quinta-feira, outubro 25, 2012

O pântano Almada

Em...Almada, os terrenos da Lisnave poderiam já estar recuperados porque havia um projecto para o local. Não estão, mas...há uma explicação para o sucedido.
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Jornal da Região  17-30 Outubro 2012
 
Tudo se deve ao bloqueio desta dupla. Estes dois "amigos" que jogaram para o mesmo lado.
 
 
Depois de o PCP ter contribuído para o fecho da Lisnave com  greves consecutivas e até greves de solidariedade com trabalhadores de outras empresas, o Sócrates (Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Terriotório em Janeiro de 2001) alinhou no jogo dela, chumbando o projecto "Manhattan".
 
Entretanto a Emília já gastou centenas de milhares de euros dos almadenses com outro seu projecto falhado.
 
Almada só beneficiou com a opção da Emília....e o alinhamento destes "amigos".

4 comentários:

Anónimo disse...

Não me digam que a torre fálica megalómana era uma melhor solução do que manter a lisnave tal como está.

Anónimo disse...

Quanto já custou ao Estado em indemnizações a situação em que se encontram aqueles terrenos?

Anónimo disse...

O projecto Manhattan foi liminarmente rejeitado pela Presidente da Câmara porque provavelmente fugia a seu controle. Naturalmente invocou argumentos ambientais para esconder o desagrado por não ter as contrapartidas que PCP/CMA ou outros do costume usualmente gostariam de receber.
Mandou fazer outro projecto sem sequer pedir a reformulação daquele, por exemplo o corte na altura da torre. Até à data temos o espectáculo que se conhece e a Lisnave a laborar em Setúbal, o que na óptica da senhora e do PCP foi melhor para Almada.

É melhor o terreno estar como àrea "abandonada", não é?

soliveira disse...

Eu prefiro o terreno abandonado; não compete a uma camara municipal substituir a iniciativa privada, temos exemplos mais que suficientes que provam o preço mais que inflacionado de tudo o que é construído pelos ramos do estado.
A miragem da cidade da água, a tornar-se real, serviría para prendar alguns dos caciques almadenses, com prebendas custeadas pelos tradicionais pagadores de toda a actividade pública.
Já ninguem se lembra da oferta de alguns andares do complexo junto à rotunda centro-sul?
Na dimensão do sonho, cidade da água, qual sería o tamanho do aproveitamento pessoal, executado pelos defensores da coisa pública?
Prefiro o terreno vago a ter que suportar com os meus impostos, o apropriamento pessoal que satisfaça vaidades pessoais.
Tenho pena que o projecto Manhattan tivesse sido chumbado, o investimento tería já criado centenas de postos de trabalho, a cidade de Almada, sería já uma referência internacional, a economia urbana estaria com mais pujança, a riqueza criada, tornaria as pessoas mais livres para escolherem, e, finalmente, o projecto, sendo privado, não daria um centimo de encargos ao estado, pagaria impostos reforçando a nossa economia, estruturaria a economia na base do necessário e não na base da megalomania dos nossos eleitos.