segunda-feira, outubro 22, 2007

É PRECISO RESPEITAR

Em...Almada, procurando informar uns "zés pereiras" que comentaram o Post "GRANDE BRONCA" acerca das ambições da Câmara Municipal de Almada sobre o espaço envolvente do Monumento a Cristo-Rei, publica 3 páginas de um documento consultado sobre os custos do monumento.
Tais senhores pretendiam legitimar a acção da CMA sobre aquela área, sem ouvir a Igreja.
Servirão estas folhas para que tais senhores não continuem dizendo que foi o Estado Português que custeou a construção.
Como também não foi a antiga URSS que pagou a construção do monumento, a CMA deve respeitar o seu legítimo proprietário - a Igreja Católica.
clique sobre os docuementos para aumentar e ler
Nota: O corte nesta última página, foi feito para retirar um anúncio comercial.
Na expectativa que tais senhores fiquem informados e venham a revelar mais respeito pela propriedade de outros.... porque Almada não é uma coutada da Câmara Municipal de Almada. Fonte: "Memória do Monumento e cidade de Cristo-Rei" Ed. do Jornal de Almada, Ano V, 17 de Maio de 1959. Composto e Impresso na Tipografia ALA ESQUERDA - Beja.

18 comentários:

Joaquina Calado disse...

Isto prova alguma coisa, ó Sr EmAlmada? Mas quem é que acredita que foi com esmola que se contruiu o Cristo-Rei? Claro que houve patrocinio do Estado. Lógico.

João Celestino disse...

Isto para quê? Pensei que o importante fosse explorar a requalificação da área. Parece-me uma ideia excelente.

Vamos apoiar o que existe de bom nestes projectos e deixarmos a maledicência e a adversidade política de lado.

Anónimo disse...

Esperemos que um dia a joaquina calado nao encontre uma paragem do metro mesmo a frente da sua casa nao a deixando dormir, nem entrar na sua garagem. Tudo em prol da requalificaçao.

comunista desiludido disse...

Vão-se (ou não) os zés pereiras, vêm as joaquinas calado. E o joao celestino.
Provavelmente a comerem do mesmo tacho.
Opinem. Mas antes de o fazer, acordem e pensem.
Pode ser que alguma ideia luminosa vos ensine a separar a foice do martelo.

Anónimo disse...

Como estes comunas não são capazes de fazer nada sem ser com o dinheiro dos outros, julgam que todos são como eles!
A Dona Presidenta ensinou-os bem: "oh, meus amigos, vamos fazer umas coisitas em Almada, mas vamos obrigar o Governo, a União europeia, ou outros tansos quaisquer a pagar o que nós queremos ver feito... o dinheirinho da Câmara é para nós, para podermos fazer o fogo de artifício, as marchinhas e uotras touradas e podermos dizer que sabemos gerir bem!"
Ganda nóia!!!

Eduardo Moura disse...

Isto está bonito, está emalmada! Duas seguidas com tiros nos pés? Não será demais?

Ah, antes de justificar o que digo, apenas um aviso: essa história do papão comunista já lá vai. Não pega. Os anónimos que querem agitar este espantalho se não gostam do que lêem, não leiam. Mas não vale a pena agitar mais este espantalho.

Posto este aviso, expliquemos os tiros nos pés do emalmada.

Primeiro o ataque soez à ECALMA no post anterior. Saíu-lhe o tiro pela culatra, ao ponto de ter decidido tentar encerrar o assunto com um comentário verdadeiramente ilustrativo (ainda estou a pensar se reajo ou não a esse comentário "final" do emalmada, e se o fizer fá-lo-ei neste post) daquilo que é a má fé do autor. Mas enfim, estas coisas são assim mesmo.

Agora esta de um documento mais que bolorento do antigamente que, pretensamente, comprova quem pagou o Monumento a Cristo-Rei. Olá! Comprova? Mesmo? Então quem foi? O que se lê nesse documento, não sou eu quem o diz, é que o orçamento total do Monumento eram 20 mil contos (muito, muito dinheiro para a época) e que até muito próximo da inauguração tinham arranjado apenas ... 1.350 contos! Olá, querem ver que quem construiu o Monumento se condoíu à última hora e fez um desconto de 18.650 contos à Igreja Católica? Não quero acreditar nessa hipótese. Portanto, esses 18.650 contos hão-de ter vindo de algum lado. Cá para mim desconfio de onde. Mas não digo...

Mas esta é apenas uma questão lateral, menor, mesquinha, com que alguns querem atirar areia para os olhos de todos nós no que ao Estudo que está a ser desenvolvido para a área do Santuário diz respeito. E representa, uma vez mais, a má fé, o veneno puro de mal dizer, a que alguns recorrem (não têm outros argumentos, entenda-se) para atacar a CM Almada.

O Estudo que está a desenvolver-se não tem nada a ver com propriedades ou não propriedades de terrenos, monumentos ou outra coisa qualquer. Tem a ver com ordenamento e qualificação do território. E essa é uma responsabilidade legal das Autarquias Locais. Não se iludam. O Município não vai construir nada naquela área. Vai é criar um instrumento de gestão do território que dirá o que pode ou não construir-se. Entendem? Se calhar é por isso mesmo que algumas vozes se levantam. Porque para alguns, regras claras a este nível é qualquer coisa que não interessa mesmo ...

sotnas disse...

A CMAlmada tem muito por onde ser criticada. Asneiras não faltam. Podemos e devemos criticá-las. Mas não devemos entrar em ataques pessoais nem politico-partidários que não levam a lado nenhum. Aliás, é em parte devido á excessiva partidarização dos órgãos de poder deste país, CMAlmada incluída, que estamos no fundo do poço. Portanto, devemos criticar o que está mal e louvar o que está bem, para ver se Almada sai do buraco em que se encontra.

almadense desiludido disse...

