terça-feira, fevereiro 03, 2009

Almada - A CIDADE DA ÁGUA

Em...Almada o executivo municipal PCP-CDU e principalmente a sua presidente, sabem o que dizem e o que pretendem para Almada, mas gostam de fazer sofrer e fazer surpresas relevantes aos almadenses e ao país.
Afinal o segredo é a alma da "boa gestão", das "boas contas", das "grandes requalificações urbanas", dos excelentes "Planos de Mobilidade Acessibilidades 21" e dos grandes negócios.
A presidente da Câmara, escolheu, conforme noticiou no pasquim municipal de Setembro de 2007 um "Prémio Nobel da Arquitectura" para anunciar à população e à caixa de ressonância dos media, a Cidade da Água.

clique sobre os doc. para aumentar e ler

Explicou num encarte do semanário Expresso em 2008, sem abrir muito o jogo, usando a sua "Visão" e "Uma forma criativa de planear o futuro", o modo como projectou a Cidade da Água.
Revelou em Janeiro de 2009 no pasquim municipal, em destaque nas suas Opções do Plano de Actividades e Orçamento do Município para 2009, a sua disponibilidade e total entrega para a implementação do Plano de Urbanização "Almada Nascente - Cidade da Água.
Só não fala naquilo que sempre escondeu aos almadenses:
O contributo da implantação do MST ( contra a opinião dos almadenses ) para criar naturalmente em Almada, sem agredir o ambiente, uma natural Cidade da Água com a chegada das primeiras chuvas.
Na Praça S. João Baptista, um dos ex-libris em neorepuxos municipais, as primeiras chuvas a sério, puseram a descoberto as fragilidades das obras abençoadas e protegidas pela CMA.
O solo abateu, como aconteceu em muitos outros locais, arrastando calçada e lajes em granito do pavimento.
No dia seguinte já o local era objecto de mais um buraco prospector como tantos outros que se vão vendo por Almada, depois das obras da negra requalificação urbana que a presidente da Câmara fez na cidade.
A ocorrência levou à abertura de uma vala no lado norte para reparar o que havia sido feito há dois meses.
Fonte "molha todos"
Na foto seguinte, na parte em sombra, vemos o abatimento de placas de granito junto à fonte (será cibernética ?) "molha todos". Junto à mesma fonte no lado nascente, a desgraça foi maior... como se vê melhor nesta foto: Com tudo isto, de facto esta Câmara revela ser excelentemente inovadora, criativa e competente, proporcionando novas oportunidades de negócio, uma vez que já fez o seu - meter o MST em Almada - tal como quis, contra a vontade dos almadenses. Como sugere o blog a-sul, este é o melhor calçado para a Cidade da Água em que Almada se transformou depois da introdução do MST, o comboio da presidente, no centro de Almada - as "Emilochas":
imagem e designação "Emilochas" do blog http://a-sul.blogspot.com
A foto seguinte também do blog a-sul mostra o atractivo e as vantagens das ruas de Almada-Cidade da Água, após obras de requalificação urbana, depois de cair uma chuva.
Rua (pedonalizada) Luís de Queiroz
Outro aspecto interessante de Almada - Cidade da Água. Este na Praça da Renovação e também agora"Praça da Requalificação" da presidente da Câmara Municipal - Maria Emília de Sousa
Nunca ninguém tinha entendido o alcance das palavras de Maria Emília de Sousa, e de seu séquito progressista, quando insistiam em denominar ALMADA - Cidade da Água.
Foi preciso chover!
Com esta Câmara, Almada mete água.
EMALMADA agradece a colaboração de cidadão.

26 comentários:

Anónimo disse...

Esta camada de "gente" camararia não tem vergonha, inuteis. Almada cada dia e mais un deserto.

Obrigados MES pela ajuda que esta a facer a cidade perante a crise.

Anónimo disse...

Gostei das "Emilochas" e vou divulgar. Ao menos o cmércio de calçado não vai sentir a crise!
Há quem tenha tudo previsto... Ah!Ah!Ah!

Anónimo disse...

sim senhor, estou esclarecida, hoje passei pela Praça S. João Baptista e viu as obras a que reportam as fotos e pensei,, ke se passa aki, agora já sei.
abstenho-me de comentários politicos, mas fiquei esclarecida.

Anónimo disse...

