quarta-feira, outubro 24, 2007
Almada dos Pequeninos
segunda-feira, outubro 22, 2007
É PRECISO RESPEITAR
domingo, outubro 21, 2007
ECALMA Sem Calma
sexta-feira, outubro 19, 2007
GRANDE BRONCA
Na página 3, ainda sob o título «A Má Educação» lê-se:
Se a dona Maria Emília Neto de Sousa se comporta assim com a Igreja Católica, pensando que está a lidar com uma certa Paróquia do Concelho de Almada, imagine-se o que a autarca pretende fazer com os almadenses e os moradores e como lida com estes.quinta-feira, outubro 18, 2007
Vendedores de Ilusões
segunda-feira, outubro 01, 2007
A Destruição Saiu à Rua
sábado, setembro 29, 2007
Ratoeiras Municipais
A situação prevalece há alguns meses, mesmo sendo conhecidos frequentes danos materiais para os cidadãos, em circunstâncias aprovadas pela CMA, sem que até à data tenha reparado a situação.
Não é preciso sequer que o automobilista circule a velocidade elevada para que os acidentes ocorram. Repare-se do desgaste nas pedras da calçada e no rasto de óleo no pavimento.
É incúria municipal a mais. Que interesse tem a CMA em prejudicar o cidadão?
Dado a situação corresponder a uma ratoeira da responsabilidade da Câmara de Almada, não poderão os lesados apresentarem queixa, solicitando a presença da Polícia de Segurança Pública para registo da ocorrência, para serem ressarcidos dos danos provocados por estes obstáculos (em substituição de lombas regulares) nas duas vias da Rua? quinta-feira, setembro 27, 2007
Pelo Direito ao Repouso
Foto da Av. 25 de Abril onde o MST vai circular em espaço canal no eixo da via e as viaturas auto mais próximo das habitações.
Por imposição da CMA, esta Rua e outra, a Rua José Justino Lopes vão ser transformadas em túnel a céu aberto, onde será instalada uma linha ferroviária de via dupla na actual faixa de rodagem, com o trânsito a circular na Rua Lopes de Mendonça mais próximo das habitações, onde actualmente se vêem carros estacionados, afectando a tranquilidade, o bem estar e a vivência dos residentes locais.
A Rua José Justino Lopes será rasgada por um vale a meio onde circulará o metro, que será um obstáculo à livre circulação de residentes e cidadãos.
Quem comprou casa nestas ruas verá toda a logística das mesmas alterada para pior, passando de vias rodoviárias a vias ferroviárias.
Já se fala em alteração na designação toponímica local para satisfação da Srª Presidente da CMA.
Assim, diz-se, a Rua José Justino Lopes passará a designar-se Ferrovia José Justino Lopes e a Rua Lopes de Mendonça será Ferrorua Lopes de Mendonça.quarta-feira, setembro 26, 2007
O Lixo Continua...
domingo, setembro 23, 2007
Almada Welcome - "The Place for Culture and Knowledge"
sábado, setembro 22, 2007
Uma Originalidade da CMA
Continuando em direcção à rotunda junto ao "Merlin", vê-se no fim da mesma rua à direita esta outra placa:
Descendo esta outra "Rua Francisco Bastos", apresenta~se à nossa esquerda uma outra rua. No fim da rua que descemos, temos à direita um sinal que nos obriga a ceder a prioridade aos automobilistas que vierem da rua à esquerda...
...onde se lê "Rua Francisco Bastos" !
Conclusão: Em Almada, a sempre competente e imaculada Câmara Municipal de Almada, certamente para se candidatar a um qualquer prémio de originalidades em toponímia municipal, atribui descontinuamente o mesmo nome a percursos diferentes de acessos rodoviários no mesmo local e, vai mais longe ao inovar na atribuição da mesma designação toponímica a duas ruas concorrente em "Y", em que um automobilista "A" que circule numa "Rua Francisco Bastos", terá de dar prioridade a outro automobilista "B" que se apresenta pela esquerda e também vindo de uma "Rua Francisco Bastos".quinta-feira, setembro 20, 2007
18º FÓRUM de Quê ?
