Em...Almada, a vandalização da propriedade privada e de espaços públicos com grafites, sejam eles quais forem é uma realidade.Faz parte da sujeira que a Câmara alimenta e promove no concelho.
É tudo vandalização. Não há equívocos.
Não há grafites em propriedade privada ou espaços públicos que não sejam vandalismo, porque o espaço público sendo de todos nós, tem de ser respeitado, tal como a propriedade privada.
Não são interpretações comodistas ou interesseiras de autarcas (quais educadores do povo!) que nos vêm dizer nesta matéria o que é vandalização e o que por conveniência político-partidária, não consideram vandalização, que isentam responsabilidades, a quem o faz, da agressão e danificação da propriedade privada ou pública.
O Jornal da Região publicou
na edição de 6 a 12 Julho 2009 esta notícia:
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Curiosamente, sobre a matéria e quando os partidos políticos, em que o PCP é useiro e costumeiro, a Presidente da Câmara provavelmente para defender o seu amo, "lembrou" que a própria Assembleia Municipal "aprovou que não é possível censurar propaganda política".
Excelente e inteligente tirada!
Mistura-se propaganda política com agressão à propriedade privada e ao espaço público que é de todos e pago por todos para todos e não para usufruto de alguns ou de um qualquer partido político.
Quererá a Presidente dizer desde que seja propaganda política grafitada ou pinchada numa parede, o proprietário tem de aguentar com as consequências e despesas consequentes de limpeza?
Se a moral e a ética da política, de alguns autarcas e alguns políticos é esta, então percebe-se porque o país chegou ao actual estado de ruína e Almada está tão degradada e suja.
Mas, falando em vandalismo de grafites, há outro tipo de vandalismo grafiteiro e não só, perpetrado por gente que não tem por entretém fazer grafites.
Este vandalismo é muito grave. É preciso não perdermos a memória.
Em 2009, quando os comerciantes da cidade de Almada iniciaram uma contestação pacífica, com a campanha
Comércio
Mal
Apoiado
às medidas penalizantes para o comércio postas em prática pela Câmara Municipal de Almada com as obras e o MST, dificultando acessibilidades ao Centro de Almada, algumas lojas foram alvo de represálias idênticas (e outras), às noticiadas no Jornal, levadas a efeito por militantes de um partido político e/ou apoiantes da CMA, anonimamente claro, sem possibilidades de ser imputada responsabilidade, realizadas pela calada da noite. Foi tudo coincidências!
- montras pinchadas
- vidros de montras e portas, partidos com recurso a pedras e tiros
- ameaças veladas, expressas e insinuações graves a comerciantes
- e outras, tal como danos em viatura
Os visados comerciantes com medo de maiores agressões, ameaças e represálias não apresentaram queixa policial ou retiraram-na.
Num caso de acção sobre montra até parece que havia gravação vídeo.
montra pinchada na noite de 25 para 26 de Maio na Av. Afonso Henriques - Almada.
Esta loja veio posteriormente a fechar.
Montra partida na noite de 30 Junho para 01 Julho 2009 - Almada
uma parede, espaço público, grafitada com a tal "propaganda política "da presidente da Câmara. Vale a pena repetir: a própria Assembleia Municipal "lembrou" a Presidente da Câmara "aprovou que não é possível censurar propaganda política".
Transcendente!
Manter a cidade limpa e sem poluição visual é censurar (propaganda política)?
Bem, se é assim, então isto tem de ser considerado uma agressão e roubo aos contribuintes, porque a parede havia sido pintada de cor branca com dinheiro destes e para restituir o estado inicial e acabar com a poluição visual que a propapaganda, pois claro, propaganda política e enganosa, é preciso gastar de novo, desperdiçar mais dinheiro dos contribuintes. Logo, é um roubo!
Com a ética e a moral desta gente na política, estamos entregues à bicharada.