Para o 1º Anónimo:
olhe que não... olhe que não! Almada não é cada dia mais um deserto: pelas fotos eu não diria isso... pois se tem tanta água!!!! que vamos todos precisar de "emilochas"...salvo seja!

Anónimo disse...

Desgraças.
No terreno e nas mentes autárquicas.
Buracos e mais buracos, obras continuadas por causa da incompetência.
Almada está, em muitos sítios, transformada numa grande piscina.
A ideia das Emilochas é fantástica.
E quando é que corremos com a Emília herself do trono?
Ela e toda a cambada que a rodeia.
Façamos um favor a esta cidade e a este concelho: votemos de forma a não permitir a continuidade deste farsa.

Anónimo disse...

Ainda não perceberam que os almadenses não se preocupam com os buracos de volta à cidade?

Os comerciantes pacientemente esperam que após o fecho dos buracos e obras os clientes voltem tal como anunciado na TV pela Emília de Sousa.
Todos mestes buracos têm razão de ser.
São para complementar a recuperação de Almada iniciada em 1974 pela autarquia e libertá-la do fascismo.

Cacilhense disse...

Onde anda a gente "iluminada" que defende esta CMA...
Será que o gato lhes comeu a língua?
Venham lá "camaradas" defender os vossos autarcas incompetentes...

Ramos disse...

Os Jorges Henriques ou Jorges Rodrigues estão a fazer a manutenção das Fontes Cibernéticas ou a ver os anúncios da Emília na SIC, na RTP1 e na TVI?

Ponto Verde disse...

A Câmara cibernética de Almada há muito que deixou de ter arranjo!

Anónimo disse...

A melhor atitude a ter com esses defensores da desgraça é desprezo.

Deixem os cobardes em paz.
Já lhes basta terem que enfrentar a sua consciência. Pesada, pois claro.

Anónimo disse...

O da emilocha até tem piada, mas aqui o mais grave de toda esta historia desta obra,é que com os charcos com a chamada zona pedonal,o estes (senhores ) estão a fazer com esta cidade, é acabar com o resto do pouco movimento de pessoas que havia no centro .Á, enquanto nós os cidadãos somos obrigados a ter que usar o metro no centro da ,a senhora se passeia com o nosso B M W essa é boa

Anónimo disse...

Senha nº80233 vale um Honda Civic Hybrid

Uma das beneméritas atitudes da CMA e dos serviços do outro.

Terão com esta atitude captado mais um voto?

Anónimo disse...

O arquitecto Richard Rogers dá tanta importância ao projecto cidade da água que nem o divulga na sua homepage. De facto podemos ver que o homem tem projectos em curso por toda a parte, menos em Almada. Portugal e Almada são bons para meter mais uns milhões de trocos no bolso e toca a aviar cartucho.

Anónimo disse...

Ao último anónimo que diz que Sir Richard Rogers não divulga o Projecto (que é, ainda, um "Masterplan", não está implementado) no seu site, que vá ver melhor, procure, informe-se e depois fale. Ou será que a mentira é que vale? Vão lá ao site de Sir Richard Rogers e vejam por vocês próprios!

Depois, um bocadinho mais de respeito por alguém que tem nome firmado em todo o mundo, por mérito e capacidade próprios, não lhe ficava nada mal. Essa de insinuar (senão mesmo afirmar) que Sir Richard Rogers se aproveitou do dinheirinho de Almada só lhe fica mal a si, caro anónimo. Se calhar é o que você costuma fazer na sua actividade quotidiana ...

Anónimo disse...

Richard Rogers
From Wikipedia, the free encyclopedia
Jump to: navigation, search
This article is about the British architect. For the American composer, see Richard Rodgers.
Richard Rogers
Personal information
Name Richard Rogers
Nationality United Kingdom
Birth date 23 July 1933 (1933-07-23) (age 75)
Birth place Florence, Italy
Work
Practice name Richard Rogers Partnership
Significant buildings Centre Georges Pompidou
Lloyd's Building
Millennium Dome
Debating chamber of the Welsh Assembly
European Court of Human Rights
Significant projects Towards an Urban Renaissance
Awards and prizes Pritzker Prize (2007)
Stirling Prize (2006)
European Court of Human Rights building in Strasbourg.
Aerial view of the Millennium Dome.
Lloyd's building London.

