sexta-feira, janeiro 18, 2008

MST - Segurança, Mobilidade e Acessibilidades ( I )

Em...Almada, estão a decorrer as obras para a implantação forçada do metro, MST, que vai dividir Almada a meio ao longo do seu principal e único eixo viário.
As condições de segurança em que a obra vem sendo executada, não são respeitadas, tendo já resultado pelo menos um acidente mortal, e outros com lesões graves em peões devido a quedas, nomeadamente pessoas idosas.
Está à vista de todos a falta de adequada e eficaz fiscalização, para fazer cumprir as normas de segurança e evitar acidentes, onde as vítimas são os cidadãos/residentes que sofrem as consequências das deficientes condições em que a obra é executada.
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Facultaram-nos a folha que inserimos a seguir e que faz parte da Declaração de Impacte Ambiental para o MST, onde são referidas Medidas de Minimização estabelecidas no Estudo de Impacte Ambiental pela Comissão de Avaliação, para a Fase de Construção.
A sua leitura permite concluir que há muitas deficiências no cumprimento das medidas de segurança ou mesmo ausência das mesmas.
1- Por exemplo já alguém viu sinalização luminosa da zona de obra ou reflectores noturnos nas redes divisórias, obstáculos ou módulos de plástico colocados ao longo da obra nos locais de circulação viária?
2- Quando está vento durante a noite é frequente verem-se redes tombadas para as faixas de circulação automóvel, bem como módulos de plástico na via. Como a iluminação pública não existe em alguns locais ou é deficiente, imagine-se o drama dos automobilistas nestas circunstâncias, mesmo a circular com moderação!
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Onde está a fiscalização?
Não sendo cumpridas as normas de segurança, cuja aplicação tem custos, para onde vai esse dinheiro?
Tudo isto não está certo, tudo isto é errado e é mais uma vez o cidadão e contribuinte a pagar com danos materiais, corporais e desgaste psíquico o não cumprimento de normas de segurança e a falta de ética profissional por quem também não cumpre suas obrigações na realização ou fiscalização dos trabalhos que lhes são principescamente pagos.
É uma obra de 338 milhões de euros para 13,5 Km.
Que futuro para este país com gente desta casta?

6 comentários:

Anónimo disse...

Oh Emalmada, não sei para onde vai este país com tal casta de gentinha oportunista.

manuel a, maia disse...

A fiscalização não se vê nem existe.
Os transeuntes e automobilistas têm a vida muito dificultada, neste quadro anárquico de obras, daí evitarem Almada e fazerem compras nas lojas.
Os comerciantes acabam por ter aquilo que merecem por terem apadrinhado a Câmara de Almada no metro à espera de receberem subsídios.

Anónimo disse...

O Metro Sul do Tejo diante do fracasso está a passar por uma renovação de imagem. Em substituição de MST adopta a designação TGV - Almada - Transporte Geralmente Vazio-Almada

EMALMADA disse...

primeiro anónimo
Essa gente tem de ser expurgada da sociedade, porque como parasitas já chegam os "bichos" que há por aí.

EMALMADA disse...

manuel a. maia
Nas obras do MST não se vê fiscalizção nem sequer a municipal,mas por outro lado é bem visível e frequente aquela outra fiscalização municipal que anda a tratar de colectar verba para garantir o ordenado no fim do mês - a fiscalização da Ecalma.

EMALMADA disse...

último anónimo
Encaixa que nem uma luva essa designação "TGV" de Almada para o MST.