Para a fotografia e satisfação da Senhora presidente da CMA foi excedida a lotação de 4 passageiros do MST . Foram convocados funcionários para prefazer os 80.000 utentes diários previstos e necessários para rentabilizar o projecto. Nunca o deserto vira tantos "tuaregues" em cima de um metro.Aquilo que os ingénuos pensavam ser uma sessão de informação sobre o MST passou a uma operação de propaganda-defesa do Metro Sul do Tejo (MST) feita por um um jovem Professor da Divisão de Transportes e Energia do Instituto Superior Técnico, "convidado" para falar da Estratégia Local para as Alterações Climáticas , mas provavelmente pago a peso de ouro, pela CMA. Quanto...mas quanto custou?
Do metro pouco se falou e com já vem sendo usual, a nobre Mesa que preside não respondeu a perguntas incómodas.
Para além das já inócuas e melancólicas explicações do Ecalma e Vereador José Gonçalves, foi o Eng. Marco Aurélio o "servidor" para todas as respostas de conveniência às perguntas sobre o MST, embora só respondesse ou falasse do que lhe interessava, deixando os questionantes pendurados. Marco Aurélio vai desempenhando a sua "nobre missão" ou não seja ele o encarregado desta missão de meter o MST em Almada doa a quem doer e o "isco-piranha" arranjado à última hora para meter o metro nas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes e satisfazer a CMA.
Contudo começa-se a ver que Marco Aurélio já dá sinais de algum agastamento no seu papel. Já não é tão exuberante, nem se sente muito à vontade a navegar nestas coisas.
Que terá ocorrido?
-Começou a sentir a falta dos nobres elogios públicos à sua "meritória acção" por parte da Sr. Presidente da CMA e do Vereador Gonçalves?
-Já está cansado de ser o "isco-piranha" neste projecto para o Triângulo da Ramalha?
- Está a sentir-se utilizado demais diante do contrato de Encarregado da Equipa de Missão do MST e a ver-se já como produto descartável?
-Está a sentir que o seu prazo de validade nesta missão está a chegar ao fim?
-ou está a mostrar-se agastado para sair airosamente de pantufas, depois de já ter feito o trabalho encomendado?
De notar a presença, após mais de 3 anos de ausência, do Presidente da Concessionária Eng. José Luis Brandão. O Eng. Marco Aurélio já cansado de responder e de atirar farpas à Concessionária, perante o silêncio daquele, por anomalias no desenvolvimento da obra, às tantas passou-lhe a bola para ser ele a responder à assistência. José Luís Brandão que não gostou muito disso, tendo dito que não estava ali para responder a perguntas técnicas já que não era operacional, mas institucional e empurrou as respostas para Marco Aurélio. José Luís Brandão acabou por fazer uma intervenção divagante e inócua sobre o MST que teve o aplauso de seus subordinados presentes na sala. Foi um momento em que alguns dos cidadãos presentes sentiram que estavam a assistir a um "concerto" ou a uma peça de teatro ensaiada, talvez uma farsa, mal disfarçada.
O Fórum terminou com a habitual longa intervenção da Presidente que não prescindiu da sua lengalenga a metro em que falou muito de tudo menos do metro (MST).
Esta não é a Almada dos Almadenses!
Plano de Dificuldade Facilidades XXI
As asneiras feitas pela Câmara em Almada são tantas que vale tudo para "desenrascar"e o cidadão que se amole.
Afinal uma rotunda não é para ser contornada?
terça-feira, setembro 18, 2007
A Indiferença Perante Danos e Prejuízos
Os acidentes e batidas sucedem-se dia a dia e as travagens bruscas, mesmo circulando devagar, são uma constante.
