Por este Viaduto é suposto passarem futuramente as vias férreas do comboio VVV (Vai e Vem Vazio) também designado por MST, que a Câmara de Almada impôs à população almadense à revelia da mesma e atropelo à democracia.
Por este Viaduto é suposto passarem futuramente as vias férreas do comboio VVV (Vai e Vem Vazio) também designado por MST, que a Câmara de Almada impôs à população almadense à revelia da mesma e atropelo à democracia.
Almada Velha, encontra-se em acentuado estado de degradação, com muitos edifícios em ruínas o que dá uma péssima imagem da zona e da qualidade da gestão e conservação do património urbanístico do concelho:
Prédio que se encontra parado na Rua da Liberdade há alguns anos, correndo versões dentro do mesmo tema, sobre as razões que levaram o proprietário, segundo parece um grande comerciante de Almada a suspender a edificação:
A higiene e limpeza urbana continua a ser uma chaga do calvário diário de quem circula a pé pelas ruas e avenidas de Almada. Se nos referirmos a zonas menos expostas a situação agrava-se:
" Somos o Primeiro. Somos Solidez"
Solidez em quê ?
Para quê ?
Para Servir quem?
Com que sacrifício dos residentes deste concelho?
Recuemos um pouco no tempo e recordemos que quem hoje diz isso:
Casa da Cerca - Almada Velha na versão da CMA
Vejamos aspectos da Almada Velha na versão real e actual
As instalações encontravam-se/encontram-se abandonadas, daí terem sido arrombadas a porta e janelas e o aspecto interior é o que se vê nas fotos seguintes, sendo utilizadas como local de consumo de droga e outras práticas menos próprias para a zona.
A população passa um inferno na zona, principalmente aos fins de semana, devido a certa "fauna" que por aqui deambula à noite, vendo-se os residentes privados de sair de casa e obrigados a trancar portas e janelas, para além de serem afectados com barulhos até altas horas.
Como podemos ver nas duas últimas fotos e nas quatro seguintes, o Viaduto encontra-se com acentuados vestígios de degradação na sua construção e estrutura.
O Viaduto já tem mais de 25 anos. As infiltrações de água através da sua estrutura são visíveis com as consequências conhecidas e também evidentes nas fotos e localmente: oxidação da malha de ferro e fendas no betão das paredes e tecto.
Correcto seria aplicar esse dinheiro na limpeza e arranjos deste local, zona residencial, ponto de fronteira das freguesias de Almada, Cova da Piedade e Pragal e, outros idênticos que proliferam pelo concelho, que há meses não são limpos.
Consta que já se verificaram acidentes.
Estas fotos referem-se a um acidente ocorrido no mês de Maio, na localidade de Corroios (Seixal), com o comboio que vai circular em Almada, em que a viatura auto foi arrastada.
Um comboio a circular em espaço canal exclusivo no meio do principal e único eixo viário de Almada, nem o Diabo se lembraria!
Com as condições minimas de segurança "devidamente salvaguardadas e asseguradas", o local em obras ganhou o 1º Lugar no "ranking" da Melhor Iluminação Diurna Natural devido à boa exposição aos raios solares.
O morador em causa depois de algum tempo de espera chamou a PSP .
Este mercado funciona diariamente de 2ª a sábado das 9h às 13 horas . É uma "reposição" ao bom estilo do município de Almada das tradicionais feiras e mercados medievias, em cidades modernas ditas de progresso...progressistas.
A cidade vai ficando deserta, sem pessoas, sem atractivos e vai-se descaracterizando, envelhecendo, perdendo grande parte das suas gentes, da sua cultura, da sua vida.
Cacilhas very typical Post Card of Câmara Municipal de Almada
Aqui a higiene urbana é um mimo. Outros e muitos exemplos, infelizmente existem ao longo do concelho. Há que ter paciência e não andar sempre a dizer mal ... porque o Futuro está a chegar a Almada ao fim de 30 anos de muita incompetência e autismo político dos últimos anos. "Almada Turismo....mar e muito mais... sea and much more".
Em segundo plano dois Bilhetes Postais da real Almada Velha..."o much more"
Imagens captadas na conhecida R. Capitão Leitão, (a Rua Direita), de Almada Velha
Exceptuando a maravilhosa vista de seus miradouros para o Tejo e Lisboa, Almada Velha continua sendo uma atracção do roteiro turístico do concelho, onde se podem observar excelentes exemplares de prédios "floridos" em degradação ou em ruínas.
É Almada na real do seu genuíno estado endémico de degradação.
Como já aqui afirmámos é natural que a uns, isto agrade a outros menos..... recordando que o autarca teria completado 59 anos, no passado dia 10 de Junho.
