verba para recuperação integral do Mercado Municipal da Trafaria,
• O início da obra de recuperação do edifício da Academia Almadense, de acordo com o Projecto já aprovado;
• O início da obra de recuperação do Coreto do Jardim da Cova da Piedade;
• Uma intervenção que coloque fim à vala a céu aberto existente na Quinta do Perfume, freguesia da Sobreda e que constitui um perigo para a Saúde Pública;

O PS afirma-se como uma força política responsável e capaz de produzir soluções alternativas, soluções estas que decorrem de um trabalho feito diariamente junto dos cidadãos e que pretende ajudar a construir um Concelho melhor.
O PS espera ver as suas propostas reflectidas no documento que o Município deverá apresentar nos próximos tempos.

Anónimo disse...

À conta do MST e obras associadas que vêm destruindo Almada, sob o pretexto de requalificação urbana, esbanja-se dinheiro num fartar vilanagem.
Tudo "legalmente".
E VIVA A VELHA!

cientista político disse...

Algum dos apoiantes-defensores-colaboradores da Maria Emília ou o super homem todo poderoso Encarregado de Missão do MST sabe dizer à plateia quanto custou o referido candeeiro público na Nuno Àlvares, uma vez que ela teve de aprovar a alteração ao projecto e ele de assinar o gasto pelo Estado?

Contribuinte exige e tem direito a saber.

Anónimo disse...

Lá vem a malta do PS...

Vocês ainda não perceberam que foram coniventes com a CMA nesta "destruição" de Almada?

Estejam calados e tenham vergonha!

Já verão o arrepio que vaõ levar nas autárquicas!...

Anónimo disse...

Já sinto o frio.
Ah, você disse arrepio.

Mas ninguém cala este intelectual da treta?

Anónimo disse...

PS e CDU de Almada é tudo a mesma trampa!
Assim sendo, sorte a da Emília...