A CMA está a arruinar a vida dentro da cidade aos residentes e a criar-lhes dificuldades, porque com este inconcebível traçado do metro, os automobilistas são obrigados a circular por pisos escavacados, sem condições para circulação cuidada de viaturas automóveis, danificando, pneus, jantes, direcção e suspensão das viaturas, bem como eventualmente provocando danos na pintura dos carros.
domingo, setembro 16, 2007
O Grande Banquete
quarta-feira, setembro 12, 2007
Hecatombe Ecológica em Almada
segunda-feira, setembro 10, 2007
O Saldo da Despesa com o MST
Tais defensores estão apenas a tapar o Sol com uma peneira, para despenalizar a CMA de tão elevada despesa (com o MST) para os contribuintes. Esta CMA que se diz de esquerda e que acusa os sucessivos Governos PS ou PSD de serem de direita ou de praticarem políticas de direita, serve-se destes mesmos governos, para estes lhe pagarem a renovação de infra-estruturas, cujos custos deveria ser a própria Câmara a suportar. Tudo isto perante o silêncio dos governantes e da oposição local. Não gastando a CMA dinheiro em trabalhos que seriam da sua inteira responsabilidade, fica com verbas suficientes para dizer que tem boas contas, para queimar em fogos de artifícios, em marchas, em corsos carnavalescos, em espectáculos musicais e fazer acções de misericórdia e caridade junto daquilo que designa de “associativismo popular”. Muitas associações, clubes, grupos de teatro, sociedades recreativas, centros sociais, agrupamentos, grupos de amigos e outras organizações, vivem actualmente na dependência destes subsídios, dos quais muitas vezes provavelmente ninguém sabe como o dinheiro é gasto, quais os resultados práticos da sua “aplicação” e benefícios em termos sociais. Hoje já não há nem associativismo popular, nem cooperativismo. Assiste-se à existência de grupos de teatro e outros, colectividades, clubes, centros sociais e associações, que na maior parte das situações se constituem “ninhos” de apoiantes partidários e da CMA que é preciso manter, debaixo da cosmética verbal de associativismo popular, para garantir os votos em momento próprio. Chega-se mesmo a ver o controle total dos Corpos Sociais desses organismos por listas de simpatizantes e militantes afectos à força política que controla a CMA, incluindo nessas listas autarcas e funcionários da própria Câmara Municipal e Juntas de Freguesias.
Se fizermos uma leitura dos Boletins de Deliberações da Câmara Municipal de Almada, apercebemo-nos dos elevados montantes distribuídos e a quem. Resultados práticos desses “investimentos” ? Desconhecem-se uns. Outros revelam-se nos resultados das votações autárquicas. Mão amiga fez-nos chegar os Boletins de 4 Janeiro 2006 a 15 de Março de 2006, permitindo verificar que nesse período a CMA distribuiu cerca de 1.100.000 Euros em "acções de misericórdia" e ”apoios” a organismos do designado “associativismo popular”, a “grupos culturais” e de índole social.
Assim... à custa dos Governos de direita é possivel, a quem se diz de esquerda, fazer espectáculos de pura pirotecnia verbal.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Almada Nossa
Almada está a transformar-se numa cidade em derrocada.
Metro a metro, disseram-nos que ía chegar o futuro. A realidade é diferente. Almada está a desaparecer metro a metro. Almada está a perder o passado, a sua memória.
Os almadenses estão a ver a seus próprios olhos a destruição total da sua Almada, para montar um negócio rentável da empresa detentora do contrato de exploração, de uma rede ferroviária de 13,5 Km. Nunca perde dinheiro. O Estado, por contrato ruinoso feito por governantes, com o nosso dinheiro, compensará sempre qualquer défice de exploração.
A implantação da ferrovia foi pensada pela Presidente da Cãmara para transportar pessoas para o comboio e barco, que as conduzirão a uma maior proximidade do local de trabalho. Não é uma rede para servir a população residente.
A memória de Almada e dos almadenses está a desaparecer por obra e graça destes autarcas.
Almada envelhece por má gestão dos que se apropriaram da Câmara e do concelho por via eleitoral, atraiçoando depois os almadenses.
O que resta dos vestígios arqueológicos da zona da Ramalha?
Tudo foi destruído e sepultado para dar lugar à construção civil que ocupou todos os espaços. Até o terreno junto ao novo Tribunal, que foi cedido à CMA para fins públicos, foi vendido e hoje está a ser ocupado por mais uma mega construção, quando poderia ser uma grande área de lazer para os residentes da zona. O dinheiro do imobiliário fala mais alto que o bem estar das populações.