Não deixemos que a CMA continue a fazer o que quer.
Mesmo que os defensores da treta argumentem com falsas contas de faz de conta.

Há barretes que servem a quem servem.
Ultimamente têm-se vendido muitos. Barretes e outros adereços.

Quando se quer tirar a razão a quem a tem usam-se desculpas esfarrapadas.

Ei! Alguém já enfiou o barrete?

caparica disse...

Sr eduardo moura tente reler o "documento bolorento" até final e rectifique suas contas e conclusões.

Eduardo Moura disse...

Não me custa admitir aqui o meu erro relativamente a uma leitura menos completa do documento (nem por isso deixa de ser um bolorento documento do antigamente ...). Está, portanto, reconhecido e assumido o erro cometido.

Mas como digo no meu comentário anterior, essa é meramente uma questão lateral, menor e mesquinha. Não é essa a questão que está em cima da mesa. Colocá-la constitui apenas uma manobra de diversão para tentar atacar (sem qualquer razão, sublinho) o trabalho de ordenamento do território que a CM Almada pretende desenvolver naquela zona priveligiada do Concelho de Almada. E vá-se lá saber porque razão querem (alguns) atacar e denegrir esse trabalho ...

Para além de que é absolutamente falso que o processo esteja a decorrer à margem dos responsáveis pelo Santuário de Cristo-Rei e da Diocese de Setúbal. O facto do Sr. Reitor do Santuário, aliás de forma deselegante - a roçar o mal educado, mesmo - ter dito publicamente a um órgão de comunicação social o que disse, não transforma em verdade uma realidade que, para não ser muito violento, não corresponde, em absoluto e de facto, ao que se tem passado neste processo.

Quem pagou o monumento? Isso é treta, como diria um amigo meu.

EMALMADA disse...

De facto o documento por ser de 1959 e ter ficado guardado é capaz de ter alguns fungos, mas o que está escrito é bem legível.

EMALMADA disse...

Para que a CMA não continue a fazer o que quer é preciso que haja oposição credível.
Onde está ela?
Pelo que observamos muitas vezes parece mais colaborar com a CMA-CDU/PCP do que outra coisa.

EMALMADA disse...

eduardo moura
Para mim Almada não é uma questão lateral porque vivo em Almada e vejo que outros concelhos com gestão autárquica comunista são muito melhor geridos que Almada, direi mesmo são concelhos onde se vê obra feita para servir as pessoas em primeiro lugar e dignificar a terra.
Aqui vemos muito fogo de artifício e um vazio ubanístico de meter dó!

EMALMADA disse...

joaquina calado e joão celestino
Encontram a resposta na leitura dos documentos inseridos no post.

aviador disse...

È evidente que isto não é uma coutada da Câmara. Mas tb não o é da Igreja. sabem que a Igreja cedeu terrenos junto ao Cristo-rei como sua participação no capital da TVI, nos velhos tempos da "inspiração católica". Com a venda da TVI o que aconteceu a esses terrenos? voltaram à Igreja?
E aquela tenda horrorosa onde se realizam "eventos"? È das Igreja ou da Câmara?
E quem autorizou/permite a existência de uma "barraca" de madeira no meio da falésia mesmo por baixo do monumento?
Atenção meus caros , se a Câmara não é de fiar a Igreja tb não.
São duas organizações muito parecidas.

JotaJota disse...

O que está aqui em causa é uma «luta» por protagonismos.

O Santuário sabe perfeitamente o que a Câmara está a fazer e quais são as suas intenções para aquela área. Aliás, foi o próprio Santuário quem pressionou a Câmara para avançar no sentido de criar mecanismos de planeamento que permitissem a construção de equipamentos e infra-estruturas naquela zona, algo que está restringido pelo PDM.

O Santuário é parceiro da Câmara em estruturas associativas. O Santuário acompanha os processos (tal como o Seminário, diga.se). O Santuário participou nas discussões com os técnicos do CEDRU. O Santuário conhece as conclusões.

Só que o Santuário não foi ouvido na questão da apresentação pública e do fórum de participação. Essa foi uma «festa» que a Câmara guardou só para si como protagonista. E o Santuário reagiu.

Vaidades...

Amigo disse...

No site do Santuário podemos ler

"Devido à importância estratégica que ocupa o Monumento a Cristo Rei, levou a Câmara Municipal de Almada, com a devida concordância do Santuário, a fazer um estudo sobre o enquadramento estratégico do Santuário na cidade, de forma que possa o Plano Director Municipal ser alterado de maneira a permitir a construção dos seguintes equipamentos"
http://www.cristorei.pt/html/?id=3#

Efectivamente... sempre souberam. Só não deram ao senhor reitor o lugar que ele gostaria.
É triste, ver um padre soberbo em vez de humilde.

silvério disse...

Está escrito agora no site do monumento a concordãncia para a cãmara fazer o estudo,mas daí a fazer o que quer, sem antes de uma apresentação pública falar com os proprietários e ouvi-los, obter sugestões suas, vai uma grande e importante distância.
Com o metro passou-se coisa parecida.A Câmara decidiu o que quis fazer sem ouvir e perceber a população. Quandoao ouvia não queria saber das sugestões e procurou impor o metro com traçado a seu belo gosto e prepotentemente como se seja dona de tudo, partindo do falso princípio que tudo que decide é bem decidido.
É o método PCP de domínio me controle das massas.