Richard George Rogers, Baron Rogers of Riverside, CH, FRIBA, FCSD, (born 23 July 1933) is a British architect noted for his modernist and functionalist designs. He was born in Florence in 1933 and attended the Architectural Association School of Architecture in London, before graduating from Yale School of Architecture in 1962.[1]
Contents
[hide]

* 1 Early career
* 2 Later career
* 3 Projects
* 4 Honours
* 5 Controversy
* 6 Family
* 7 References
* 8 External links

[edit] Early career

At Yale he met fellow student Norman Foster and on returning to England he set up architectural practice as Team 4 with Foster and their respective girlfriends, the sisters Georgie and Wendy Cheesman. They quickly earned a reputation for high-tech industrial design. In 1967 the practice split up, and Rogers joined Renzo Piano. An early commission was a house and studio for Humphrey Spender near Maldon, Essex, a glass cube framed with I-beams. His career leapt forward when he won the design competition for the Pompidou Centre on 13 July 1971 with Renzo Piano and Peter Rice. This building established Rogers's trademark of exposing most of the building's services (water, heating ducts, and stairs) on the exterior, leaving the internal spaces uncluttered. The building is now a much admired Paris landmark, but at the time critics were mixed, dubbing the "inside-out" style "Bowellism".

[edit] Later career

After working with Piano, Rogers established the Richard Rogers Partnership in 1976. This became Rogers Stirk Harbour + Partners in 2007. The firm maintains offices in London, Barcelona, Madrid, and Tokyo.

Rogers was one of the most vocal advocates of the Millennium Dome project and his reputation has suffered as a result. Though still regarded as one of the major international practices it is notable that since the Dome he has secured fewer landmark projects.

After several years of development, the ambitious Rogers Masterplan for the regeneration of Newcastle-upon-Tyne was rejected. Rogers has been active politically as a Labour life peer with the title Baron Rogers of Riverside in the Royal Borough of Kensington and Chelsea. In 2000 he wrote the UK government's white paper, Towards an Urban Renaissance. Rogers is currently chair of the Greater London Authority panel for Architecture and Urbanism.

Rogers was appointed to design the replacement to the Central Library in the Eastside of Birmingham; however, his plan was rejected on grounds of cost. City Park Gate, the area adjacent to the land the library would have stood on, is now being designed by Ken Shuttleworth's MAKE Architects.

Rogers has been chosen as the architect of Tower 3 of the new World Trade Center in New York City, replacing the old World Trade Center, which had been destroyed in the September 11 attacks. His old classmate, contemporary and former practice partner Norman Foster is also designing a new WTC tower.

[edit] Projects

* Rogers' House Wimbledon (1967)[2]
* Centre Pompidou, Paris (1972–78)
* Lloyd's building, London (1979–84)
* European Court of Human Rights, Strasbourg (1984)
* Bordeaux Law Courts, Bordeaux (1998)
* Millennium Dome, London (1999)
* Ashford Designer Outlet, Ashford, Kent (2000)
* 88 Wood Street, London (1993-2001)
* Chiswick Park Business Park, London (2002)
* Barajas Airport Terminal 4, Madrid (2005)
* Courts of Law, Antwerp, Belgium (2005)
* Hesperia Tower, Barcelona (2005)
* National Assembly for Wales, Cardiff (2005)
* The Senedd, the new building for the National Assembly for Wales, Cardiff (2006)
* Ching Fu Group Headquarters]], Kaohsiung (2005-2007)
* Kaohsiung Mass Rapid Transit Central Park Station (2008)
* Heathrow Terminal 5, London (2008) Image Gallery of Heathrow Terminal 5
* Maggie's Centre, London (2001-2008)
* 300 New Jersey Avenue Washington, DC (completion expected in 2Q 2009)
* Las Arenas, Barcelona, remodeling of the bullring, turning it into a shopping mall (completion expected in 2009)
* Oxley Woods, Milton Keynes; UK Government sponsored 'Design for Manufacture (DfM)' competition (completion expected late 2009)
* 175 Greenwich Street, New York (2006-)
* 360-London (2007-)
* Leadenhall Building (completion expected in 2010)
* One Hyde Park, London (completion expected in 2010)

[edit] Honours

Rogers was knighted in 1991 by Queen Elizabeth II. He was awarded the RIBA Royal Gold Medal in 1985. He received a Golden Lion for Lifetime Achievement at the 10th Mostra di Architettura di Venezia.[3] In 2006, he was awarded the Stirling Prize for Terminal 4 of Barajas Airport.[4]

He was created Baron Rogers of Riverside, of Chelsea in 1996. He sits as a Labour Peer in the House of Lords [5].