Uma antigo e conhecido estabelecimento daquela rua, decorou uma montra, em alusão ao "Concurso de Montras", com fotos de edifícios e passeios públicos degradados de Almada, uma referência ao lixo que prolifera pela cidade e chamando a atenção para a desastrada actuação da ECALMA que vê em cada automóvel e seu proprietário vê uma fonte de rendimento para o pecúlio desta Empresa Municipal, que tem de colectar dinheiro para pagar os vencimentos no fim do mês ao seu pessoal.
Outros estabelecimentos na mesma rua, seguiram o exemplo de afixar a informação alusiva à actuação da ECALMA.
Almada não tem transportes públicos à altura de servir a população, quer em qualidade de serviço (autocarros velhos e poluidores do ambiente), conforto, horários, frequência, circuitos e preços.
Não nos digam que o MST vai resolver a situação, porque o MST não vem solucionar nada em Almada. Vai ser um transporte a funcionar em monopólio ao longo do principal e único eixo viário da cidade a complicar a vida à população e aos residentes, tal qual foi decidido coersivamente e à revelia dos almadenses, construí-lo nesta Almada.
O Plano de Mobilidade e Acessibilidades que está a ser implantado em Almada, parece ser um mau plano pelo que já se verifica com as medidas implantadas no eixo da Av. Rainha D. Leonor e R. do Cabo da Boa Esperança e na Rua Conceição Sameiro Antunes, na Cova da Piedade.
Já ocorreram alguns acidentes durante as obras e em consequência das mesmas, quer em Almada, quer no Laranjeiro, quando aí decorreram, com um caso mortal.
Segundo consta, a publicação destas notícias no Jornal de Almada foi fonte de alguns atritos entre “os novos” locatários da Câmara , que substituíram José Marins Vieira e o Jornal.
Muitos foram os comentários e muitas as conversas acerca das razões e motivações usadas para apear e contra José Martins Vieira, que as notícias deixaram no ar, mas uma coisa é verdade: a “queda” de José Martins Vieira causou alguma indignação e interrogação junto de militantes e simpatizantes do PCP, conforme então nos apercebemos e era voz corrente na praça pública.
É mais um recorte de notícias saído de um “Baú de Recordações”.
Jornal da Região-Almada 22-28 Maio 2007 :
No interior da notícia lê-se “ Também o responsável pela Protecção Civil de Almada, Henrique Carreiras assegura que ainda ninguém colocou aos serviços municipais qualquer questão sobre a falta de segurança nas paragens. Aspectos que devem estar contemplados no Plano de Emergência do Metro da Margem Sul, mas que ainda não foi divulgado à Protecção Civil e aos bombeiros”.
Parece-nos que a Câmara Municipal de Almada no seu melhor e como sempre, vem colocar-se “inocentemente “ de fora, desejando fazer passar-se por vítima e desresponsabilizar-se.
Então a CMA permite o início da obra sem ter o Plano de Emergência?
Cidadão pergunta.
É recordação para uns e talvez incómodo para outros, porém nada temos a acrescentar. Limitamo-nos a divulgar a notícia que é um pouco da história autárquica deste concelho.
Os senhores que ocupam a Câmara Municipal de Almada possivelmente pensam que os moradores não são gente, não têm poder de observação e que são tão palermas que não se apercebem das asneiras que estão sendo feitas em Almada sobre ordenamento de Trânsito.
Já não bastava o caos provocado pelas obras do MST, como ainda estamos a ser vítimas do “extraordinário” Plano de Mobilidade Acessibilidades 21. Dois em um é demasiado para a nossa paciência.
Os almadenses estão já aperceber-se o que irá ser a infernal vida no centro da cidade quando o MST - Comboio Vai e Vem Vazio /Sempre em Teste, estiver a circular em Almada na versão municipal, isto é, no meio do principal eixo viário da cidade, de Cacilhas ao Centro Sul, em Espaço Canal com os “elegantes” postes de suporte da catenária no eixo da via e com as perigosas passagens de nível.
Ainda agora a procissão vai no adro e, já a Av. Rainha D. Leonor, na Cova da Piedade, está transformada num imbróglio só possível devido a total falta de visão e senso para reorganizar o trânsito, sem falar das árvores plantadas na faixa de circulação, na R. do Cabo da Boa Esperança.
Quando a totalidade das viaturas que se dirige a Almada/Cacilhas ou vindas daí para a Cova da Piedade, tiver que usar essa via, os moradores de Almada e os residentes daquela Avenida irão verificar “in locu” o inferno em que a Câmara Municipal os colocou e aperceber-se-ão quanto vão perder em qualidade de vida.
A semaforização da Rotunda da Praça Cte José Braz está a complicar drasticamente todo o trânsito nas ruas que lhe dão acesso, assim como nas ruas que da mesma escoam trânsito e, ruas adjacentes.