Estão mais interessados na construção civil do que cuidar de Almada e tornar a cidade atractiva e centro de interesse, que lhe permita ter vida própria activa, dinâmica, inovadora, onde as pessoas partilhem o espaço público livre e interessadamente.
A segurança na via pública é muito precária, a limpeza urbana não existe, não há qualidade de vida em Almada !
Estes autarcas demagogicamente, prometem... prometem sempre o melhor, mas os resultados práticos são outros. São verdadeiros apóstolos de promessas . São peritos em demagogia e palavreado pirotécnico e de decoração retórica.
Usaram estratégias, mediante a intimidação e a agressão verbal, que funcionaram, para afastar os almadenses da discussão e partilha da sua comunidade, para melhor conseguirem os seus objectivos de dominação efectiva de um concelho, que lhes é muito rentável económica e politicamente.
Seguiram a teoria do quem não está connosco é contra nós. Até convidam os naturais de Almada a deixar a sua terra natal. Dizendo “se não estás satisfeito com Almada e com a gestão da Câmara, muda-te de Almada”. Não têm vergonha. São ditadores obcessivos e compulsivos. Não respeitam, nem sabem respeitar a diferença. São demagogos da igualdade, que para eles só existe entre os seus, mas mesmo assim uns são mais iguais que outros..
Almada perdeu muita vida nestes últimos 30 anos.
Almada fossilizou-se. Hoje Almada é uma cidade degradada, urbanisticamente incaracterística, pobre, suja, agonizante e de vivência ultrapassada.
Apostaram em Almada no culto da miséria e do miserabilismo para garantir votantes, num falso e perverso discurso dirigido aos excluídos ou que vivem em condições económicas menos favoráveis. Nunca houve interesse sincero da autarquia em resolver os problemas sociais dessas pessoas e deixá-las livres para pensar, mas sim explorar a situação e mantê-las na área de sua influência, na subsídio-dependência.
Que tristeza e revolta, sentem os almadenses, os naturais e aqueles que adoptaram Almada para viver em liberdade e respeito pela diferença, quando ouvem ou lêem que estes oportunistas da política os convidam a saír de Almada, os querem expulsar de Almada !
Esses, os oportunistas da política situacionista de Almada, constituem uma casta sem formação de cidadania e intelectualmente miserável. quarta-feira, agosto 22, 2007
MST : Um "TGV" a Peso de Ouro
TGV-Imagem Wikipédia
Fazendo contas:
Cada metro de linha ferroviária do TGV construída neste troço poderá custar um pouco acima de 10 mil euros. De acordo com o projectado para o troço Alenquer-Pombal, estima-se que cada quilómetro custe entre 8,3 e 10,3 milhões de euros.
Feitas as contas para a linha do MST inaugurada em 30 de Abril de 2007, entre Corroios e a Cova da Piedade com a extensão de 4 Km, cujo custo total foi de 95milhões de euros, cada Km de linha custou 23,750 milhões de euros.
RESUMINDO:
TGV : 10,3 milhões de euros/Km (Troço Alenquer-Pombal, 110 Km)
MST : 23,750 milhões de euros/Km (Troço Corroios-Cova da Piedade, 4 Km)
MST : 19,851 milhões de euros/Km (para as 3 linhas, 1ªFase no total de 13,5 Km)
No valor do custo total do MST não estão incluídos agravamentos devido a atrasos e alterações ao projecto, nem os 55 milhões de euros investidos pela Concessionária.
TGV, o parente pobre da Rede Ferroviária Nacional
Porquê tanta polémica com o TGV, se 4 Km do Metro Sul do Tejo (MST) ficaram mais caros por Km e anda vazio ? Futuro de luxo e muito caro aos portugueses, este que chegou à Cova da Piedade!
Com o MST, a Câmara Municipal de Almada dá "lições de economia" ao país e tem mais um lugar noutro pódio:
"O Pódio dos Municípios com o Km de via férrea mais caro."
Razão têm os actuais autarcas, quando dizem que "fazem o melhor" por Almada!