Rogers has been awarded honorary degrees from Oxford Brookes University and the University of Kent, and was awarded the 2007 Pritzker Prize, architecture's highest honour.[6]

Rogers was appointed Companion of Honour (CH) in the 2008 Birthday Honours.

[edit] Controversy

In February 2006, Lord Rogers hosted the inaugural meeting of the campaigning organisation Architects and Planners for Justice in Palestine(APJP) in his London offices. At that time Lord Rogers had secured a commission for a $1.7 billion expansion of the Jacob K. Javits Convention Centre in Manhattan, the late Senator Javits had been an ardent supporter of Israel. However within weeks he had publicly dissociated himself from the group, "I unequivocally renounce Architects and Planners for Justice in Palestine and have withdrawn my relationship with them."[7]. This statement followed pressure from strong pro-Israeli interests in New York[8], who threatened him with the loss of this prestige commission. Rogers at first said he was dissociating himself from APJP because of its published aims and "in view of the suggested boycott by some members," although APJP denied it was promoting a boycott. Rogers subsequently hardened his line, coming out with statements defending Israel's right to build its separation wall. He described the Israel-Palestine conflict as being between a "terrorist" state and a "democratic" one and said that he was "all for the democratic state".

[edit] Family

He is married to Ruth Rogers, founder of The River Café restaurant.

[edit] References

1. ^ "Richard Rogers". Press Release CV. Richard Rogers Partnerships. http://www.richardrogers.co.uk/render.aspx?siteID=1&navIDs=1,5,18,107. Retrieved on 2006-07-31.
2. ^ "Dr Rogers House". Richard Rogers Partnership. http://www.richardrogers.co.uk/render.aspx?siteID=1&navIDs=1,4,25,459. Retrieved on 2006-10-27.
3. ^ Biennale Architecture: 10th International Architecture Exhibition (2006), Official Awards
4. ^ "RIBA Stirling Prize 2006". RIBA. http://www.architecture.com/go/Architecture/Also/Awards_2006.html. Retrieved on 2006-10-27.
5. ^ UK Parliament. http://www.parliament.uk/directories/house_of_lords_information_office/labour_members.cfm
6. ^ Robin Pogrebin. "British Architect Wins 2007 Pritzker Prize". New York Times. http://www.nytimes.com/2007/03/28/arts/design/28cnd-pritzker.html?hp. Retrieved on 2007-03-28.
7. ^ Israel-Palestine conflict engulfs Rogers's $1.7bn New York project | World news | The Guardian
8. ^ Boiling point | Newsblog | guardian.co.uk

[edit] External links
Sister project Wikimedia Commons has media related to: Richard Rogers

* Rogers Stirk Harbour + Partners website
* Richard Rogers at the archINFORM database
* Large list of major Richard Rogers skyscrapers with data and images
* Pritzker Prize 2007
* Interview with Richard Rogers(video)
* Images of Tower 3(images)
* Richard Rogers presents the 2007 Annual Discourse at the Royal Institute of British Architects(video)

Anónimo disse...

