Um trabalho dos vândalos na noite de 30 de Junho para 1 de Julho
Trecho da R. Capitão Leitão com a Câmara Municipal ao fundo
Coincidência ou não, os comerciantes atingidos, têm sido alguns daqueles que colocaram este cartaz em sinal de protesto contra a falta de clientes e a fuga das pessoas e automobilistas do centro de Almada, resultantes da recente requalificação (destruição) urbana associada ao espaço canal do MST no centro de cidade e ao desastrado Plano de Mobilidade Acessibilidades 21 da Câmara Municipal.
Para além de montras partidas, outras danos têm sido exercidos sobre pessoas e bens.
No último fim de semana o vidro da montra de uma loja foi partido com um tiro. Esta noite mais duas lojas foram vandalizadas, uma na Rua Capitão Leitão e outra numa loja do espaço canal do Metro Sul do Tejo (MST).
Comerciantes já fizeram participações à Polícia de Segurança Pública. Sabe-se que alguns vidros são partidos com arremesso de pedras, não chegando a haver roubos.
Painéis da oposição rasgados, lojas de comerciantes com vidros partidos e outras represálias, é mera coincidência de militância de vandalismo dentro da "Almada Terra Pensada, Almada Terra Amada" desta Câmara Municipal não democrática. ALMADA E OS ALMADENSES CORREM PRESENTEMENTE GRANDES PERIGOS. URGE LIBERTAR ALMADA E PACIFICAR O AMBIENTE.
OS VAMPIROS Letra: Dr. José Afonso No céu cinzento sob o astro mundo batendo as asas pela noite calada vêm em bandos com pés de veludo chupar o sangue fresco da manada. Se alguém se engana com seu ar sisudo e lhes franqueia as portas à chegada eles comem tudo eles comem tudo eles comem tudo E não deixam nada. A toda a parte chegam os vampiros poisam nos prédios poisam nas calçadas trazem no ventre despojos antigos mas nada os prende às vidas acabadas. São os mordomos do universo todo senhores à força mandadores sem lei enchem as tulhas bebem vinho novo dançam a ronda no pinhal do rei. Eles comem tudo eles comem tudo eles comem tudo E não deixam nada No chão do medo tombam os vencidos ouvem-se os gritos na noite abafada jazem nos fossos vítimas de um credo e não se esgota o sangue da manada. Se alguém se engana com seu ar sisudo e lhes franqueia as portas à chegada Eles comem tudo eles comem tudo eles comem tudo E não deixam nada.
EMALMADA agradece a colaboração de cidadão






