The Municipality of Almada has commissioned the practice to devise a masterplan for a 115-hectare site encompassing extensive former dockyards and a part of Almada’s conurbation along a two-kilometre stretch of river frontage. The location is an outstanding topographic feature of the Tagus Estuary, important both in terms of geography, history, economy and environment and the scheme aims to create a new urban centre that helps establish the Tagus Estuary as the focus of the Lisbon Metropolitan Area.
Originally a fishing village, Almada is now a major residential centre; its shipyard community was active from the 1960s until its decommission in the ‘90s. The historic centre of Lisbon lies to the north of the site across the estuary, while to the south is an extensive nature reserve.
Sustainable development underpins RRP’s approach for the area’s regeneration, combining environmental, social and economic objectives. The team envisages an employment-led mix of uses, leisure and cultural activities while retaining a large allocation of residential use. Densities ranging from 800,000 m² up to 1.5 million m² are planned, depending on the implementation of the proposed Metro link to Lisbon. The masterplan’s initial phase focuses on a transport strategy for the Almada area to reduce dependence on the car. This includes extending the proposed MST (tram), a Metro link from Lisbon, the expansion of an existing ferry terminal, and the creation of a river taxi service - strengthening existing connections with Lisbon and with the eastern Seixal area. The scheme also allows for new vehicular access to unlock the site's potential while using centralised parking and creating pedestrian priority streets.
Almada Riverside aims to set new environmental standards for the development. The possibilities to deliver zero carbon development will be explored through an integrated strategy for energy efficiency, on-site energy production, renewable energy harvesting and carbon sequestration. RRP’s environmental strategy for the area includes maximising use of solar energy such as photovoltaics and solar panels; the use of the docks as heat sinks for heating and cooling purposes and the incorporation of CHP plant to optimise energy consumption. It is envisaged that programmes for recycling waste will be implemented; in addition, rainwater will be collected for irrigation and grey water usage.
The masterplan layout is based on a linear arrangement of neighbourhoods running parallel to the existing docks and the new water channels; high-density developments around MST/transport nodes; mixed-use development focused around existing docks; public piazzas sited at strategic locations along the riverfront promenade and new east-west connections with Almada town centre.
The new masterplan aims to maximise use of existing docks for amenities and parking, establish an interlocking network of docks and new water channels, as well as creating compact waterside living and a new riverfront promenade along existing dock edges. To capitalise on the original maritime history of the site, the team proposes a maritime museum, marinas, as well as a cruise liner terminal and provision for small-scale ship repair industries. In addition there is scope for an academic and research community including a science centre, university departments, R&D facilities, along with media centres comprising studio facilities for young professionals and small businesses. The scheme also provides for a new energy centre, an eco park and on-site water treatment plant and aims to be a showcase for best practice in sustainability.

Location Lisbon, Portugal
Type Masterplanning
Residential
Culture and Leisure
Dates 2002 -

Client Municipal de Almada

The Architect Richard Rogers Partnership

Team
(RRP / Santa-Rita Arquitectos LDA) Laurie Abbott, Natxo Alonso, Ben Darras, Lennart Grut, Dennis Ho, Marcus Lee, Shu Zhen Lee, Marita Schnepper, Nick Zervoglos

Landscape Architect WS Atkins
Quantity Surveyor WS Atkins
Services Engineer WS Atkins
Structural Engineer WS Atkins

http://www.richardrogers.co.uk/Asp/uploadedFiles/image/3740_almada/3740_0002_1_W.jpg

http://www.richardrogers.co.uk/Asp/uploadedFiles/image/3740_almada/3740_InterchangePlaza_W.gif

http://www.richardrogers.co.uk/Asp/uploadedFiles/image/3740_almada/3740_Option1MT_Cross_Sectio.jpg

http://www.richardrogers.co.uk/Asp/uploadedFiles/image/3740_almada/3740_RiverfrontPiazza_W.gif

Anónimo disse...

É claro, se a busca é na Wikipedia só pode dar asneira. O que acima reproduzo é do próprio site do Arquitecto Sir Richard Rogers. Mas não vale a pena. Quando a intenção é destruir, não vale mesmo a pena. O que é uma pena!

Anónimo disse...

Oh senhor anónimo!
Tenha lá paciência.
Não lhe fica bem denegrir a Wikipedia.
Mas, e partindo do princípio que a sua intenção é outra, deixe aqui o "site" do Sir.
Agradeço com a certeza de que vou ficar muito mais evoluído.
Graças a si...

Anónimo disse...

Se fôr este (http://www.richardrogers.co.uk)
já o li de uma ponta à outra.
E nada vi referido em relação ao que hipoteticamente pretendia ver.

Devo andar com um grande deficit de british language.

Creio que vou matricular-me no Wall Sreet Institute.

Boa?

Anónimo disse...

Almada originally a fishing village actualmente a major residential center.
É Clar[issimo que o del[irio9 d aemilia não dá nada de bo0m . Daquela cabecinha só asneira para destruir Almada embandeirando em arco para ludibriar saloios, que é assim que ela nos toma.

Anónimo disse...

Anónimo de Sábado, Fevereiro 07, 2009 12:05:00 AM

Não seja presunçoso e muito menos mal educado.

Você está a escrever para uma pessoa ou para várias?
É que trata todos pela mesma bitola.

Não falto ao respeito a ninguém.
Conheço parte da obra do SIR e continuo a dizer que para Almada ... ZERO!!!

Mas, obras à parte, a verdade é que o SIR seria/será mais um a levar uns milhões almadenses.
Nossos, pagos do nosso bolso.
Há alternativas credíveis e não tenha pena do SIR. O homem tem trabalho de sobra.

Percebe, anónimo supra citado?

Anónimo disse...

Noticia publicada hoje día 09/02/09 no jornal O PÚBLICO.


Acidentes frequentes com o Metro Sul do Tejo perturbam trânsito dentro de Almada

09.02.2009, Ana Nunes


Empresa diz que se trata de casos pouco graves e que estão a diminuir com a habituação das pessoas ao Metro. PSP diz que o trânsito chega a ficar caótico


O Metro Sul Tejo tem causado algumas "perturbações rodoviárias" no centro de Almada, desde a abertura do último troço da sua primeira fase, com terminal em Cacilhas, em Novembro. De acordo com uma fonte da divisão de trânsito da PSP de Almada "existem diariamente incidentes que envolvem o metro".
Segundo a mesma fonte, estas perturbações relacionam-se com o facto de o metro passar no centro da cidade, sendo a "zona mais problemática a Avenida Bento Gonçalves".
Os incidentes verificados têm sido, contudo, de pouca gravidade, mas chegam a registar-se cinco ou seis ocorrências diárias com intervenção da PSP. Além de embates entre viaturas e carruagens do metro, há também casos de transeuntes atingidos pelas composições. Durante o mês de Janeiro foram contabilizados cinco feridos ligeiros, dos quais dois eram peões.
A empresa Metro Transportes do Sul (MTS), que gere aquele metro de superfície, confirma que depois da abertura do troço de Cacilhas, "por se tratar de um território mais denso, houve um acréscimo dos incidentes sem gravidade".
Apesar de tudo, diz a mesma fonte, nos últimos dois meses "já se começou a sentir um decréscimo que se relaciona com a habituação das pessoas e que tenderá a acentuar-se". A MTS afirma que tem procurado lançar alertas a automobilistas e peões através de uma maior informação e explica que na fase de projecto "foi tentado que houvesse uma maior demarcação entre a linha férrea e a zona pedonal", mas isso não foi possível, podendo residir aí "a causa desta dificuldade de adaptação".
Nas horas de ponta, quando as carruagens passam de cinco em cinco minutos, "o metro faz com que a avenida central fique caótica", adianta a PSP.
Apesar do aumento da procura e da aceitação do novo meio de transporte, que tem cada vez mais utilizadores, continua a haver quem considere que "a obra só veio dificultar a mobilidade no centro de Almada", afirma Liliana Correia, de 34 anos. Na opinião desta moradora, para aqueles que se deslocam de carro no centro da cidade "as manhãs tornaram-se verdadeiros pesadelos".
Complicada é também a vida para quem vai de carro até à estação do Pragal, a fim de aí apanhar o comboio para Lisboa. É o caso de Ana Bravo, moradora na Costa de Caparica. Quando regressa do trabalho, por volta das sete da tarde, fica "imenso tempo no trânsito", porque o metro passa junto à saída do comboio. "O metro passa com muito mais frequência e por essa hora existe muita gente a sair da estação", explica. Até ao fecho da edição não foi possível ouvir a Câmara de Almada.


Achou este artigo interessante? Sim

Anónimo disse...

eu apanhei uma exposição do Richard Rogers, no Pompidou em Paris, sobre os trabalhos já feitos, em curso e projectados e sim, estava lá o projecto para a zona da Lisnave

Anónimo disse...

http://www.richardrogers.co.uk/work/all_projects/almada_eastern_riverside

em 2002 ou 2003 assisti a uma apresentação do arquitecto em causa, no fórum romeu correia

Anónimo disse...

De facto está lá uma coisa que não tinha dado por ela quando há umas semanas atrás fiz uma pesquisa no site do Sir. Mas também, comparativamente com os outros masterplan, é uma coisinha de nada - um diagrama e uma vista.

Anónimo disse...

Richard Rogers, planos e projectos.
Nada mais que isso.

De facto o aqui referido projecto para a zona da Lisnave, destinava-se à exuberante "Manhattan".